Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA) há sinais claros de que a transição energética dos combustíveis fósseis para a energia renovável está – finalmente – acontecendo. Isso está abrindo novas perspectivas de crescimento para as fontes renováveis, incluindo os biocombustíveis, cujo consumo pode chegar a triplicar até 2040.
Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA) há sinais claros de que a transição energética dos combustíveis fósseis para a energia renovável está – finalmente – acontecendo. Isso está abrindo novas perspectivas de crescimento para as fontes renováveis, incluindo os biocombustíveis, cujo consumo pode chegar a triplicar até 2040.
De acordo com os cenários traçados pela equipe da IEA como parte da edição 2015 do World Energy Outlook (WEO 2015), se as atuais políticas de apoio aos biocombustíveis forem mantidas no longo prazo, o uso de combustíveis renováveis pelo setor de transportes deverá sair dos cerca de 1,5 milhões de barris de óleo equivalente diários (mboe/d) e triplicar ultrapassando a marca dos 4 mboe/d por volta de 2040.
Fatorado o crescimento da demanda como um todo, isso equivaleria a aumentar o share dos biocombustíveis de 3% em 2013 para mais de 6% da demanda global de combustíveis líquidos nos próximos 35 anos. Chegar nesse patamar exigirá investimentos estimados em US$ 15 bilhões por ano até o final do período. Esse investimento deverá ser concentrado principalmente nos Estados Unidos, Brasil, União Europeia, China e Índia.
Esse consumo equivale a trocar de 636 milhões de litros diários em derivados de petróleo pelo equivalente por biocombustíveis. Desse volume, a expectativa do IEA é que 70% seja abastecida com etanol e os 30% restantes venha da produção de biodiesel.
E esse é o cenário apenas moderadamente otimista traçado pela IEA. No mais otimista deles, a demanda por biocombustíveis pode chegar a 1,5 bilhão de litros ao dia em 2040
Óleo barato
Paradoxalmente, o que estaria destravando essa mudança é a queda nas cotações do petróleo que estaria permitindo a diversos países começarem a se desfazer dos subsídios concedidos aos fósseis. Isso limparia o caminho para um crescimento mais robusto das fontes renováveis no longo prazo. “Seria um erro grave de nossa parte condicionar nossa atenção à segurança energética ao preço do petróleo”, analisou o diretor executivo da IEA, Fatih Birol.
O resumo executivo do estudo pode ser baixado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA) há sinais claros de que a transição energética dos combustíveis fósseis para a energia renovável está – finalmente – acontecendo. Isso está abrindo novas perspectivas de crescimento para as fontes renováveis, incluindo os biocombustíveis, cujo consumo pode chegar a triplicar até 2040.
De acordo com os cenários traçados pela equipe da IEA como parte da edição 2015 do World Energy Outlook (WEO 2015), se as atuais políticas de apoio aos biocombustíveis forem mantidas no longo prazo, o uso de combustíveis renováveis pelo setor de transportes deverá sair dos cerca de 1,5 milhões de barris de óleo equivalente diários (mboe/d) e triplicar ultrapassando a marca dos 4 mboe/d por volta de 2040.
Fatorado o crescimento da demanda como um todo, isso equivaleria a aumentar o share dos biocombustíveis de 3% em 2013 para mais de 6% da demanda global de combustíveis líquidos nos próximos 35 anos. Chegar nesse patamar exigirá investimentos estimados em US$ 15 bilhões por ano até o final do período. Esse investimento deverá ser concentrado principalmente nos Estados Unidos, Brasil, União Europeia, China e Índia.
Esse consumo equivale a trocar de 636 milhões de litros diários em derivados de petróleo pelo equivalente por biocombustíveis. Desse volume, a expectativa do IEA é que 70% seja abastecida com etanol e os 30% restantes venha da produção de biodiesel.
E esse é o cenário apenas moderadamente otimista traçado pela IEA. No mais otimista deles, a demanda por biocombustíveis pode chegar a 1,5 bilhão de litros ao dia em 2040
Óleo barato
Paradoxalmente, o que estaria destravando essa mudança é a queda nas cotações do petróleo que estaria permitindo a diversos países começarem a se desfazer dos subsídios concedidos aos fósseis. Isso limparia o caminho para um crescimento mais robusto das fontes renováveis no longo prazo. “Seria um erro grave de nossa parte condicionar nossa atenção à segurança energética ao preço do petróleo”, analisou o diretor executivo da IEA, Fatih Birol.
O resumo executivo do estudo pode ser baixado clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com