O Distrito Federal vai ganhar uma unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) voltada exclusivamente para a pesquisa e o desenvolvimento da agroenergia. Os recursos iniciais para a construção do centro, capacitação de pessoal e concessão de bolsas de estudo foram definidos pelo Fundo Setorial de Agronegócio – criado para incentivar o desenvolvimento científico e tecnológico. Segundo Rodrigo Rollemberg, secretário para a inclusão social do Ministério de Ciência e Tecnologia, foi aprovada a destinação de R$ 10 milhões. “Esse é um projeto estratégico para o país. O estudo de combustíveis como o álcool e o biodiesel deve ser cada vez mais incentivado”, disse.
Um dos objetivos é disseminar e estimular a produção científica brasileira que busca fontes de energia alternativas ao petróleo. “Se substituirmos 10% do diesel queimado no país ao ano, poderíamos economizar cerca de US$ 800 milhões”, revelou Rollemberg, que é um dos nove integrantes do Fundo Setorial de Agronegócio. O organismo administra recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). A decisão de quando construir o centro de pesquisa caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao Ministério da Agricultura. De acordo com Rodrigo Rollemberg, a aprovação dos recursos era o mais importante. A partir de agora, segundo ele, o projeto deixa de ser apenas um sonho.
Aftosa Enquanto a pesquisa para descobrir e aperfeiçoar combustíveis alternativos ganha fôlego, o agronegócio vive meses de incerteza. Por causa da febre aftosa, 52 países levantaram barreiras à carne nacional, e o cenário futuro não é de otimismo. Em Mato Grosso do Sul, 18 mil bois já foram abatidos. A doença foi identificada no estado em 10 de outubro. Anteontem, o Ministério da Agricultura confirmou que bovinos no Paraná estão contaminados.
O anúncio é motivo de controvérsia entre governo federal e o governo paranaense. Ainda inconformado com a identificação de casos de aftosa em São Sebastião da Amoreira – a 380 km de Curitiba, no norte do Paraná –, o governador Roberto Requião (PMDB) disse que irá contestar judicialmente os exames apresentados pelo governo federal. Autoridades governamentais e empresários temem que os embargos ao produto brasileiro aumentem por causa dessa queda-de-braço. Ontem, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) manteve a meta de exportações no ano, apesar do momento de incerteza. Segundo a entidade, as vendas de carne bovina chegarão a US$ 3 bilhões.
Um dos objetivos é disseminar e estimular a produção científica brasileira que busca fontes de energia alternativas ao petróleo. “Se substituirmos 10% do diesel queimado no país ao ano, poderíamos economizar cerca de US$ 800 milhões”, revelou Rollemberg, que é um dos nove integrantes do Fundo Setorial de Agronegócio. O organismo administra recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). A decisão de quando construir o centro de pesquisa caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao Ministério da Agricultura. De acordo com Rodrigo Rollemberg, a aprovação dos recursos era o mais importante. A partir de agora, segundo ele, o projeto deixa de ser apenas um sonho.
Aftosa Enquanto a pesquisa para descobrir e aperfeiçoar combustíveis alternativos ganha fôlego, o agronegócio vive meses de incerteza. Por causa da febre aftosa, 52 países levantaram barreiras à carne nacional, e o cenário futuro não é de otimismo. Em Mato Grosso do Sul, 18 mil bois já foram abatidos. A doença foi identificada no estado em 10 de outubro. Anteontem, o Ministério da Agricultura confirmou que bovinos no Paraná estão contaminados.
O anúncio é motivo de controvérsia entre governo federal e o governo paranaense. Ainda inconformado com a identificação de casos de aftosa em São Sebastião da Amoreira – a 380 km de Curitiba, no norte do Paraná –, o governador Roberto Requião (PMDB) disse que irá contestar judicialmente os exames apresentados pelo governo federal. Autoridades governamentais e empresários temem que os embargos ao produto brasileiro aumentem por causa dessa queda-de-braço. Ontem, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) manteve a meta de exportações no ano, apesar do momento de incerteza. Segundo a entidade, as vendas de carne bovina chegarão a US$ 3 bilhões.