O projeto Unidade Demonstrativa para Produção de Biodiesel de Mamona no Extremo Sul do Rio Grande do Sul, associado à Agricultura Familiar da Fundação Universidade Federal de Rio Grande (Furg), terá apoio do governo federal, podendo receber auxílio de até R$ 500 mil. A Furg está entre as cinco instituições vencedoras, em todo o país, de edital da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia (Finep/MCT). Este é o terceiro importante projeto da Furg aprovado em editais nacionais, nos últimos dois meses. Os outros constam dos editais CTInfra, do MCT (no valor de R$ 800 mil) e do Programa Petrobras Fome Zero (R$ 500 mil).
Trata-se de mais um projeto de aproveitamento de matéria-prima agrícola para a produção de combustível - de biodiesel, no caso. Recentemente, foi lançado em Pelotas o Programa de Biodiesel para a Metade Sul, em reunião de que participaram, inclusive, representantes de 25 municípios da região. A empresa Brasil Ecodiesel planeja instalar na Zona Sul uma base industrial com capacidade de processar 30 mil toneladas anuais de grãos para a produção do referido combustível. Participam do Plano Nacional de Agroenergia a Embrapa e mais 37 instituições de ensino e pesquisa. O projeto abrange, na primeira etapa, as cadeias produtivas da mamona, soja, girassol, canola e dendê.
O referido projeto de pesquisa e produção industrial de biodiesel, a partir da mamona, tem a coordenação da Furg e como parceiros a prefeitura de Rio Grande, Universidade Federal de Pelotas, Embrapa Clima Temperado e Associação Comunitária da Vila da Quinta, responsável pela seleção de 15 famílias de pequenos produtores que irão plantar, em parte de suas terras, a matéria-prima do projeto - a mamona. A orientação técnica será proporcionada pela Embrapa e patrulhas agrícolas da prefeitura rio-grandina. O governo municipal também comprará e doará as sementes, além de adquirir a produção das famílias, repassando-a à Furg. Será feita pela Furg a pesquisa e produção do biodiesel, cabendo aos pesquisadores da UFPel a avaliação da qualidade.
Outro aspecto relevante é que o projeto prevê a construção de planta industrial-piloto para a produção do óleo, com capacidade para meia tonelada por dia. Além disso, abrange desde a plantação, qualidade da mamona e do biodiesel, até a organização das famílias em sistema cooperativo.
Têm muita importância esse e outros projetos de geração de energia alternativa, ou seja, não dependentes do petróleo. No caso da Zona Sul, especificamente, as minas de carvão de Candiota são uma importante fonte de energia, que ainda tem muita potencialidade por aproveitar. A região também apresenta condições favoráveis à exploração da energia eólica, conforme experiências feitas em Santa Vitória do Palmar e resultados de pesquisas executadas pela UFPel. Mas são necessárias iniciativas das lideranças da Zona Sul para assegurar a instalação, brevemente, na região de gasoduto ou, pelo menos, de alguma outra forma de viabilizar a utilização, aqui, de gás natural. Esse fator será decisivo para definir o ritmo e os rumos do desenvolvimento regional.
Trata-se de mais um projeto de aproveitamento de matéria-prima agrícola para a produção de combustível - de biodiesel, no caso. Recentemente, foi lançado em Pelotas o Programa de Biodiesel para a Metade Sul, em reunião de que participaram, inclusive, representantes de 25 municípios da região. A empresa Brasil Ecodiesel planeja instalar na Zona Sul uma base industrial com capacidade de processar 30 mil toneladas anuais de grãos para a produção do referido combustível. Participam do Plano Nacional de Agroenergia a Embrapa e mais 37 instituições de ensino e pesquisa. O projeto abrange, na primeira etapa, as cadeias produtivas da mamona, soja, girassol, canola e dendê.
O referido projeto de pesquisa e produção industrial de biodiesel, a partir da mamona, tem a coordenação da Furg e como parceiros a prefeitura de Rio Grande, Universidade Federal de Pelotas, Embrapa Clima Temperado e Associação Comunitária da Vila da Quinta, responsável pela seleção de 15 famílias de pequenos produtores que irão plantar, em parte de suas terras, a matéria-prima do projeto - a mamona. A orientação técnica será proporcionada pela Embrapa e patrulhas agrícolas da prefeitura rio-grandina. O governo municipal também comprará e doará as sementes, além de adquirir a produção das famílias, repassando-a à Furg. Será feita pela Furg a pesquisa e produção do biodiesel, cabendo aos pesquisadores da UFPel a avaliação da qualidade.
Outro aspecto relevante é que o projeto prevê a construção de planta industrial-piloto para a produção do óleo, com capacidade para meia tonelada por dia. Além disso, abrange desde a plantação, qualidade da mamona e do biodiesel, até a organização das famílias em sistema cooperativo.
Têm muita importância esse e outros projetos de geração de energia alternativa, ou seja, não dependentes do petróleo. No caso da Zona Sul, especificamente, as minas de carvão de Candiota são uma importante fonte de energia, que ainda tem muita potencialidade por aproveitar. A região também apresenta condições favoráveis à exploração da energia eólica, conforme experiências feitas em Santa Vitória do Palmar e resultados de pesquisas executadas pela UFPel. Mas são necessárias iniciativas das lideranças da Zona Sul para assegurar a instalação, brevemente, na região de gasoduto ou, pelo menos, de alguma outra forma de viabilizar a utilização, aqui, de gás natural. Esse fator será decisivo para definir o ritmo e os rumos do desenvolvimento regional.