Petrobras contrata pesquisador do Cenea para desenvolver pesquisa de produção de biodiesel através de microalgas.
Petrobras contrata pesquisador do Cenea para desenvolver pesquisa de produção de biodiesel através de microalgas.
O Centro de Energias Alternativas e Meio Ambiente (Cenea), que opera com a Universidade Federal do Ceará sob a liderança do professor e pesquisador Osvaldo Carioca, foi contratado pela Petrobras para desenvolver, a partir de janeiro, uma pesquisa visando à produção de biodiesel na vinhaça de uma destilaria de alcool, utilizando como fonte produtora microalgas criadas em ambiente aquoso.
Este é só um lado do que se passa no Cenea, cujas pesquisas em torno da produção de biodiesel a partir de microalgas foram apresentadas há 15 dias em um congresso mundial de biotecnologia, realizado na China. Os estudos do Cenea — mostrados nesse evento pelo professor Carioca — revelaram que, enquanto a soja produz 300 a 500 litros de óleo por hectare/ano e o dendê até quatro mil litros por hectare/ano, o óleo extraído de microalgas alcança a incrível produtividade de 20 mil a 30 mil litros por hectare/ano. “Esses números são semelhantes aos apresentados também, no mesmo congresso, pelos pesquisadores da Alemanha, Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Canadá e China. Acho que estamos perto de uma revolução. E acho também que, do ponto de vista da economicidade, só as microalgas viabilizarão o biodiesel, aqui e no resto do mundo”, assinalou Osvaldo Carioca.
Diante do que foi apresentado na China, a idéia agora é juntar em uma só todas as pesquisas em torno de microalgas para a produção de biodiesel. A propósito: para acelerar a pesquisa encomenda pela Petrobras — que já liberou R$ 1,1 milhão para a instalação de uma mini destilaria de alcool no interior do campus da UFC no Pici — o Centro de Energias Alternativas e Meio Ambiente vai tentar desenvolver microalgas nos açudes cearenses, para o que já dispõe de dez espécies. Será escolhida a espécie que registrar o maior e mais rápido crescimento. “Estamos fazendo pesquisas com microalgas em vários ambientes — na água doce, na água salgada e até dentro de redes de esgoto”, revelou Osvaldo Carioca.
Diário do Nordeste - por Egídio Serpa
O Centro de Energias Alternativas e Meio Ambiente (Cenea), que opera com a Universidade Federal do Ceará sob a liderança do professor e pesquisador Osvaldo Carioca, foi contratado pela Petrobras para desenvolver, a partir de janeiro, uma pesquisa visando à produção de biodiesel na vinhaça de uma destilaria de alcool, utilizando como fonte produtora microalgas criadas em ambiente aquoso.
Este é só um lado do que se passa no Cenea, cujas pesquisas em torno da produção de biodiesel a partir de microalgas foram apresentadas há 15 dias em um congresso mundial de biotecnologia, realizado na China. Os estudos do Cenea — mostrados nesse evento pelo professor Carioca — revelaram que, enquanto a soja produz 300 a 500 litros de óleo por hectare/ano e o dendê até quatro mil litros por hectare/ano, o óleo extraído de microalgas alcança a incrível produtividade de 20 mil a 30 mil litros por hectare/ano. “Esses números são semelhantes aos apresentados também, no mesmo congresso, pelos pesquisadores da Alemanha, Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália, Canadá e China. Acho que estamos perto de uma revolução. E acho também que, do ponto de vista da economicidade, só as microalgas viabilizarão o biodiesel, aqui e no resto do mundo”, assinalou Osvaldo Carioca.
Diante do que foi apresentado na China, a idéia agora é juntar em uma só todas as pesquisas em torno de microalgas para a produção de biodiesel. A propósito: para acelerar a pesquisa encomenda pela Petrobras — que já liberou R$ 1,1 milhão para a instalação de uma mini destilaria de alcool no interior do campus da UFC no Pici — o Centro de Energias Alternativas e Meio Ambiente vai tentar desenvolver microalgas nos açudes cearenses, para o que já dispõe de dez espécies. Será escolhida a espécie que registrar o maior e mais rápido crescimento. “Estamos fazendo pesquisas com microalgas em vários ambientes — na água doce, na água salgada e até dentro de redes de esgoto”, revelou Osvaldo Carioca.
Diário do Nordeste - por Egídio Serpa