Quando o projeto para produção de biodiesel estiver em operação no País, Minas Gerais será um dos estados com melhores condições para produção em grande escala.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) pesquisa o assunto há dez anos no Norte de Minas e Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Os investimentos acontecem nas áreas de tecnologia, pesquisas, testes e na busca de parcerias para a geração de resultados do projeto no Estado.
A Epamig tem hoje dez unidades de produção de sementes e mudas de mamona e girassol na região. As áreas cultivadas serão ampliadas para outros municípios em 2006.
Este ano também serão disponibilizadas 85 toneladas de sementes a produtores interessados em cultivarem as plantas oleaginosas (girassol e mamona são alguns exemplos) que são utilizadas na composição do biodiesel.
“Minas se antecipou ao Programa do Biodiesel do Governo Federal e tem hoje grande potencial para produção desse combustível natural que é uma tendência em todo o mundo”, afirma Baldonedo Napoleão, presidente da Epamig.
A produção das oleaginosas no semi-árido é voltada para o desenvolvimento de alternativas ligadas a programas de agricultura familiar em regiões carentes para geração de emprego e renda.
O chefe da Epamig no Norte de Minas, Marco Antônio Viana Leite, diz que a expectativa é que sejam gerados cerca de 50 mil empregos diretos e indiretos com o crescimento da produção e abertura de usinas.
“Se tudo acontecer como o previsto, terá um impacto muito grande na região que é carente de empregos. Além disso, o plantio do pinhão manso será uma oportunidade para alternar as culturas atuais, como o algodão e o feijão, que já estão se esgotando”, avalia o presidente da Epamig.
A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) pesquisa o assunto há dez anos no Norte de Minas e Vales do Jequitinhonha e Mucuri. Os investimentos acontecem nas áreas de tecnologia, pesquisas, testes e na busca de parcerias para a geração de resultados do projeto no Estado.
A Epamig tem hoje dez unidades de produção de sementes e mudas de mamona e girassol na região. As áreas cultivadas serão ampliadas para outros municípios em 2006.
Este ano também serão disponibilizadas 85 toneladas de sementes a produtores interessados em cultivarem as plantas oleaginosas (girassol e mamona são alguns exemplos) que são utilizadas na composição do biodiesel.
“Minas se antecipou ao Programa do Biodiesel do Governo Federal e tem hoje grande potencial para produção desse combustível natural que é uma tendência em todo o mundo”, afirma Baldonedo Napoleão, presidente da Epamig.
A produção das oleaginosas no semi-árido é voltada para o desenvolvimento de alternativas ligadas a programas de agricultura familiar em regiões carentes para geração de emprego e renda.
O chefe da Epamig no Norte de Minas, Marco Antônio Viana Leite, diz que a expectativa é que sejam gerados cerca de 50 mil empregos diretos e indiretos com o crescimento da produção e abertura de usinas.
“Se tudo acontecer como o previsto, terá um impacto muito grande na região que é carente de empregos. Além disso, o plantio do pinhão manso será uma oportunidade para alternar as culturas atuais, como o algodão e o feijão, que já estão se esgotando”, avalia o presidente da Epamig.