Texto definitivo do guia dá dicas para empresas que precisem lidar com o armazenamento e transporte do biodiesel.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou a nova versão do Guia de Procedimentos de Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B. O documento foi concebido para explicar o bê-a-bá da conservação do biodiesel para as distribuidoras e postos de combustíveis. A ideia é garantir a qualidade ao longo de toda a cadeia de distribuição e impedir que eventuais problemas acabem chegando aos consumidores finais.
O guia traz as dicas mais importantes para evitar que o biodiesel acabe oxidando ou contaminado por água, impurezas e micro-organismos durante o período que passa estocado.
A elaboração do texto foi uma resposta às reclamações entre as empresas do segmento de revenda de combustíveis que relatam um crescimento significativo de problemas com a formação de borra e contaminação do diesel por fungos e bactérias desde que o B5 foi oficializado em janeiro do ano passado. As dificuldades acabaram levando a Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis (Fecombustíveis) a reclamar publicamente da qualidade do B5.
Para tentar descobrir as causas do contratempo e saná-las, a agência reguladora tem mantido canais de diálogo com os representantes das usinas, distribuidores e donos de postos. Em 09 julho, a ANP organizou um seminário no Rio de Janeiro para trocar informações e debater temas relacionados ao transporte, armazenamento e manuseio do biodiesel. O evento serviu de subsídio à elaboração do guia.
A principal recomendação é a adesão à norma 15.512 da ABNT que estabelece as regras para as atividades de armazenamento, transporte, abastecimento e controle de qualidade do óleo diesel e suas diferentes misturas com o biodiesel. A norma passou por uma revisão no segundo semestre do ano passado justamente para dar respostas às novas situações criadas com o aumento do uso do biodiesel.
O guia foi desenvolvido em colaboração com o Sindicato das Distribuidoras Regionais Brasileiras de Combustíveis (BrasilCom), Sindicato Nacional TRR (SindTRR), Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Sindicato Nacional de Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), Sindicato do Biodiesel de Mato Grosso (SindiBio-MT), Instituto Nacional de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Petrobras. Uma versão preliminar do documento estava disponível no site da ANP desde julho passado.
Veja aqui a versão atualizada do guia. (.pdf)
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou a nova versão do Guia de Procedimentos de Manuseio e Armazenagem de Óleo Diesel B. O documento foi concebido para explicar o bê-a-bá da conservação do biodiesel para as distribuidoras e postos de combustíveis. A ideia é garantir a qualidade ao longo de toda a cadeia de distribuição e impedir que eventuais problemas acabem chegando aos consumidores finais.
O guia traz as dicas mais importantes para evitar que o biodiesel acabe oxidando ou contaminado por água, impurezas e micro-organismos durante o período que passa estocado.
A elaboração do texto foi uma resposta às reclamações entre as empresas do segmento de revenda de combustíveis que relatam um crescimento significativo de problemas com a formação de borra e contaminação do diesel por fungos e bactérias desde que o B5 foi oficializado em janeiro do ano passado. As dificuldades acabaram levando a Federação Nacional do Comércio Varejista de Combustíveis (Fecombustíveis) a reclamar publicamente da qualidade do B5.
Para tentar descobrir as causas do contratempo e saná-las, a agência reguladora tem mantido canais de diálogo com os representantes das usinas, distribuidores e donos de postos. Em 09 julho, a ANP organizou um seminário no Rio de Janeiro para trocar informações e debater temas relacionados ao transporte, armazenamento e manuseio do biodiesel. O evento serviu de subsídio à elaboração do guia.
A principal recomendação é a adesão à norma 15.512 da ABNT que estabelece as regras para as atividades de armazenamento, transporte, abastecimento e controle de qualidade do óleo diesel e suas diferentes misturas com o biodiesel. A norma passou por uma revisão no segundo semestre do ano passado justamente para dar respostas às novas situações criadas com o aumento do uso do biodiesel.
O guia foi desenvolvido em colaboração com o Sindicato das Distribuidoras Regionais Brasileiras de Combustíveis (BrasilCom), Sindicato Nacional TRR (SindTRR), Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Sindicato Nacional de Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom), União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), Sindicato do Biodiesel de Mato Grosso (SindiBio-MT), Instituto Nacional de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Petrobras. Uma versão preliminar do documento estava disponível no site da ANP desde julho passado.
Veja aqui a versão atualizada do guia. (.pdf)
Fábio Rodrigues - BiodieselBR.com