O programa de testes veiculares do Grupo PSA Peugeot Citroën está avaliando a utilização do biodiesel etílico B30 de soja nos motores a diesel do Peugeot 206 1.9 e do Citroën Picasso 2.0. O combustível é chamado de B30 porque é resultado de uma mistura de 30% de biodiesel e 70% de diesel.
Juntos, os dois modelos rodaram mais de 160 mil quilômetros. "Nossa meta é que, em 2008, 5,75% dos nossos carros aceitem biocombustíveis. Mas, no Brasil, ainda temos que avaliar a regulamentação do governo", diz Pierre Macaudiere, responsável pelo desenvolvimento de biocombustíveis da PSA.
“A intenção do grupo é buscar nas plantas oleaginosas e na cana-de-açúcar uma fonte de energia 100% renovável e brasileira”, explica ele. "Para isso, temos um projeto com pesquisadores do Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas da USP que está superando nossas expectativas."
A PSA já conta na França com mais de 800 veículos da frota interna rodando com biodiesel B30 metílico de canola. "Somos a favor do biocombustível porque, além do benefício ambiental e para a agricultura, o motor pode utilizá-lo sem grandes modificações técnicas."
Um dos maiores problemas dos motores a diesel é a emissão de partículas sólidas pelo escape - a tradicional fumaça preta que vemos sair dos escapamentos dos barulhentos caminhões (cena comum no Brasil). Mas isso é raro na França, já que lá os veículos são mais modernos e contam com um filtro que retém e destrói as partículas de carbono e hidrocarbonetos que não foram queimadas na combustão.
Juntos, os dois modelos rodaram mais de 160 mil quilômetros. "Nossa meta é que, em 2008, 5,75% dos nossos carros aceitem biocombustíveis. Mas, no Brasil, ainda temos que avaliar a regulamentação do governo", diz Pierre Macaudiere, responsável pelo desenvolvimento de biocombustíveis da PSA.
“A intenção do grupo é buscar nas plantas oleaginosas e na cana-de-açúcar uma fonte de energia 100% renovável e brasileira”, explica ele. "Para isso, temos um projeto com pesquisadores do Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas da USP que está superando nossas expectativas."
A PSA já conta na França com mais de 800 veículos da frota interna rodando com biodiesel B30 metílico de canola. "Somos a favor do biocombustível porque, além do benefício ambiental e para a agricultura, o motor pode utilizá-lo sem grandes modificações técnicas."
Um dos maiores problemas dos motores a diesel é a emissão de partículas sólidas pelo escape - a tradicional fumaça preta que vemos sair dos escapamentos dos barulhentos caminhões (cena comum no Brasil). Mas isso é raro na França, já que lá os veículos são mais modernos e contam com um filtro que retém e destrói as partículas de carbono e hidrocarbonetos que não foram queimadas na combustão.