De acordo com a regulamentação da agência, as usinas são obrigadas a notificar a ocorrência de incidentes em até 48 horas
A usina SP Bio foi autuada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) por não ter comunicado o acidente ocorrido na semana passada. De acordo com a regulamentação da agência, as usinas são obrigadas a notificar a ocorrência de incidentes em até 48 horas.
Segundo a assessoria de imprensa da ANP, quando o órgão tomou conhecimento do fato enviou dois técnicos à usina para uma vistoria. Os técnicos estão preparando um relatório sobre o sinistro.
Na tarde do dia 15 de janeiro, testemunhas presenciaram uma explosão na fábrica da SP Bio, de Sumaré (SP), destruindo parte da unidade destinada à neutralização de óleo vegetal. Como não havia expediente no momento, ninguém ficou ferido. Em entrevista à BiodieselBR, Haroldo Barros, sócio da empresa, alegou que a causa do acidente foi o excesso de chuvas e ventos fortes, que destelharam a unidade. Ele contou que as vigas de sustentação do telhado cederam, atingindo um reator que funcionava sob pressão e vapor. A queda do equipamento, com cerca de dez metros de altura, teria destruído a estrutura do prédio, com mais de 60 anos.
A unidade que foi atingida fazia o pré-tratamento do óleo de cozinha para o projeto de reciclagem da rede de lanchonetes McDonald’s.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
A usina SP Bio foi autuada pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) por não ter comunicado o acidente ocorrido na semana passada. De acordo com a regulamentação da agência, as usinas são obrigadas a notificar a ocorrência de incidentes em até 48 horas.
Segundo a assessoria de imprensa da ANP, quando o órgão tomou conhecimento do fato enviou dois técnicos à usina para uma vistoria. Os técnicos estão preparando um relatório sobre o sinistro.
Na tarde do dia 15 de janeiro, testemunhas presenciaram uma explosão na fábrica da SP Bio, de Sumaré (SP), destruindo parte da unidade destinada à neutralização de óleo vegetal. Como não havia expediente no momento, ninguém ficou ferido. Em entrevista à BiodieselBR, Haroldo Barros, sócio da empresa, alegou que a causa do acidente foi o excesso de chuvas e ventos fortes, que destelharam a unidade. Ele contou que as vigas de sustentação do telhado cederam, atingindo um reator que funcionava sob pressão e vapor. A queda do equipamento, com cerca de dez metros de altura, teria destruído a estrutura do prédio, com mais de 60 anos.
A unidade que foi atingida fazia o pré-tratamento do óleo de cozinha para o projeto de reciclagem da rede de lanchonetes McDonald’s.
Alice Duarte – BiodieselBR.com