A rede de supermercados Carrefour está transformando um passivo
ambiental de suas atividades em biodiesel para consumo próprio.
A rede de supermercados Carrefour está transformando um passivo ambiental de suas atividades em biodiesel para consumo próprio. Lojas da capital, do litoral e do interior paulista estão coletando mensalmente 12 mil litros de óleo de cozinha usado, gerados tanto pelas lojas da rede como também por seus clientes. Todo esse resíduo está sendo transformado em biodiesel pela Cavalcanti Agroindustrial, especializada na produção de óleo de mamona para o mercado ricinoquímico e exportação. Um quarto do combustível fabricado volta para as lojas Carrefour para ser utilizado nos geradores de energia elétrica, geralmente acionados nos horários de pico e em situações de emergência. Uma pequena proporção, em torno de 5%, abastece os tratores de um fornecedor de frutas do grupo.
O projeto Eco-Diesel começou em outubro do ano passado em Campinas e já alcançou São Paulo e Santos. Atualmente a coleta acontece em 37 lojas da rede (19 só na capital paulista). De acordo com o gestor de produtos perecíveis do grupo Carrefour, Gerard Eysink, a expectativa é chegar a 68 lojas até o mês de abril.
A maioria das lojas participantes é no formato hiper. Cada uma das 29 lojas com esse formato engajadas no projeto é responsável pela coleta de 400 litros de óleo de cozinha por mês. As lojas menores de bairro conseguem coletar mensalmente uma média de 50 litros de óleo cada.
“Estamos divulgando a campanha com banners e panfletos, que entregamos junto com o recibo de compras”, diz Eysink. A colaboração com o projeto está surpreendendo os organizadores. “A coleta vem crescendo uma média de 50% por mês”, anima-se o gestor.
A utilização de biodiesel feito a partir de óleos residuais não é novidade para o Carrefour. A primeira iniciativa surgiu no final de 2004. Na época o biocombustível era produzido pelo Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel), da Universidade de São Paulo (USP).
Alice Duarte
A rede de supermercados Carrefour está transformando um passivo ambiental de suas atividades em biodiesel para consumo próprio. Lojas da capital, do litoral e do interior paulista estão coletando mensalmente 12 mil litros de óleo de cozinha usado, gerados tanto pelas lojas da rede como também por seus clientes. Todo esse resíduo está sendo transformado em biodiesel pela Cavalcanti Agroindustrial, especializada na produção de óleo de mamona para o mercado ricinoquímico e exportação. Um quarto do combustível fabricado volta para as lojas Carrefour para ser utilizado nos geradores de energia elétrica, geralmente acionados nos horários de pico e em situações de emergência. Uma pequena proporção, em torno de 5%, abastece os tratores de um fornecedor de frutas do grupo.
O projeto Eco-Diesel começou em outubro do ano passado em Campinas e já alcançou São Paulo e Santos. Atualmente a coleta acontece em 37 lojas da rede (19 só na capital paulista). De acordo com o gestor de produtos perecíveis do grupo Carrefour, Gerard Eysink, a expectativa é chegar a 68 lojas até o mês de abril.
A maioria das lojas participantes é no formato hiper. Cada uma das 29 lojas com esse formato engajadas no projeto é responsável pela coleta de 400 litros de óleo de cozinha por mês. As lojas menores de bairro conseguem coletar mensalmente uma média de 50 litros de óleo cada.
“Estamos divulgando a campanha com banners e panfletos, que entregamos junto com o recibo de compras”, diz Eysink. A colaboração com o projeto está surpreendendo os organizadores. “A coleta vem crescendo uma média de 50% por mês”, anima-se o gestor.
A utilização de biodiesel feito a partir de óleos residuais não é novidade para o Carrefour. A primeira iniciativa surgiu no final de 2004. Na época o biocombustível era produzido pelo Laboratório de Desenvolvimento de Tecnologias Limpas (Ladetel), da Universidade de São Paulo (USP).
Alice Duarte
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Oleo de cozinha