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Banco da Amazônia insere miniprodutor de dendê na cadeia pioneira do biodiesel

O vice-presidente da Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas (Abraget), Antonio Rocha, afirmou hoje que os produtores e potenciais investidores na produção de biodiesel não devem olhar apenas para o mercado que surge com a obrigatoriedade dos 5% do produto misturado ao diesel a partir de 2008, mas também para o mercado de geração de energia elétrica.
InvestNews - Dimalice Nunes 2 min de leitura
O vice-presidente da Associação Brasileira de Geradoras Termelétricas (Abraget), Antonio Rocha, afirmou hoje que os produtores e potenciais investidores na produção de biodiesel não devem olhar apenas para o mercado que surge com a obrigatoriedade dos 5% do produto misturado ao diesel a partir de 2008, mas também para o mercado de geração de energia elétrica.

Segundo Rocha, os custos do diesel para a geração de energia onde não há rede ligada ao sistema hidrelétrico é cerca de R$ 1,5 bilhão ao ano, sendo que o custo total na Conta de Consumo de Combustível (CCC) chega a R$ 3,5 bilhões. Essa conta é subsidiada pelos consumidores das áreas abastecidas por energia proveniente de hidrelétricas. "Essa geração é muito cara. Enquanto o MWh sai por cerca de R$ 70 na geração hidrelétrica, com o diesel o mesmo MWh sai por R$ 300", comparou. "O setor elétrico é assunto importante", defendeu.

Rocha disse também que os empresários que pretendem investir em biodiesel não devem esperar subsídios ou isenções por parte do governo. "Subsídio e isenção no Brasil é difícil. Agora não vai ter o dinheiro do Proálcool", afirmou se referindo a série de incentivos dado pelo governo nos anos 80 para a produção de álcool combustível.

Antonio Rocha participou hoje do seminário Biodiesel: estratégias para produção e uso no Brasil, promovido pela Unicorp.
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