O biodiesel vai se tornar uma alternativa de geração de riqueza e empregos nos assentamentos de Mato Grosso do Sul nos próximos anos. O vice-governador Egon Krakhecke e representantes dos grupos Brasilinvest, do empresário Mário Garnero, Tecnal e Man estão negociando uma parceria para captar 15 milhões de euros para investir na produção do biodiesel nos assentamentos de MS.
Na tarde desta quinta-feira, Egon esteve reunido com a coordenadora de projetos do Brasilinvest, Raquel Giassetti, e com os diretores dos grupos Tecnal, Reynaldo de Carvalho, e Man, José Flávio de Sá (Man) para discutir a expansão do biodiesel em Mato Grosso do Sul.
Biodiesel é o nome dado ao óleo combustível produzido a partir de óleos vegetais, e não derivado de petróleo. Com a perspectiva de escassez do petróleo e seus derivados e as fortes demandas trazidas pelo Protocolo de Kyoto à emissão de poluentes, o biodiesel é hoje a principal aposta para alterar a matriz energética.
Recentemente aprovada, a legislação brasileira prevê a adição de até 5% de biodiesel ao diesel tradicional até 2013. Quando isso acontecer, o Brasil deve economizar de US$ 1,2 bilhão a US$ 1,8 bilhão com a substituição de importações de diesel pelo combustível vegetal e gerar, segundo estimativas da Petrobras, pelo menos 200 mil novos empregos. A atual produção brasileira está praticamente restrita à escala laboratorial e há um intenso movimento de investimento na construção de plantas industriais nos próximos anos para começar a atender a demanda nacional e a exportação.
Mato Grosso do Sul é um dos líderes da corrida do biodiesel no Brasil. O Estado foi o quarto a estruturar uma câmara setorial para definir uma política para o combustível, investe em pesquisa e já negocia com a Petrobras – segundo lembrou Egon – uma destilaria-piloto para produção. Este conjunto de fatores, aliado à posição estratégica do Estado e a vasta área de produção, é o que atrai o interesse dos investidores.
Na audiência com Egon, os representantes do Brasilinvest, Tecnal e Man explicaram a estratégia para a operação em MS. Os grupos pretendem pulverizar o investimento em pequenas plantas industriais nos assentamentos. Haverá uma destilaria maior e outras menores. “Algo centralizado não daria certo em se tratando de biodiesel”, disse Carvalho.
Egon explicou que o investimento que será feito pela Petrobras terá o efeito de também estimular a entrada de investidores privados no mercado do biodiesel.
Também estiveram na audiência o assessor da Secretaria de Estado de Produção e Turismo, Washington Luiz Valente e o superintendente Rubens Alves da Silva (Planejamento).
Na tarde desta quinta-feira, Egon esteve reunido com a coordenadora de projetos do Brasilinvest, Raquel Giassetti, e com os diretores dos grupos Tecnal, Reynaldo de Carvalho, e Man, José Flávio de Sá (Man) para discutir a expansão do biodiesel em Mato Grosso do Sul.
Biodiesel é o nome dado ao óleo combustível produzido a partir de óleos vegetais, e não derivado de petróleo. Com a perspectiva de escassez do petróleo e seus derivados e as fortes demandas trazidas pelo Protocolo de Kyoto à emissão de poluentes, o biodiesel é hoje a principal aposta para alterar a matriz energética.
Recentemente aprovada, a legislação brasileira prevê a adição de até 5% de biodiesel ao diesel tradicional até 2013. Quando isso acontecer, o Brasil deve economizar de US$ 1,2 bilhão a US$ 1,8 bilhão com a substituição de importações de diesel pelo combustível vegetal e gerar, segundo estimativas da Petrobras, pelo menos 200 mil novos empregos. A atual produção brasileira está praticamente restrita à escala laboratorial e há um intenso movimento de investimento na construção de plantas industriais nos próximos anos para começar a atender a demanda nacional e a exportação.
Mato Grosso do Sul é um dos líderes da corrida do biodiesel no Brasil. O Estado foi o quarto a estruturar uma câmara setorial para definir uma política para o combustível, investe em pesquisa e já negocia com a Petrobras – segundo lembrou Egon – uma destilaria-piloto para produção. Este conjunto de fatores, aliado à posição estratégica do Estado e a vasta área de produção, é o que atrai o interesse dos investidores.
Na audiência com Egon, os representantes do Brasilinvest, Tecnal e Man explicaram a estratégia para a operação em MS. Os grupos pretendem pulverizar o investimento em pequenas plantas industriais nos assentamentos. Haverá uma destilaria maior e outras menores. “Algo centralizado não daria certo em se tratando de biodiesel”, disse Carvalho.
Egon explicou que o investimento que será feito pela Petrobras terá o efeito de também estimular a entrada de investidores privados no mercado do biodiesel.
Também estiveram na audiência o assessor da Secretaria de Estado de Produção e Turismo, Washington Luiz Valente e o superintendente Rubens Alves da Silva (Planejamento).