À Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) foi apresentado o projeto de lei que pretende obrigar as empresas de transporte intermunicipais de passageiros a adaptarem suas frotas para o consumo de biodiesel. O autor da proposta é o deputado Eduardo Costa (PTB). Ele afirma que é uma alternativa ecologicamente correta e quer aproveitar a produção da primeira fábrica brasileira do combustível, a Agropalma, recentemente instalada em Icoaraci, distrito de Belém.
O parlamentar ressaltou as atividades que já vêm sendo desenvolvidas para sustentar a produção, como o financiamento para reflorestar áreas degradadas com a palma, planta de onde se tira o óleo para o combustível alternativo. Os interessados estão sendo financiados pela empresa produtora do biodiesel, Banco da Amazônia (Basa) e governo federal. Outra medida é o estímulo à produlção de matéria-prima por produtores locais em pequenos assentamentos. Quem já optou por plantar o insumo para o biodiesel está recebendo um salário mínimo por três anos, prazo para a primeira colheita. A partir desse tempo, a Agropalma se responsabiliza pela compra de toda a produção de quem está no projeto.
Eduardo diz que o projeto visa muito mais à proteção ao meio ambiente do que a interferência no sistema de transporte. “É uma combustível que não agride o meio ambiente. Temos que pensar cada vez mais nas questões ambientais para evitar tragédias, como as que estão ocorrendo, não só na Amazônia, mas em todo o mundo”, explicou. Ele citou como exemplos de reações climáticas aos ataques à natureza a estiagem na região do Tapajós, no Pará, além dos furacões nos Estados Unidos.
O projeto será um passo a mais, frisa, para que o biodiesel seja uma realidade na vida dos paraenses. Caso a lei seja aprovada, as empresas serão obrigadas a adaptar 30% da frota em cinco anos. “Haverá um período de adequação. Até para que as empresas percebam que a utilização do combustível pode ser lucrativa, além de ecologicamente correta. O combustível, por exemplo, desgasta menos o motor dos veículos, o que diminui o tempo entre uma manutenção e outra, um grande benefício para as empresas de transporte”, explicou o parlamentar.
O parlamentar ressaltou as atividades que já vêm sendo desenvolvidas para sustentar a produção, como o financiamento para reflorestar áreas degradadas com a palma, planta de onde se tira o óleo para o combustível alternativo. Os interessados estão sendo financiados pela empresa produtora do biodiesel, Banco da Amazônia (Basa) e governo federal. Outra medida é o estímulo à produlção de matéria-prima por produtores locais em pequenos assentamentos. Quem já optou por plantar o insumo para o biodiesel está recebendo um salário mínimo por três anos, prazo para a primeira colheita. A partir desse tempo, a Agropalma se responsabiliza pela compra de toda a produção de quem está no projeto.
Eduardo diz que o projeto visa muito mais à proteção ao meio ambiente do que a interferência no sistema de transporte. “É uma combustível que não agride o meio ambiente. Temos que pensar cada vez mais nas questões ambientais para evitar tragédias, como as que estão ocorrendo, não só na Amazônia, mas em todo o mundo”, explicou. Ele citou como exemplos de reações climáticas aos ataques à natureza a estiagem na região do Tapajós, no Pará, além dos furacões nos Estados Unidos.
O projeto será um passo a mais, frisa, para que o biodiesel seja uma realidade na vida dos paraenses. Caso a lei seja aprovada, as empresas serão obrigadas a adaptar 30% da frota em cinco anos. “Haverá um período de adequação. Até para que as empresas percebam que a utilização do combustível pode ser lucrativa, além de ecologicamente correta. O combustível, por exemplo, desgasta menos o motor dos veículos, o que diminui o tempo entre uma manutenção e outra, um grande benefício para as empresas de transporte”, explicou o parlamentar.