No campo, a energia considerará três aspectos: economia, eficiência e ambiente. Como a concretização do biodiesel não se dará logo, a recomendação é a de que o produtor economize energia desde já, ajustando o consumo da propriedade. “Tanto agora quanto no futuro, o agricultor terá que definir que tipo de energia será mais compensador”, diz o professor Arno Dallmeyer.
Por enquanto, pelo menos nas máquinas agrícolas, o diesel é o combustível mais eficiente. Para outras finalidades, Dallmeyer aponta o potencial da palha de arroz como fonte de energia térmica. “No Sul, há quem sofra com excesso de palha na propriedade por não saber de sua utilidade”, conta. “Espero que no futuro essa riqueza seja reconhecida.”
Szwarc, da Unica, também destaca a importância dos “materiais celulósicos”, que incluem, além da palha, bagaços, resíduos florestais e até lixo orgânico. “Quando transformarmos isso em energia e a preços competitivos, será uma revolução.” As energias eólica e solar e o biogás também entram nas previsões: aprimoradas e somadas, podem despontar como opções econômicas.
A pressão social por uma energia não-poluente será inevitável e exigirá alternativas de produção. Hoje, diz Gazzoni, as causas de catástrofes naturais são conhecidas e provam que o uso excessivo de carbono fóssil degrada o ambiente. A tendência é usar fontes renováveis de energia, para a produção de biocombustíveis, em substituição aos combustíveis fósseis. No campo, o produtor também terá de fazer a troca. “A substituição será inevitável.”
Por enquanto, pelo menos nas máquinas agrícolas, o diesel é o combustível mais eficiente. Para outras finalidades, Dallmeyer aponta o potencial da palha de arroz como fonte de energia térmica. “No Sul, há quem sofra com excesso de palha na propriedade por não saber de sua utilidade”, conta. “Espero que no futuro essa riqueza seja reconhecida.”
Szwarc, da Unica, também destaca a importância dos “materiais celulósicos”, que incluem, além da palha, bagaços, resíduos florestais e até lixo orgânico. “Quando transformarmos isso em energia e a preços competitivos, será uma revolução.” As energias eólica e solar e o biogás também entram nas previsões: aprimoradas e somadas, podem despontar como opções econômicas.
A pressão social por uma energia não-poluente será inevitável e exigirá alternativas de produção. Hoje, diz Gazzoni, as causas de catástrofes naturais são conhecidas e provam que o uso excessivo de carbono fóssil degrada o ambiente. A tendência é usar fontes renováveis de energia, para a produção de biocombustíveis, em substituição aos combustíveis fósseis. No campo, o produtor também terá de fazer a troca. “A substituição será inevitável.”