Muito em breve os 10 mil quilômetros entre Toulouse e Hong Kong serão ligados por voos abastecidos com bioquerosene (bioQAV). O voo mais longo desse gênero até hoje. A Cathay Pacific e a fabricante de biocombustíveis Amyris fecharam um acordo para um projeto de dois anos prevendo voos regulares.
Muito em breve os 10 mil quilômetros entre Toulouse e Hong Kong serão ligados por voos abastecidos com bioquerosene (bioQAV). O voo mais longo desse gênero até hoje. A Cathay Pacific e a fabricante de biocombustíveis Amyris fecharam um acordo para um projeto de dois anos prevendo voos regulares.
Será usada uma mistura de 10% de bioQAV fabricado pela Amyris a partir de farneseno produzido com cana-de-açúcar. O restante é de combustível fóssil fornecido pela petroleira francesa Total.
A mistura será utilizada nos voos inaugurais das aeronaves A350-900 saídas da fábrica da Airbus em direção da sede da companha aérea em Hong Kong. Cada nova aeronave deste modelo vem equipada com tecnologias que aumentam sua eficiência o que, combinado com o uso de biocombustíveis, reduz as emissões de gás carbônico em praticamente um terço.
Segundo o chefe do programa de biocombustíveis da Cathay Pacific, Jeff Ovens, a empresa quer acumular experiência para dar o próximo passo. “Esse contrato de dois anos em voos ultralongos nos dará uma experiência valiosa conforme nos aproximamos de escalas comerciais”, diz.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Muito em breve os 10 mil quilômetros entre Toulouse e Hong Kong serão ligados por voos abastecidos com bioquerosene (bioQAV). O voo mais longo desse gênero até hoje. A Cathay Pacific e a fabricante de biocombustíveis Amyris fecharam um acordo para um projeto de dois anos prevendo voos regulares.
Será usada uma mistura de 10% de bioQAV fabricado pela Amyris a partir de farneseno produzido com cana-de-açúcar. O restante é de combustível fóssil fornecido pela petroleira francesa Total.
A mistura será utilizada nos voos inaugurais das aeronaves A350-900 saídas da fábrica da Airbus em direção da sede da companha aérea em Hong Kong. Cada nova aeronave deste modelo vem equipada com tecnologias que aumentam sua eficiência o que, combinado com o uso de biocombustíveis, reduz as emissões de gás carbônico em praticamente um terço.
Segundo o chefe do programa de biocombustíveis da Cathay Pacific, Jeff Ovens, a empresa quer acumular experiência para dar o próximo passo. “Esse contrato de dois anos em voos ultralongos nos dará uma experiência valiosa conforme nos aproximamos de escalas comerciais”, diz.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com