Braga anseia, dentro de ano e meio, à criação de uma unidade de produção do combustível energético alternativo do biodiesel, cujo projecto, em fase de elaboração final, será apresentado, na próxima semana, na Comissão Regional de Desenvolvimento da Região Norte. Enquadrado no EcoParque Braval, o projecto prevê, numa estimativa inicial, recolher cerca de 500 mil litros de óleos alimentares usados, provenientes dos sectores de restauração e similares, doméstico e industrial dos seis municípios abrangidos pela Braval, Tratamento e Valorização de Resíduos Sólidos, SA.
Braval, Transportes Urbanos de Braga (TUB) e Empresa de Águas, Resíduos e Efluentes de Braga (Agere) são os parceiros envolvidos neste projecto energético que poderá, ainda, envolver a empresa "Space Combustíveis", radicada em Vila Nova de Famalicão, que labora já na produção do biodiesel. Contudo, segundo Pedro Machado, administrador-delegado da Braval, o projecto - apesar de dar agora os primeiros passos - está dependente do Pedido de Informação Prévia (PIP), solicitado à Direcção Geral de Energia (DGE). "Neste momento, esperamos pelo parecer da DGE para que possam aceitar a nossa produção do biodiesel na rede nacional, sendo nosso objectivo que, num espaço de quatro anos, se produza já 7% do consumo energético na região", disse.
De resto, conforme sublinhou Vitor Sousa, administrador-delegado dos TUB, os transportes urbanos estimam que, numa primeira fase, "possam consumir cerca de 100 mil litros de biodiesel por mês". Daí que, nesta fase, os TUB sejam a primeira entidade a avançar com os testes do biodiesel em 10 viaturas, num total de consumos de 10 mil litros mensais.
Por outro lado, o projecto do biodiesel prevê parcerias privadas, tendo em vista a criação de uma unidade de produção energética e a sua distribuição e comercialização no mercado.
De recordar que a Braval avançou, no ano transacto, com o EcoParque, um investimento de 10 milhões de euros, que contempla, numa primeira fase, uma Digestão Anaeróbica.
Braval, Transportes Urbanos de Braga (TUB) e Empresa de Águas, Resíduos e Efluentes de Braga (Agere) são os parceiros envolvidos neste projecto energético que poderá, ainda, envolver a empresa "Space Combustíveis", radicada em Vila Nova de Famalicão, que labora já na produção do biodiesel. Contudo, segundo Pedro Machado, administrador-delegado da Braval, o projecto - apesar de dar agora os primeiros passos - está dependente do Pedido de Informação Prévia (PIP), solicitado à Direcção Geral de Energia (DGE). "Neste momento, esperamos pelo parecer da DGE para que possam aceitar a nossa produção do biodiesel na rede nacional, sendo nosso objectivo que, num espaço de quatro anos, se produza já 7% do consumo energético na região", disse.
De resto, conforme sublinhou Vitor Sousa, administrador-delegado dos TUB, os transportes urbanos estimam que, numa primeira fase, "possam consumir cerca de 100 mil litros de biodiesel por mês". Daí que, nesta fase, os TUB sejam a primeira entidade a avançar com os testes do biodiesel em 10 viaturas, num total de consumos de 10 mil litros mensais.
Por outro lado, o projecto do biodiesel prevê parcerias privadas, tendo em vista a criação de uma unidade de produção energética e a sua distribuição e comercialização no mercado.
De recordar que a Braval avançou, no ano transacto, com o EcoParque, um investimento de 10 milhões de euros, que contempla, numa primeira fase, uma Digestão Anaeróbica.