Rio de Janeiro - O 9º leilão de biodiesel da ANP terminou em
clima de dever cumprido. Hoje, o governo comprou os R$ 66 milhões de
litros de biodiesel que faltavam para completar a meta de R$ 330
milhões de litros do produto.
Rio de Janeiro - O 9º leilão de biodiesel da ANP terminou em clima de dever cumprido. Hoje, o governo comprou os R$ 66 milhões de litros de biodiesel que faltavam para completar a meta de R$ 330 milhões de litros do produto. Nesse segundo dia de pregão, que foi aberto às usinas sem selo social, apenas 20 empresas participaram. Os preços das ofertas variaram de R$ 2,380 a R$ 2,804 por litro. A taxa de deságio oscilou entre 4,1% e 4,2%. Segundo o Diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Ricardo Dornelles, a queda do deságio nestes dois leilões foi significativa, “uma vez que os preços foram compatíveis com os valores das commodities praticados no mercado neste momento”.
O melhor preço foi obtido pela Biocapital, de São Paulo, que conseguiu R$ 2.748 por litro para um lote de cinco milhões de litros. A gaúcha Oleoplan, que havia alcançado o menor deságio no leilão de ontem, conquistou o segundo maior valor de venda do 9º leilão: R$ 2,732 para o mesmo volume comercializado pela Biocapital.
A surpresa deste pregão ficou por conta da Biotins, do Tocantins (TO), que participou do leilão da ANP pela primeira vez vendendo pequenos volumes pelos maiores preços: R$ 2,38 por litro para o volume de 500 mil de litros e de R$ 2,40 por litro para 600 mil litros. A Ouro Verde, de Rondônia (RO) e a Biopar, do Paraná (PR) também inauguraram hoje suas participações em leilões de biodiesel da ANP. A Renobrás (MT), com o terceiro e quinto menor preço, vendeu 13 milhões de litros por R$2,56 e R$2,68.
A Bioverde, de São Paulo, que no leilão de ontem vendeu 15 milhões de litros, hoje não foi classificada. O Diretor Comercial da empresa, Alexandre Pereira da Silva, disse que o preço de referência melhorou bastante, “mas ainda não é o ideal, principalmente para as fábricas que não possuem esmagadora para a extração do óleo de soja. Depois que venderem o biodiesel, terão que sair no mercado em busca de matéria-prima e os produtores de óleo, certamente, estão esperando os resultados dos leilões para aumentar os preços”. Ele ainda ressaltou que faltou apenas um milhão de litros para a Bioverde atingir a meta de venda.
Carlyle Junior e Bernardo Mariani
BiodieselBR.com
Rio de Janeiro - O 9º leilão de biodiesel da ANP terminou em clima de dever cumprido. Hoje, o governo comprou os R$ 66 milhões de litros de biodiesel que faltavam para completar a meta de R$ 330 milhões de litros do produto. Nesse segundo dia de pregão, que foi aberto às usinas sem selo social, apenas 20 empresas participaram. Os preços das ofertas variaram de R$ 2,380 a R$ 2,804 por litro. A taxa de deságio oscilou entre 4,1% e 4,2%. Segundo o Diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Ricardo Dornelles, a queda do deságio nestes dois leilões foi significativa, “uma vez que os preços foram compatíveis com os valores das commodities praticados no mercado neste momento”.
O melhor preço foi obtido pela Biocapital, de São Paulo, que conseguiu R$ 2.748 por litro para um lote de cinco milhões de litros. A gaúcha Oleoplan, que havia alcançado o menor deságio no leilão de ontem, conquistou o segundo maior valor de venda do 9º leilão: R$ 2,732 para o mesmo volume comercializado pela Biocapital.
A surpresa deste pregão ficou por conta da Biotins, do Tocantins (TO), que participou do leilão da ANP pela primeira vez vendendo pequenos volumes pelos maiores preços: R$ 2,38 por litro para o volume de 500 mil de litros e de R$ 2,40 por litro para 600 mil litros. A Ouro Verde, de Rondônia (RO) e a Biopar, do Paraná (PR) também inauguraram hoje suas participações em leilões de biodiesel da ANP. A Renobrás (MT), com o terceiro e quinto menor preço, vendeu 13 milhões de litros por R$2,56 e R$2,68.
A Bioverde, de São Paulo, que no leilão de ontem vendeu 15 milhões de litros, hoje não foi classificada. O Diretor Comercial da empresa, Alexandre Pereira da Silva, disse que o preço de referência melhorou bastante, “mas ainda não é o ideal, principalmente para as fábricas que não possuem esmagadora para a extração do óleo de soja. Depois que venderem o biodiesel, terão que sair no mercado em busca de matéria-prima e os produtores de óleo, certamente, estão esperando os resultados dos leilões para aumentar os preços”. Ele ainda ressaltou que faltou apenas um milhão de litros para a Bioverde atingir a meta de venda.
Carlyle Junior e Bernardo Mariani
BiodieselBR.com
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Leilão de Biodiesel