Elaborar uma metodologia para criação, por parte do governo federal, de uma base de dados sobre o potencial energético dos estados, especialmente na região Nordeste.
Com este objetivo, técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Secretaria Executiva de Planejamento, Universidade Federal de Alagoas e representantes de municípios que integram a grande Maceió participaram ontem, no auditório da Seplan, de uma oficina de trabalho sobre Planejamento Energético. O evento é uma parceria entre a Agência de Desenvolvimento do Nordeste (Adene) –antiga Sudenee Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão federal vinculado ao Ministério das Minas e Energia que tem como objetivo a prestação de serviços na área de pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético nacional em campos como energia elétrica, petróleo, gás natural e eficiência energética. Segundo a coordenadora de Inovação Tecnológica da Adene, Maria Helena de Castro Lima, o trabalho é de fundamental importância para atrair investimentos e evitar futuros colapsos de energia. Para isso, foram discutidas todas as formas de energia encontradas no Estado, incluindo o biodiesel e gás natural, alternativa para a energia elétrica. Ela informa que amanhã, a oficina será realizada em Fortaleza. "A EPE e Adene estão dando uma importância especial à região Leste do Nordeste", explica.
Instituída pelo Governo federal em 2004, a EPE teve a sua implantação baseada na necessidade de o País viabilizar instrumentos que efetivarão o exercício qualificado dos estudos de planejamento da matriz energética brasileira, visando à rápida expansão do sistema elétrico para evitar seu colapso. Nesse sentido, a empresa permitirá ao governo elaborar uma política energética que assegure a disponibilidade de energia a preços razoáveis, o que constitui requisito indispensável ao desenvolvimento da economia
.
Entre os projetos que são de responsabilidades da empresa, está a elaboração do Plano Decenal de Expansão, no qual serão relacionadas, por ordem decrescente economicamente, as usinas a serem construídas para atender ao crescimento do consumo. Além disso, ela é responsável por todos os estudos sobre o setor, desde os potenciais hidráulicos até os relativos às questões ambientais.
Com este objetivo, técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Secretaria Executiva de Planejamento, Universidade Federal de Alagoas e representantes de municípios que integram a grande Maceió participaram ontem, no auditório da Seplan, de uma oficina de trabalho sobre Planejamento Energético. O evento é uma parceria entre a Agência de Desenvolvimento do Nordeste (Adene) –antiga Sudenee Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão federal vinculado ao Ministério das Minas e Energia que tem como objetivo a prestação de serviços na área de pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético nacional em campos como energia elétrica, petróleo, gás natural e eficiência energética. Segundo a coordenadora de Inovação Tecnológica da Adene, Maria Helena de Castro Lima, o trabalho é de fundamental importância para atrair investimentos e evitar futuros colapsos de energia. Para isso, foram discutidas todas as formas de energia encontradas no Estado, incluindo o biodiesel e gás natural, alternativa para a energia elétrica. Ela informa que amanhã, a oficina será realizada em Fortaleza. "A EPE e Adene estão dando uma importância especial à região Leste do Nordeste", explica.
Instituída pelo Governo federal em 2004, a EPE teve a sua implantação baseada na necessidade de o País viabilizar instrumentos que efetivarão o exercício qualificado dos estudos de planejamento da matriz energética brasileira, visando à rápida expansão do sistema elétrico para evitar seu colapso. Nesse sentido, a empresa permitirá ao governo elaborar uma política energética que assegure a disponibilidade de energia a preços razoáveis, o que constitui requisito indispensável ao desenvolvimento da economia
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Entre os projetos que são de responsabilidades da empresa, está a elaboração do Plano Decenal de Expansão, no qual serão relacionadas, por ordem decrescente economicamente, as usinas a serem construídas para atender ao crescimento do consumo. Além disso, ela é responsável por todos os estudos sobre o setor, desde os potenciais hidráulicos até os relativos às questões ambientais.