Confira a seguir o resultado completo do 16º Leilão de Biodiesel com gráficos, tabelas e comparativos.
O 16º Leilão de Biodiesel, realizado hoje (17) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), comercializou 575 milhões de litros, totalizando cerca de R$ 1,33 bilhão. O volume irá abastecer o mercado nacional no primeiro trimestre de 2010, quando entra em vigor a mistura obrigatória do B5. O deságio médio em relação ao preço máximo fixado pela agência (R$ 2,35 o litro) foi de 1%. O primeiro lote, reservado às usinas com o Selo Combustível Social, comprou 460 milhões de litros e teve um deságio médio de 0,92%. Já o segundo lote, aberto a todas as usinas, vendeu 115 milhões de litros, com deságio médio de 1,31%.
A empresa que mais vendeu foi a Granol, com 80 milhões de litros, volume 21% maior que o leilão passado. Com preço médio de R$ 2,28 por litro (o mais baixo entre as usinas), a ADM vendeu 68,76 milhões de litros, mostrando a maior competitividade das indústrias verticalizadas, que integram originação e esmagamento de grãos. Também tiveram grandes volumes arrematados a Brasil Ecodiesel (65,36 milhões de litros), Petrobras (48,6 milhões de litros), Oleoplan (44,30 milhões de litros), Caramuru (34,33 milhões de litros), Biocapital (30,05 milhões de litros) e BSBios (30 milhões de litros).
Um total de 32 empresas conseguiu vender sua produção no 16º leilão, duas a mais que o pregão anterior. A estreante desta vez foi a Innovatti, de Mairinque (SP). Ficaram de fora apenas as usinas de pequeno porte: Biolix, DVH e Ouro Verde. A Comanche na participou por impedimento da ANP.
O Estado do Mato Grosso ultrapassou o Rio Grande do Sul em volume de vendas: foram 148,73 milhões de litros contra 125,05 do Estado gaúcho. O Centro-Oeste é a região que terá a maior participação na produção nacional no período, com 244,32 milhões de litros.
Concorrência
Para o diretor da Binatural, João Batista Cardoso, a tendência para o próximo leilão é ser bem mais disputado. Principalmente pela entrada de novas usinas, como a unidade da BSBios em Marialva (PR) e a Bionasa, de Porangatu (GO), além de ampliações de capacidade da Fiagril e Brasbiodiesel (ex-Bertin).








O 16º Leilão de Biodiesel, realizado hoje (17) pela Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), comercializou 575 milhões de litros, totalizando cerca de R$ 1,33 bilhão. O volume irá abastecer o mercado nacional no primeiro trimestre de 2010, quando entra em vigor a mistura obrigatória do B5. O deságio médio em relação ao preço máximo fixado pela agência (R$ 2,35 o litro) foi de 1%. O primeiro lote, reservado às usinas com o Selo Combustível Social, comprou 460 milhões de litros e teve um deságio médio de 0,92%. Já o segundo lote, aberto a todas as usinas, vendeu 115 milhões de litros, com deságio médio de 1,31%.
A empresa que mais vendeu foi a Granol, com 80 milhões de litros, volume 21% maior que o leilão passado. Com preço médio de R$ 2,28 por litro (o mais baixo entre as usinas), a ADM vendeu 68,76 milhões de litros, mostrando a maior competitividade das indústrias verticalizadas, que integram originação e esmagamento de grãos. Também tiveram grandes volumes arrematados a Brasil Ecodiesel (65,36 milhões de litros), Petrobras (48,6 milhões de litros), Oleoplan (44,30 milhões de litros), Caramuru (34,33 milhões de litros), Biocapital (30,05 milhões de litros) e BSBios (30 milhões de litros).
Um total de 32 empresas conseguiu vender sua produção no 16º leilão, duas a mais que o pregão anterior. A estreante desta vez foi a Innovatti, de Mairinque (SP). Ficaram de fora apenas as usinas de pequeno porte: Biolix, DVH e Ouro Verde. A Comanche na participou por impedimento da ANP.
O Estado do Mato Grosso ultrapassou o Rio Grande do Sul em volume de vendas: foram 148,73 milhões de litros contra 125,05 do Estado gaúcho. O Centro-Oeste é a região que terá a maior participação na produção nacional no período, com 244,32 milhões de litros.
Concorrência
Para o diretor da Binatural, João Batista Cardoso, a tendência para o próximo leilão é ser bem mais disputado. Principalmente pela entrada de novas usinas, como a unidade da BSBios em Marialva (PR) e a Bionasa, de Porangatu (GO), além de ampliações de capacidade da Fiagril e Brasbiodiesel (ex-Bertin).
Gráficos








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Tabela
Alice Duarte - BiodieselBR.com
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