Algumas empresas estão em uma corrida para serem as primeiras a
converter algas em combustível em uma escala comercial, e isto não vai
precisar de pouco dinheiro, sorte e biotecnologia.
Algumas empresas estão em uma corrida para serem as primeiras a
converter algas em combustível em uma escala comercial, e isto não vai
precisar de pouco dinheiro, sorte e biotecnologia.
Há centenas, se não milhares, de iniciantes no negócio de energia alternativa, alguns tão pequenos que funcionam nos porões. Mas os maiores estão começando a decolar. Vários estão construindo agora pelo menos...
New York Times
NILAND, Califórnia. Pode parecer absurdo a idéia de substituir petróleo por algas para limpar o planeta.
Mas Lissa Morgenthaler-Jones e seu marido, David Jones, estão apostando suas carreiras e fortunas pessoais que eles podem cultivar massas do organismo viscoso e usar seu processo de fotossíntese natural para produzir uma provisão abundante de biocombustível.
Algumas empresas estão em uma corrida para serem as primeiras a converter algas em combustível em uma escala comercial, e isto não vai precisar de pouco dinheiro, sorte e biotecnologia.
"Você tem uma produção aqui que não está seguro se vai amadurecer, e você está investindo dinheiro numa possibilidade remota", afirmou Sra. Morgenthaler-Jones durante uma visita a uma criação de bagre cheia de algas nesta cidade isolada no deserto.
Como milhares de outros empresários pioneiros durante os últimos dois anos, estes dois investidores de San Francisco estão pescando no mundo complicado dos combustíveis renováveis — da energia das ondas a pilhas de hidrogênio, baterias de lítio e esterco bovino para produzir metano. E como seus antecessores do boom ponto-com uma década atrás, eles propuseram seu próprio empreendimento arriscado, começaram a própria companhia, chamada LiveFuels Inc., e agora estão negociando com outros sócios potenciais.

O que é diferente, entretanto, no caso da Sra. Morgenthaler-Jones e esta onda empresarial mais recente, é que a procura é por algo que produza lucros e ofereça algo de bom para o meio-ambiente. Por exemplo, uma meta é encontrar um modo eficiente de produzir energia transformando algas em combustível, por isso que ela estava visitando uma criação de bagre à venda. O bagre cultivado poderia prover uma fonte útil de gás carbônico para as algas, como também um fluxo de renda crítico para manter a pesquisa. O timing pode estar certo. Com os preços do petróleo em níveis altos e o medo de efeito estufa aumentar, ao velho mundo de energia de hidrocarboneto convencional juntou-se uma nova gama atraente de engenhocas de energia alternativa, feitiçaria técnica e riquezas em potencial. Mas ainda há muito mais becos sem saída que sucessos, e noites sem sono vão no pacote.
Há centenas, se não milhares, de iniciantes no negócio de energia alternativa, alguns tão pequenos que funcionam nos porões. Mas os maiores estão começando a decolar. Vários estão construindo agora pelo menos três plantas de demonstração para converter pedaços de madeira e grama em etanol nos Estados Unidos e Canadá.
Enquanto isso, empresas de capital de risco e fundos de hedge estão financiando a construção de novas plantas para produzir biodiesel de óleo vegetal, turbinas de vento maiores e mais duráveis e novos materiais para fazer células solares mais baratas.
Embora ainda nas margens do mix de energia, o capital de risco dos Estados Unidos está fluindo para as energia limpas saltando para mais que US$ 2,4 bilhões em 2006, bem mais que o dobro investido em 2005, e mais que o triplo de 2004, de acordo com Clean Edge, uma pesquisa e empresa de consultoria. Os números ainda são pequenos comparados com os orçamentos de pesquisa das grandes petrolíferas, mas a ascensão de capital de risco em energia renovável lembrou alguns capitalistas do Vale do Silício do fluxo de dinheiro na Internet de meados do anos 1990.
"O capital de risco em energia atingiu uma massa crítica", disse Daniel Yergin, historiador de energia e consultor. "Muito está acontecendo, de forma que coisas significantes sairão disto. Com a mesma intenção de fazer com a energia o que eles fizeram com a biotecnologia, eles trazem não só dinheiro e disciplina, mas eles são orientados a resultados."
A iniciante de Seattle, Prometheus Energy, atraiu bastante capital nos últimos três anos para abrir uma planta em Orange County, Califórnia. Em janeiro, pela primeira vez produziu comercialmente gás líquido natural de gás de metano do aterro de lixo que, de outra forma, lançaria gases de efeito estufa na atmosfera. Outro favorito do capital de risco, Jadoo Power, de Folsom, Califórnia, já desenvolveu tecnologia portátil de células de hidrogênio para telefones satélite remoto, comunicações críticas de emergência de rádio e vigilância da polícia, e está trabalhando agora em células para uso doméstico para livrar completamente os clientes de suas contas de luz.
"Eu posso dizer honestamente que pela primeira vez em minha vida nós estamos vendo a comunidade de investimentos alocar quantias consideráveis de dinheiro em energia", disse o Secretário de Energia Samuel W. Bodman em uma fala em Houston no mês passado. "Este é dinheiro real. Eles estão apostando, esta energia limpa, segura e disponível representa a nova fronteira da inovação."
A este grupo soma-se LiveFuels, com seu jingle improvável que vai "dos tanques (de algas) aos tanques (de combustíveis)."
"Se o EUA destinarem 15 milhões de acres de deserto para produção de algas, nós poderíamos produzir bastante volume de combustíveis líquidos para nos tirar do hábito de óleo do Oriente Médio e devolver Iowa aos rouxinóis", disse o B. Gregory Mitchell, biólogo de pesquisa de algas na Universidade de Califórnia, San Diego, que é amigo da Sra. Morgenthaler-Jones e Sr. Jones.
A companhia espera poder produzir em três anos algum biocombustível que teoricamente poderia ser produzido em quantidades de até 20.000 galões de combustível por ano por acre de algas.
O caminho para as algas estava longe de certo para Jones e Morgenthaler-Jones, que vem de uma família de empresários e começaram seu próprio fundo de capital de risco de energia limpa em 2004. Passaram mais de dois anos de leituras e pesquisa, seguindo e falando com cientistas e comparecendo a energia e reuniões de capital de risco, nas quais a Sra. Morgenthaler-Jones tem o hábito de comer morangos com chocolate rabiscando diagramas moleculares de ácidos graxos durante as conferências mais chatas.
Eles pensaram em investir em energia de ondas, mas decidiram que a corrosão da água salgada e o clima imprevisível tornam isto incerto. Eles pensaram em investir em pilhas de hidrogênio, mas decidiram que eram muito caras para gerar poder estacionário e muito frágil para instalar em carros.
Eles pensaram em energia eólica, mas chegaram à conclusão que não conseguiriam competir com o preço do carvão, especialmente com o hábito do Congresso de permitir créditos tributários de produção caducar sempre que o preço do petróleo cai e o senso de urgência enfraquece. Eles pensaram em energia solar, mas concluíram que seria duro competir com empresários com experiência em semicondutores que estão no campo.
Eles estiveram perto de investir em uma companhia de etanol de celulose que tinha projetado maquinaria para transformar cana-de-açúcar ou lascas de madeira em um gás sintético. Mas depois de falar com peritos, concluíram que o cientista atrás da empresa estava prometendo mais do que ele podia proporcionar.
Sra. Morgenthaler-Jones gastou meses visitando fazendas leiteiras pelo país para ver se haveria uma boa oportunidade empresarial convertendo esterco bovino em metanol.
"Rapaz! Você sente isto?" ela disse. "Eu estava pisando em esterco e olhando tanques de esterco de cinco acres. Mas o que mais a aborreceu eram as barreiras regulatórias e de custo para fazer o negócio funcionar.
"Para a maioria destes combustíveis alternativos, você precisa de uma confluência perfeita de tecnologia, regulamentos e condições de mercado", disse .
Durante sua pesquisa, Sra. Morgenthaler-Jones achou um antigo estudo do governo sobre algas que perdeu financiamento durante a administração Clinton. Era um momento que a levou a mais conversas com especialistas em algas. A alga, ela concluiu, mostrou potencial real.
E desde então, Sra. Morgenthaler-Jones e Sr. Jones, ambos com experiência prévia em negócio em biotecnologia, fundaram a LiveFuels como um negócio de algas em fevereiro passado. Ela se tornou CEO, e ele, diretor financeiro.
Desde sua fundação há um ano, a companhia não atraiu capital externo, muito menos feito qualquer dinheiro. Eles precisam de US$ 45 milhões em capital inicial. A LiveFuels sobreviveu até o momento com quase US$ 1 milhão de dinheiro da família para pagar dois empregados em tempo integral e dois de meio período e alugar tempo de laboratório equipado com uma centrífuga e microscópios para pesquisar DNA de algas.
Mas a jovem companhia chamou a atenção do mundo da energia recentemente quando formou sociedade com dois laboratórios nacionais do Departamento de Energia para ajudar a reativar a pesquisa de energia de algas do governo. O casal está negociando com vários investidores que eles não identificariam agora.
Recentemente na criação de bagres no empoeirado Imperial Valley, eles e três cientistas consultores encheram o dono com perguntas sobre a salinidade da água nas lagoas, direitos de água locais, evaporação e drenagem. A LiveFuels teria que usar biotecnologia para fazer espécimes de algas mais fortes, fecundas e mais produtivas para ser super aquecidas ou pressurizaridas em combustível.
A atividade geotérmica sob o deserto poderia prover uma fonte grátis de gás carbônico para as algas absorverem e transformarem em matéria orgânica para processar como combustível. Mas a piscicultura, os cientistas advertiram, não seria lucrativa e poderia ser mais uma perda de tempo e dinheiro que um recurso.
No fim de um dia longo, o casal ainda não estava seguro de investir no viveiro ou não, e esta foi sua quarta visita.
No mês passado, em uma conferência de biodiesel em San Antonio, quando Sra. Morgenthaler-Jones conheceu Peterson Conway, executivo da GreenFuel Technologies Corporation, uma companhia de algas concorrente, ele lhe perguntou brincando, “Você pensa que algum dia nós pensaremos nisso como uma criação de coelhos ou o santo graal?"
Ela sorriu, mas ficou séria depressa. "Eu não investiria meu dinheiro e tempo nisto", ela disse, "se eu não pensasse que funcionaria."
Por CLIFFORD KRAUSS
Fotos: Sandy Huffaker
New York Times
Há centenas, se não milhares, de iniciantes no negócio de energia alternativa, alguns tão pequenos que funcionam nos porões. Mas os maiores estão começando a decolar. Vários estão construindo agora pelo menos...
New York Times
NILAND, Califórnia. Pode parecer absurdo a idéia de substituir petróleo por algas para limpar o planeta.
Mas Lissa Morgenthaler-Jones e seu marido, David Jones, estão apostando suas carreiras e fortunas pessoais que eles podem cultivar massas do organismo viscoso e usar seu processo de fotossíntese natural para produzir uma provisão abundante de biocombustível.
Algumas empresas estão em uma corrida para serem as primeiras a converter algas em combustível em uma escala comercial, e isto não vai precisar de pouco dinheiro, sorte e biotecnologia.
"Você tem uma produção aqui que não está seguro se vai amadurecer, e você está investindo dinheiro numa possibilidade remota", afirmou Sra. Morgenthaler-Jones durante uma visita a uma criação de bagre cheia de algas nesta cidade isolada no deserto.
Como milhares de outros empresários pioneiros durante os últimos dois anos, estes dois investidores de San Francisco estão pescando no mundo complicado dos combustíveis renováveis — da energia das ondas a pilhas de hidrogênio, baterias de lítio e esterco bovino para produzir metano. E como seus antecessores do boom ponto-com uma década atrás, eles propuseram seu próprio empreendimento arriscado, começaram a própria companhia, chamada LiveFuels Inc., e agora estão negociando com outros sócios potenciais.

O que é diferente, entretanto, no caso da Sra. Morgenthaler-Jones e esta onda empresarial mais recente, é que a procura é por algo que produza lucros e ofereça algo de bom para o meio-ambiente. Por exemplo, uma meta é encontrar um modo eficiente de produzir energia transformando algas em combustível, por isso que ela estava visitando uma criação de bagre à venda. O bagre cultivado poderia prover uma fonte útil de gás carbônico para as algas, como também um fluxo de renda crítico para manter a pesquisa. O timing pode estar certo. Com os preços do petróleo em níveis altos e o medo de efeito estufa aumentar, ao velho mundo de energia de hidrocarboneto convencional juntou-se uma nova gama atraente de engenhocas de energia alternativa, feitiçaria técnica e riquezas em potencial. Mas ainda há muito mais becos sem saída que sucessos, e noites sem sono vão no pacote.
Há centenas, se não milhares, de iniciantes no negócio de energia alternativa, alguns tão pequenos que funcionam nos porões. Mas os maiores estão começando a decolar. Vários estão construindo agora pelo menos três plantas de demonstração para converter pedaços de madeira e grama em etanol nos Estados Unidos e Canadá.
Enquanto isso, empresas de capital de risco e fundos de hedge estão financiando a construção de novas plantas para produzir biodiesel de óleo vegetal, turbinas de vento maiores e mais duráveis e novos materiais para fazer células solares mais baratas.Embora ainda nas margens do mix de energia, o capital de risco dos Estados Unidos está fluindo para as energia limpas saltando para mais que US$ 2,4 bilhões em 2006, bem mais que o dobro investido em 2005, e mais que o triplo de 2004, de acordo com Clean Edge, uma pesquisa e empresa de consultoria. Os números ainda são pequenos comparados com os orçamentos de pesquisa das grandes petrolíferas, mas a ascensão de capital de risco em energia renovável lembrou alguns capitalistas do Vale do Silício do fluxo de dinheiro na Internet de meados do anos 1990.
"O capital de risco em energia atingiu uma massa crítica", disse Daniel Yergin, historiador de energia e consultor. "Muito está acontecendo, de forma que coisas significantes sairão disto. Com a mesma intenção de fazer com a energia o que eles fizeram com a biotecnologia, eles trazem não só dinheiro e disciplina, mas eles são orientados a resultados."
A iniciante de Seattle, Prometheus Energy, atraiu bastante capital nos últimos três anos para abrir uma planta em Orange County, Califórnia. Em janeiro, pela primeira vez produziu comercialmente gás líquido natural de gás de metano do aterro de lixo que, de outra forma, lançaria gases de efeito estufa na atmosfera. Outro favorito do capital de risco, Jadoo Power, de Folsom, Califórnia, já desenvolveu tecnologia portátil de células de hidrogênio para telefones satélite remoto, comunicações críticas de emergência de rádio e vigilância da polícia, e está trabalhando agora em células para uso doméstico para livrar completamente os clientes de suas contas de luz.
"Eu posso dizer honestamente que pela primeira vez em minha vida nós estamos vendo a comunidade de investimentos alocar quantias consideráveis de dinheiro em energia", disse o Secretário de Energia Samuel W. Bodman em uma fala em Houston no mês passado. "Este é dinheiro real. Eles estão apostando, esta energia limpa, segura e disponível representa a nova fronteira da inovação."
A este grupo soma-se LiveFuels, com seu jingle improvável que vai "dos tanques (de algas) aos tanques (de combustíveis)."
"Se o EUA destinarem 15 milhões de acres de deserto para produção de algas, nós poderíamos produzir bastante volume de combustíveis líquidos para nos tirar do hábito de óleo do Oriente Médio e devolver Iowa aos rouxinóis", disse o B. Gregory Mitchell, biólogo de pesquisa de algas na Universidade de Califórnia, San Diego, que é amigo da Sra. Morgenthaler-Jones e Sr. Jones.
A companhia espera poder produzir em três anos algum biocombustível que teoricamente poderia ser produzido em quantidades de até 20.000 galões de combustível por ano por acre de algas.
O caminho para as algas estava longe de certo para Jones e Morgenthaler-Jones, que vem de uma família de empresários e começaram seu próprio fundo de capital de risco de energia limpa em 2004. Passaram mais de dois anos de leituras e pesquisa, seguindo e falando com cientistas e comparecendo a energia e reuniões de capital de risco, nas quais a Sra. Morgenthaler-Jones tem o hábito de comer morangos com chocolate rabiscando diagramas moleculares de ácidos graxos durante as conferências mais chatas.
Eles pensaram em investir em energia de ondas, mas decidiram que a corrosão da água salgada e o clima imprevisível tornam isto incerto. Eles pensaram em investir em pilhas de hidrogênio, mas decidiram que eram muito caras para gerar poder estacionário e muito frágil para instalar em carros.
Eles pensaram em energia eólica, mas chegaram à conclusão que não conseguiriam competir com o preço do carvão, especialmente com o hábito do Congresso de permitir créditos tributários de produção caducar sempre que o preço do petróleo cai e o senso de urgência enfraquece. Eles pensaram em energia solar, mas concluíram que seria duro competir com empresários com experiência em semicondutores que estão no campo.
Eles estiveram perto de investir em uma companhia de etanol de celulose que tinha projetado maquinaria para transformar cana-de-açúcar ou lascas de madeira em um gás sintético. Mas depois de falar com peritos, concluíram que o cientista atrás da empresa estava prometendo mais do que ele podia proporcionar.
Sra. Morgenthaler-Jones gastou meses visitando fazendas leiteiras pelo país para ver se haveria uma boa oportunidade empresarial convertendo esterco bovino em metanol.
"Rapaz! Você sente isto?" ela disse. "Eu estava pisando em esterco e olhando tanques de esterco de cinco acres. Mas o que mais a aborreceu eram as barreiras regulatórias e de custo para fazer o negócio funcionar.
"Para a maioria destes combustíveis alternativos, você precisa de uma confluência perfeita de tecnologia, regulamentos e condições de mercado", disse .
Durante sua pesquisa, Sra. Morgenthaler-Jones achou um antigo estudo do governo sobre algas que perdeu financiamento durante a administração Clinton. Era um momento que a levou a mais conversas com especialistas em algas. A alga, ela concluiu, mostrou potencial real.
E desde então, Sra. Morgenthaler-Jones e Sr. Jones, ambos com experiência prévia em negócio em biotecnologia, fundaram a LiveFuels como um negócio de algas em fevereiro passado. Ela se tornou CEO, e ele, diretor financeiro.
Desde sua fundação há um ano, a companhia não atraiu capital externo, muito menos feito qualquer dinheiro. Eles precisam de US$ 45 milhões em capital inicial. A LiveFuels sobreviveu até o momento com quase US$ 1 milhão de dinheiro da família para pagar dois empregados em tempo integral e dois de meio período e alugar tempo de laboratório equipado com uma centrífuga e microscópios para pesquisar DNA de algas.
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| Lissa Morgenthaler-Jones e David Jones |
Recentemente na criação de bagres no empoeirado Imperial Valley, eles e três cientistas consultores encheram o dono com perguntas sobre a salinidade da água nas lagoas, direitos de água locais, evaporação e drenagem. A LiveFuels teria que usar biotecnologia para fazer espécimes de algas mais fortes, fecundas e mais produtivas para ser super aquecidas ou pressurizaridas em combustível.
A atividade geotérmica sob o deserto poderia prover uma fonte grátis de gás carbônico para as algas absorverem e transformarem em matéria orgânica para processar como combustível. Mas a piscicultura, os cientistas advertiram, não seria lucrativa e poderia ser mais uma perda de tempo e dinheiro que um recurso.
No fim de um dia longo, o casal ainda não estava seguro de investir no viveiro ou não, e esta foi sua quarta visita.
No mês passado, em uma conferência de biodiesel em San Antonio, quando Sra. Morgenthaler-Jones conheceu Peterson Conway, executivo da GreenFuel Technologies Corporation, uma companhia de algas concorrente, ele lhe perguntou brincando, “Você pensa que algum dia nós pensaremos nisso como uma criação de coelhos ou o santo graal?"
Ela sorriu, mas ficou séria depressa. "Eu não investiria meu dinheiro e tempo nisto", ela disse, "se eu não pensasse que funcionaria."
Por CLIFFORD KRAUSS
Fotos: Sandy Huffaker
New York Times
