SÃO LUÍS - Os nove estados que compõem a Amazônia Legal estão articulando entre si a ampliação das relações econômicas e mais especificamente o desenvolvimento de um programa de produção e distribuição de biocombustível na região. A Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema), que participou ontem de encontro sobre o tema em Manaus, defende que as instituições locais – tanto governamentais quanto privadas – devam elaborar um programa único no sentido de somar esforços em prol do crescimento da agroindústria maranhense.
Participam do Programa de Integração Intra-Regional da Amazônia os estados do Maranhão, Amazonas, Pará, Rondônia, Acre, Amapá, Mato Grosso, Roraima e Tocantins. Juntos, eles têm 23,6 milhões de habitantes, ou seja, 13% da população brasileira. O Produto Interno Bruto da região, em 2005, de acordo com dados da Agência de Desenvolvimento da Amazônia, foi de R$ 150 milhões.
A agropecuária ocupa 13 milhões de hectares e os principais produtos são soja, milho, arroz, algodão, mandioca e banana. As ações regionais para produção e distribuição de combustível limpo, segundo o debate ocorrido no I Encontro Amazônico do Biocombustível, terão como ponto de partida o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNLP), do Governo Federal.
Oportunidades
“A agricultura e a agroindústria são algumas das melhores oportunidades de investimento no Maranhão visando não somente a produção de soja, como o beneficiamento dessa matéria-prima com a fabricação de farelo, ração e óleo; indústrias de álcool e açúcar; beneficiamento de peixes, aves e suínos e fruticultura”, explicou o coordenador do Plano Estratégico de Desenvolvimento Industrial do Maranhão, o economista Marco Antonio Moura da Silva, que esteve em Manaus representando a Fiema.
Para que a economia do Maranhão cresça não somente na área do agronegócio, mas em setores estratégicos como mínero-metalurgia, turismo, infra-estrutura, pecuária e couro será necessário muito mais. “Insisto que governo e iniciativa privada precisam, entre outras coisas, implementar estratégias de desenvolvimento sustentável da indústria”, disse Moura.
Participam do Programa de Integração Intra-Regional da Amazônia os estados do Maranhão, Amazonas, Pará, Rondônia, Acre, Amapá, Mato Grosso, Roraima e Tocantins. Juntos, eles têm 23,6 milhões de habitantes, ou seja, 13% da população brasileira. O Produto Interno Bruto da região, em 2005, de acordo com dados da Agência de Desenvolvimento da Amazônia, foi de R$ 150 milhões.
A agropecuária ocupa 13 milhões de hectares e os principais produtos são soja, milho, arroz, algodão, mandioca e banana. As ações regionais para produção e distribuição de combustível limpo, segundo o debate ocorrido no I Encontro Amazônico do Biocombustível, terão como ponto de partida o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNLP), do Governo Federal.
Oportunidades
“A agricultura e a agroindústria são algumas das melhores oportunidades de investimento no Maranhão visando não somente a produção de soja, como o beneficiamento dessa matéria-prima com a fabricação de farelo, ração e óleo; indústrias de álcool e açúcar; beneficiamento de peixes, aves e suínos e fruticultura”, explicou o coordenador do Plano Estratégico de Desenvolvimento Industrial do Maranhão, o economista Marco Antonio Moura da Silva, que esteve em Manaus representando a Fiema.
Para que a economia do Maranhão cresça não somente na área do agronegócio, mas em setores estratégicos como mínero-metalurgia, turismo, infra-estrutura, pecuária e couro será necessário muito mais. “Insisto que governo e iniciativa privada precisam, entre outras coisas, implementar estratégias de desenvolvimento sustentável da indústria”, disse Moura.