O Brasil tem um longo caminho pela frente para avançar na produção do biodiesel, combustível renovável feito a partir de oleaginosas, como soja, mamona, dendê e girassol. Essa foi a conclusão da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e Biodiesel, que teve a primeira reunião realizada ontem na Embrapa.
Um dos objetivos da Câmara, formada por representantes da iniciativa privada e do governo, é tentar correr contra o tempo para buscar soluções para o setor que ainda tem pouca capacidade instalada para cumprir uma demanda compulsória. Por lei, a partir de 2008, 2% da mistura do diesel deve ser substituído por biodiesel, o que equivale a 1 bilhão de litros, um quinto do óleo de soja produzido no Brasil, segundo o presidente da Câmara, Carlo Lovatelli. Já a partir de 2013, a porcentagem de mistura sobe para 5%, o que equivale a 2,4 bilhões de litros.
Segundo Lovatelli, o Brasil tem condições territoriais de produzir o biodiesel, mas ainda falta avaliar a viabilidade econômica, melhorar a logística do país e discutir sobre a tributação do combustível renovável, considerada alta pelo setor.
"Os grandes problemas são a viabilidade econômica e os processos de cada uma das cadeias, além dificuldades conhecidas, como as questões tributária e logística", afirmou o presidente da câmara setorial.
Segundo Lovatelli, a idéia é conversar com o governo para que a tributação do setor possa ser atenuada ou compensada.
Um dos objetivos da Câmara, formada por representantes da iniciativa privada e do governo, é tentar correr contra o tempo para buscar soluções para o setor que ainda tem pouca capacidade instalada para cumprir uma demanda compulsória. Por lei, a partir de 2008, 2% da mistura do diesel deve ser substituído por biodiesel, o que equivale a 1 bilhão de litros, um quinto do óleo de soja produzido no Brasil, segundo o presidente da Câmara, Carlo Lovatelli. Já a partir de 2013, a porcentagem de mistura sobe para 5%, o que equivale a 2,4 bilhões de litros.
Segundo Lovatelli, o Brasil tem condições territoriais de produzir o biodiesel, mas ainda falta avaliar a viabilidade econômica, melhorar a logística do país e discutir sobre a tributação do combustível renovável, considerada alta pelo setor.
"Os grandes problemas são a viabilidade econômica e os processos de cada uma das cadeias, além dificuldades conhecidas, como as questões tributária e logística", afirmou o presidente da câmara setorial.
Segundo Lovatelli, a idéia é conversar com o governo para que a tributação do setor possa ser atenuada ou compensada.