Um grupo que reúne cinco das maiores associações globais de fabricantes de biocombustíveis e do ramo de biotecnologia está somando esforços para pressionar os líderes mundiais reunidos em Paris para a COP 21 adotem metas para a troca de combustíveis fósseis por biocombustíveis sustentáveis. O grupo defende que até 15% da energia consumida no setor de transportes venham de biocombustíveis até 2030.
Um grupo que reúne cinco das maiores associações globais de fabricantes de biocombustíveis e de do ramo de biotecnologia está somando esforços para pressionar os líderes mundiais reunidos em Paris para a COP 21 adotem metas para a troca de combustíveis fósseis por biocombustíveis sustentáveis. O grupo defende que até 15% da energia consumida no setor de transportes venham de biocombustíveis até 2030.
O pleito setorial foi oficialmente lançado nesse domingo (06) durante num dos diversos eventos paralelos realizados na capital francesa para aproveitar a massa crítica criada pela 21ª Conferência das Partes (COP 21).
Atualmente, a atividade de transportes já é responsável por 14% das emissões globais de gases relacionados ao efeito estufa e, segundo as contas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), as emissões do setor devem dobrar até 2050 o que exigiria medidas preventivas agressivas por parte dos governos. “De acordo com o IPCC, as emissões do setor de transportes poderiam ser cortadas entre 15% a 40% por meio de ações políticas ‘agressivas e sustentadas’ o que inclui a redução da intensidade de carbono dos combustíveis substituindo os derivados do petróleo por biocombustíveis”, afirma o grupo na declaração em que lança a iniciativa.
Segundo o grupo que representa 330 empresas que, coletivamente, são responsáveis pela produção de aproximadamente 90% dos biocombustíveis consumidos no mundo, com os incentivos e políticas certas, seria possível movimentar até 27% do setor de transportes com biocombustíveis até 2050 o que evitaria a emissão de até 2,1 gigatoneladas de CO2 equivalente por ano.
Entre as vantagens dos biocombustíveis há o fato de que um grupo de 64 países já adotam algum tipo de política de incentivos e que pelos menos metade deles os incluíram nas estratégias nacionais para o enfrentamento das mudanças climáticas apresentadas em preparação para a COP 21 – os clamados iNDCs.
Além disso, os investimentos em biocombustíveis poderiam fortalecer o desenvolvimento rural criando oportunidades de geração de renda e riquezas em regiões menos desenvolvidas do globo.
Maior representante do complexo sucroalcooleiro do Brasil, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) é uma das signatárias do documento. Segundo a presidente da Unica, Elizabeth Farina, a comunidade internacional pode desprezar essa fonte de energia limpa. “Os biocombustíveis são praticamente a única solução para o setor de transportes que está disponível hoje em dia em escala comercial”, explica a representando do setor de etanol brasileiro.
Além da Unica, também assinam a declaração a European Renewable Ethanol (ePure), a Global Renewable Fuels Alliance (GRFA), a Renewable Fuels Association (RFA), a Canadian Renewable Fuels Association (CRFA) e a Biotechnology Industry Organization (BIO).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da assessoria de imprensa
Um grupo que reúne cinco das maiores associações globais de fabricantes de biocombustíveis e de do ramo de biotecnologia está somando esforços para pressionar os líderes mundiais reunidos em Paris para a COP 21 adotem metas para a troca de combustíveis fósseis por biocombustíveis sustentáveis. O grupo defende que até 15% da energia consumida no setor de transportes venham de biocombustíveis até 2030.
O pleito setorial foi oficialmente lançado nesse domingo (06) durante num dos diversos eventos paralelos realizados na capital francesa para aproveitar a massa crítica criada pela 21ª Conferência das Partes (COP 21).
Atualmente, a atividade de transportes já é responsável por 14% das emissões globais de gases relacionados ao efeito estufa e, segundo as contas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), as emissões do setor devem dobrar até 2050 o que exigiria medidas preventivas agressivas por parte dos governos. “De acordo com o IPCC, as emissões do setor de transportes poderiam ser cortadas entre 15% a 40% por meio de ações políticas ‘agressivas e sustentadas’ o que inclui a redução da intensidade de carbono dos combustíveis substituindo os derivados do petróleo por biocombustíveis”, afirma o grupo na declaração em que lança a iniciativa.
Segundo o grupo que representa 330 empresas que, coletivamente, são responsáveis pela produção de aproximadamente 90% dos biocombustíveis consumidos no mundo, com os incentivos e políticas certas, seria possível movimentar até 27% do setor de transportes com biocombustíveis até 2050 o que evitaria a emissão de até 2,1 gigatoneladas de CO2 equivalente por ano.
Entre as vantagens dos biocombustíveis há o fato de que um grupo de 64 países já adotam algum tipo de política de incentivos e que pelos menos metade deles os incluíram nas estratégias nacionais para o enfrentamento das mudanças climáticas apresentadas em preparação para a COP 21 – os clamados iNDCs.
Além disso, os investimentos em biocombustíveis poderiam fortalecer o desenvolvimento rural criando oportunidades de geração de renda e riquezas em regiões menos desenvolvidas do globo.
Maior representante do complexo sucroalcooleiro do Brasil, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) é uma das signatárias do documento. Segundo a presidente da Unica, Elizabeth Farina, a comunidade internacional pode desprezar essa fonte de energia limpa. “Os biocombustíveis são praticamente a única solução para o setor de transportes que está disponível hoje em dia em escala comercial”, explica a representando do setor de etanol brasileiro.
Além da Unica, também assinam a declaração a European Renewable Ethanol (ePure), a Global Renewable Fuels Alliance (GRFA), a Renewable Fuels Association (RFA), a Canadian Renewable Fuels Association (CRFA) e a Biotechnology Industry Organization (BIO).
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações da assessoria de imprensa