Embora a indústria global de biocombustíveis já não esteja crescendo com a robustez de alguns anos atrás, a capacidade instalada deverá avançar cerca de 11,5% até 2018. A projeção é da Lux Research, consultoria especializada em mercados de tecnologias emergentes.
Embora a indústria global de biocombustíveis já não esteja crescendo com a robustez de alguns anos atrás, a capacidade instalada deverá avançar cerca de 11,5% até 2018. A projeção é da Lux Research, consultoria especializada em mercados de tecnologias emergentes.
Segundo a pesquisa, até o final do ano passado, indústria global de biocombustíveis tinha uma capacidade instalada que totalizava 208,6 bilhões de litros por ano. Nos próximos três anos, esse número deverá avançar para 232,4 bilhões de litros anuais.
Desse montante, os biocombustíveis de 1ª geração – etanol e biodiesel – representarão 96%. A capacidade produtiva de etanol convencional deverá chegar a 151,4 9 bilhões de litros enquanto o biodiesel corresponderá 71,9 bilhões de litros. Mas seu crescimento médio anual será de apenas 2% enquanto os biocombustíveis de 2ª geração – fabricados a partir de biomassas residuais e/ou não convencionais – poderão apresentar crescimento anual de até 27%.
O maior crescimento virá da produção de biodiesel a partir de óleos e gorduras recuperados (OGRs) – categoria que reúne diversos tipos de matérias-primas como óleo de cozinha usado, alguns tipos de gorduras animais entre outras. Mais de metade da capacidade nova instalada entre hoje e 2018 virá de usinas especializadas nesse tipo de matéria-prima. O biodiesel de OGRs deverá totalizar 10,2 bilhões de litros em capacidade até o final do período.
Etanol celulósico e diesel renovável também avançarão, mas num ritmo muito mais modesto. Eles chegaram em 2018, com capacidade produtiva equivalente a 3,4 e 2,6 bilhões de litros, respectivamente.
“Enquanto o etanol e o biodiesel continuarão dominando o mercado atual (...) novos combustíveis serão cruciais para o futuro da indústria”, avalia o coordenador do estudo para a Lux, Victor Oh. As maiores oportunidades de crescimento no mercado estão em novas matérias-primas como óleos recuperados, biomassa não comestível e resíduos sólidos.
A indústria permanecerá concentrada no continente Americano com 64% da capacidade instalada no mundo. Estados Unidos e o Brasil manterão posição de liderança no mercado. Contudo, Argentina, China, Colômbia, França, Indonésia, Polônia, Portugal e Tailândia deverão emergir como grandes competidores nesse mercado.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
Embora a indústria global de biocombustíveis já não esteja crescendo com a robustez de alguns anos atrás, a capacidade instalada deverá avançar cerca de 11,5% até 2018. A projeção é da Lux Research, consultoria especializada em mercados de tecnologias emergentes.
Segundo a pesquisa, até o final do ano passado, indústria global de biocombustíveis tinha uma capacidade instalada que totalizava 208,6 bilhões de litros por ano. Nos próximos três anos, esse número deverá avançar para 232,4 bilhões de litros anuais.
Desse montante, os biocombustíveis de 1ª geração – etanol e biodiesel – representarão 96%. A capacidade produtiva de etanol convencional deverá chegar a 151,4 9 bilhões de litros enquanto o biodiesel corresponderá 71,9 bilhões de litros. Mas seu crescimento médio anual será de apenas 2% enquanto os biocombustíveis de 2ª geração – fabricados a partir de biomassas residuais e/ou não convencionais – poderão apresentar crescimento anual de até 27%.
O maior crescimento virá da produção de biodiesel a partir de óleos e gorduras recuperados (OGRs) – categoria que reúne diversos tipos de matérias-primas como óleo de cozinha usado, alguns tipos de gorduras animais entre outras. Mais de metade da capacidade nova instalada entre hoje e 2018 virá de usinas especializadas nesse tipo de matéria-prima. O biodiesel de OGRs deverá totalizar 10,2 bilhões de litros em capacidade até o final do período.
Etanol celulósico e diesel renovável também avançarão, mas num ritmo muito mais modesto. Eles chegaram em 2018, com capacidade produtiva equivalente a 3,4 e 2,6 bilhões de litros, respectivamente.
“Enquanto o etanol e o biodiesel continuarão dominando o mercado atual (...) novos combustíveis serão cruciais para o futuro da indústria”, avalia o coordenador do estudo para a Lux, Victor Oh. As maiores oportunidades de crescimento no mercado estão em novas matérias-primas como óleos recuperados, biomassa não comestível e resíduos sólidos.
A indústria permanecerá concentrada no continente Americano com 64% da capacidade instalada no mundo. Estados Unidos e o Brasil manterão posição de liderança no mercado. Contudo, Argentina, China, Colômbia, França, Indonésia, Polônia, Portugal e Tailândia deverão emergir como grandes competidores nesse mercado.
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com