Bioóleo obtido por pirólise rápida de palha e bagaço como fonte de combustíveis e produtos químicos
Uma parceria entre a Unicamp e a empresa Bioware Tecnologia possibilitou a aplicação da tecnologia de pirólise rápida para o aproveitamento de biomassa residual, como palha e bagaço de cana, para a produção de bioóleo combustível a nível piloto na planta PPR-2001.
O processo de pirólise rápida de biomassa para a produção otimizada de líquidos (bio-óleo e biodiesel) é inovador e tem grande potencial de mercado para a produção de combustível e insumos químicos de aplicação industrial.
A tecnologia utilizada é o reator de leito fluidizado em regime de pirólise rápida (curto tempo de residência dos vapores no interior do reator). Os sub-produtos, carvão vegetal e gases também são produzidos e analisados visando suas possíveis aplicações no próprio processo como fonte adicional de energia ou aplicações como carvão ativado.
Atualmente a planta PPR-200 opera de forma estável e continuamente. O rendimento de recuperação do bio-óleo é de aproximadamente 50% e 15% de carvão.
Esse rendimento pode ser ainda melhorado, porém, a tecnologia está pronta para aumentar a sua capacidade de processamento para 25 toneladas de biomassa seca dia.
Uma parceria entre a Unicamp e a empresa Bioware Tecnologia possibilitou a aplicação da tecnologia de pirólise rápida para o aproveitamento de biomassa residual, como palha e bagaço de cana, para a produção de bioóleo combustível a nível piloto na planta PPR-2001.
O processo de pirólise rápida de biomassa para a produção otimizada de líquidos (bio-óleo e biodiesel) é inovador e tem grande potencial de mercado para a produção de combustível e insumos químicos de aplicação industrial.
A tecnologia utilizada é o reator de leito fluidizado em regime de pirólise rápida (curto tempo de residência dos vapores no interior do reator). Os sub-produtos, carvão vegetal e gases também são produzidos e analisados visando suas possíveis aplicações no próprio processo como fonte adicional de energia ou aplicações como carvão ativado.
Atualmente a planta PPR-200 opera de forma estável e continuamente. O rendimento de recuperação do bio-óleo é de aproximadamente 50% e 15% de carvão.
Esse rendimento pode ser ainda melhorado, porém, a tecnologia está pronta para aumentar a sua capacidade de processamento para 25 toneladas de biomassa seca dia.