Na cidade a 168 quilômetros de Fortaleza, a estatal vai construir uma usina onde fabricará biodiesel a partir de mamona.
Já é certa a instalação de uma usina de biodiesel na cidade de Quixadá, a 168 quilômetros de Fortaleza. Apesar de ainda não ter formalizado a doação do terreno onde será construído o empreendimento, o prefeito do município, Ilário Marques (PT), tem como certo o investimento da Petrobras. Marques deveria ter se reunido nesta quinta-feira com membros da empresa, mas o encontro para assinatura do protocolo de doação do terreno foi adiado para a próxima semana. Aprovada pelo conselho de administração da Petrobras, a obra já está presente no orçamento de 2006.
Na reunião, Marques irá assinar documento que garante a doação de 15 hectares de terra, localizados no distrito de Juatama, próximo à rodovia e à ferrovia que passam no município. Outro item da pauta será a elaboração de um calendário de ações que antecedem a implantação da indústria, entre as quais, se destacam o detalhamento da construção e a realização de um seminário com os prefeitos daquela região para discutir a participação dos municípios.
Como adiantou o colunista Fábio Campos, na coluna Política do último dia 29, a primeira fase do investimento deve ser de US$ 35 milhões, para a produção de 100 mil hectares de mamona. Atualmente, de acordo com o prefeito, a produção daquela região não supera os 15 mil hectares. ''Vamos aumentar esse plantio imediatamente'', assegura.
Marques mensura em 25 mil o número de empregos a serem gerados pela indústria, entre diretos e indiretos. A construção deve começar em março de 2006, com previsão de término em 12 meses. Segundo Marques, o processo de negociação da Petrobras é acompanhado pela Secretaria de Agricultura do Estado (Seagri) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce).
Ciente da importância que o investimento terá para o Ceará como um todo, o prefeito afirma ter conversado pessoalmente com o governador do Estado, Lúcio Alcântara. Agora, ele aguarda uma audiência com o governo estadual, para definir questões de infra-estrutura, como energia elétrica para a região. A Petrobras deve instalar outras duas empresas como essa no País. Uma delas na Bahia e outra em Minas Gerais.
Já é certa a instalação de uma usina de biodiesel na cidade de Quixadá, a 168 quilômetros de Fortaleza. Apesar de ainda não ter formalizado a doação do terreno onde será construído o empreendimento, o prefeito do município, Ilário Marques (PT), tem como certo o investimento da Petrobras. Marques deveria ter se reunido nesta quinta-feira com membros da empresa, mas o encontro para assinatura do protocolo de doação do terreno foi adiado para a próxima semana. Aprovada pelo conselho de administração da Petrobras, a obra já está presente no orçamento de 2006.
Na reunião, Marques irá assinar documento que garante a doação de 15 hectares de terra, localizados no distrito de Juatama, próximo à rodovia e à ferrovia que passam no município. Outro item da pauta será a elaboração de um calendário de ações que antecedem a implantação da indústria, entre as quais, se destacam o detalhamento da construção e a realização de um seminário com os prefeitos daquela região para discutir a participação dos municípios.
Como adiantou o colunista Fábio Campos, na coluna Política do último dia 29, a primeira fase do investimento deve ser de US$ 35 milhões, para a produção de 100 mil hectares de mamona. Atualmente, de acordo com o prefeito, a produção daquela região não supera os 15 mil hectares. ''Vamos aumentar esse plantio imediatamente'', assegura.
Marques mensura em 25 mil o número de empregos a serem gerados pela indústria, entre diretos e indiretos. A construção deve começar em março de 2006, com previsão de término em 12 meses. Segundo Marques, o processo de negociação da Petrobras é acompanhado pela Secretaria de Agricultura do Estado (Seagri) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Ceará (Ematerce).
Ciente da importância que o investimento terá para o Ceará como um todo, o prefeito afirma ter conversado pessoalmente com o governador do Estado, Lúcio Alcântara. Agora, ele aguarda uma audiência com o governo estadual, para definir questões de infra-estrutura, como energia elétrica para a região. A Petrobras deve instalar outras duas empresas como essa no País. Uma delas na Bahia e outra em Minas Gerais.