Melhoram muito as possibilidades de evolução da matriz energética da Metade Sul do estado, especialmente na sua Zona Sul. Além dos novos investimentos na ampliação do aproveitamento dos carvão mineral de Candiota - que tem grande potencial - há projetos de geração de energia alternativa, como a biomassa, eólica e gás natural. A execução desses novos projetos depende muito da participação das lideranças políticas e empresariais da região, sobretudo no que se refere ao gás natural, o que é evidente, pois dispor ou não desse tipo de combustível deverá ser o grande diferencial na questão da competitividade da produção de Zona Sul em relação a outras regiões do estado. Há necessidade de muito mais iniciativas locais a respeito.
A empresa Brasil Ecodiesel planeja instalar na Zona Sul uma base industrial capaz de processar 30 mil toneladas ao ano de grãos para a produção de biodiesel. A informação foi divulgada, na semana passada, em Pelotas, durante reunião para tratar do Programa de Biodiesel para a Metade Sul, promovida pelo Gabinete da deputada Míriam Marroni e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Tal sua reconhecida importância que o evento reuniu representantes de cooperativas, associações, sindicatos, organizações não-governamentais, câmaras de vereadores e de prefeituras de 25 municípios. A partir desta semana, uma equipe inicia visita a todos os municípios da região, objetivando mobilizar os agricultores tendo em vista atender à demanda de matéria-prima. A região tem ótimas condições de clima, agricultura familiar forte e outros fatores valorizados pelo governo federal para tornar o biodiesel um amplo e importante programa regional.
Participando do Plano Nacional de Agroenergia, lançado no mês passado, a Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa) e outras 37 instituições de ensino e pesquisa brasileiras, elaboraram projeto, no valor de R$ 8 milhões, para o desenvolvimento tecnológico de soja, girassol, mamona, dendê e canola, para produção de biocombustível, nos próximos quatro anos. O uso de fontes renováveis de energia, como é o caso da biomassa para a produção de biocombustíveis, é uma das alternativas para melhorar a matriz energética, atualmente baseada na utilização de combustíveis fósseis. Além de não renováveis, esses combustíveis aumentam a poluição do ambiente e o aquecimento global da atmosfera, causando o efeito estufa.
O novo projeto suscita especial análise pois os biocombustíveis usam como matéria-prima vários produtos agrícolas. É seu objetivo estudar a viabilidade, competitividade e sustentabilidade das cadeias produtivas de soja, girassol, canola, mamona e dendê, incluindo os co-produtos resultantes destas cadeias na obtenção de biocombustíveis. A principal questão a ser definida é se estas cadeias produtivas podem se tornar fontes viáveis, competitivas e sustentáveis de biocombustíveis, atualmente e no futuro. O projeto pretende ainda gerar e desenvolver tecnologias de aproveitamento de co-produtos, para, por exemplo, melhoria de ração animal.
Por tudo isso, é importantíssima plena participação dos agricultores do sul do estado no Programa de Biodiesel.
A empresa Brasil Ecodiesel planeja instalar na Zona Sul uma base industrial capaz de processar 30 mil toneladas ao ano de grãos para a produção de biodiesel. A informação foi divulgada, na semana passada, em Pelotas, durante reunião para tratar do Programa de Biodiesel para a Metade Sul, promovida pelo Gabinete da deputada Míriam Marroni e Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Tal sua reconhecida importância que o evento reuniu representantes de cooperativas, associações, sindicatos, organizações não-governamentais, câmaras de vereadores e de prefeituras de 25 municípios. A partir desta semana, uma equipe inicia visita a todos os municípios da região, objetivando mobilizar os agricultores tendo em vista atender à demanda de matéria-prima. A região tem ótimas condições de clima, agricultura familiar forte e outros fatores valorizados pelo governo federal para tornar o biodiesel um amplo e importante programa regional.
Participando do Plano Nacional de Agroenergia, lançado no mês passado, a Empresa Brasileira de Agropecuária (Embrapa) e outras 37 instituições de ensino e pesquisa brasileiras, elaboraram projeto, no valor de R$ 8 milhões, para o desenvolvimento tecnológico de soja, girassol, mamona, dendê e canola, para produção de biocombustível, nos próximos quatro anos. O uso de fontes renováveis de energia, como é o caso da biomassa para a produção de biocombustíveis, é uma das alternativas para melhorar a matriz energética, atualmente baseada na utilização de combustíveis fósseis. Além de não renováveis, esses combustíveis aumentam a poluição do ambiente e o aquecimento global da atmosfera, causando o efeito estufa.
O novo projeto suscita especial análise pois os biocombustíveis usam como matéria-prima vários produtos agrícolas. É seu objetivo estudar a viabilidade, competitividade e sustentabilidade das cadeias produtivas de soja, girassol, canola, mamona e dendê, incluindo os co-produtos resultantes destas cadeias na obtenção de biocombustíveis. A principal questão a ser definida é se estas cadeias produtivas podem se tornar fontes viáveis, competitivas e sustentáveis de biocombustíveis, atualmente e no futuro. O projeto pretende ainda gerar e desenvolver tecnologias de aproveitamento de co-produtos, para, por exemplo, melhoria de ração animal.
Por tudo isso, é importantíssima plena participação dos agricultores do sul do estado no Programa de Biodiesel.