O grupo português HLC vai produzir óleos
vegetais no Brasil para enviar Portugal, onde o material será
transformado em biodiesel, informou hoje o diretor da HLC no Brasil,
Armando de Almeida Ferreira.
O óleo será produzido nas cidades de Petrolina (Pernambuco) e Tefé (Amazonas), a partir de plantações de soja, mamona e da árvore pinheiro manso.
A matéria-prima será enviada para a unidade do grupo em Portugal para a produção de biodiesel, afirmou Ferreira, durante um encontro luso-brasileiro sobre energia, que ocorreu em São Paulo.
O executivo adiantou que a construção da central já obteve o licenciamento das autoridades ambientais, mas que depende agora da concessão de financiamento por parte do governo brasileiro.
"Queremos que pelo menos 80% do projeto seja financiado pelo governo brasileiro, sendo que o restante será de capital próprio", disse o responsável, em São Paulo.
A construção da central de Volta Redonda insere-se num conjunto de oito projetos eólicos que o grupo português estuda construir no Brasil, num investimento de R$ 2,5 bilhões de reais.
O grupo aguarda também a definição do regulador brasileiro quanto às futuras regras para comercialização das energias renováveis.
Um dos principais problemas é que o regulador brasileiro exige que 60% dos equipamentos utilizados nessas centrais sejam de fabricação brasileira.
"A questão é que atualmente o único fabricante brasileiro de turbinas, por exemplo, já não aceita mais encomendas porque atingiu o limite de sua capacidade de produção", disse.
O grupo português está negociando com os fabricantes de turbinas Suzlon (Índia) e Nordex (Dinamarca) uma possível participação nos projetos no Brasil.
A projeção é de que serão necessárias 175 turbinas para os oito projetos já com as licenças ambientais, nos estados da região Nordeste e no Rio de Janeiro, num total de 706 megawatts.
O grupo português HLC iniciou suas atividades no Brasil, no fim do ano passado, depois de adquirir os ativos da SIF, subsidiária da francesa EDF.
O óleo será produzido nas cidades de Petrolina (Pernambuco) e Tefé (Amazonas), a partir de plantações de soja, mamona e da árvore pinheiro manso.
A matéria-prima será enviada para a unidade do grupo em Portugal para a produção de biodiesel, afirmou Ferreira, durante um encontro luso-brasileiro sobre energia, que ocorreu em São Paulo.
Central eólica
O grupo HLC também planeja construir no Brasil a maior central eólica do mundo, com capacidade para produzir 300 megawatts. A unidade seria implantada no Estado do Ceará, de acordo com o diretor do grupo para o Brasil.O executivo adiantou que a construção da central já obteve o licenciamento das autoridades ambientais, mas que depende agora da concessão de financiamento por parte do governo brasileiro.
"Queremos que pelo menos 80% do projeto seja financiado pelo governo brasileiro, sendo que o restante será de capital próprio", disse o responsável, em São Paulo.
A construção da central de Volta Redonda insere-se num conjunto de oito projetos eólicos que o grupo português estuda construir no Brasil, num investimento de R$ 2,5 bilhões de reais.
O grupo aguarda também a definição do regulador brasileiro quanto às futuras regras para comercialização das energias renováveis.
Um dos principais problemas é que o regulador brasileiro exige que 60% dos equipamentos utilizados nessas centrais sejam de fabricação brasileira.
"A questão é que atualmente o único fabricante brasileiro de turbinas, por exemplo, já não aceita mais encomendas porque atingiu o limite de sua capacidade de produção", disse.
O grupo português está negociando com os fabricantes de turbinas Suzlon (Índia) e Nordex (Dinamarca) uma possível participação nos projetos no Brasil.
A projeção é de que serão necessárias 175 turbinas para os oito projetos já com as licenças ambientais, nos estados da região Nordeste e no Rio de Janeiro, num total de 706 megawatts.
O grupo português HLC iniciou suas atividades no Brasil, no fim do ano passado, depois de adquirir os ativos da SIF, subsidiária da francesa EDF.