Teremos o produtor, que produz as oleaginosas, de onde se
extrai o óleo. A produção
pode se dar em uma cooperativa, que esmagaria o grão e retiraria o
óleo, que, por sua vez, passaria pelo centro de processamento da
empresa, que produz o biocombustível.
Uma das alternativas que a Engebra estuda para Goiás é uma mistura de biocombustível com combustível mineral para a aplicação em usinas termoelétricas. O projeto, explica José Alves Neto, busca aliar os produtores rurais goianos com os produtores de energia. “Se pegarmos a ponta da cadeia, teremos o produtor, que, orientado por agrônomos do projeto de pesquisa, produz as oleaginosas, de onde se extrai o óleo”, diz o presidente da Engebra. A continuidade da produção pode se dar em uma cooperativa, que esmagaria o grão e retiraria o óleo, que, por sua vez, passaria pelo centro de processamento da empresa, que produz o biocombustível.
O produto final pode ser misturado em até 50% com o combustível mineral e gerar energia térmica. “Com esse processo, a gente chega à geração de uma energia bem mais limpa, envolvendo toda uma cadeia de produção, onde se distribui renda, leva desenvolvimento e melhora o meio ambiente”, defende José Alves. A matéria-prima para esse projeto seria o pinhão manso.
Na região sudoeste de Goiás, a empresa iniciou projetos com as comunidades assentadas para a produção de pinho manso, um tipo de oleaginosa comum no Centro-Oeste, utilizada para a extração de óleo vegetal, para a produção de biodiesel. A iniciativa tem o objetivo de viabilizar a obtenção do Selo Verde – atestado de que a produção foi feita em conformidade com a preservação do meio ambiente, com investimentos sociais. A empresa aplica, hoje, cerca de R$ 300 mil para envolver a comunidade no processo produtivo.
A comunidade calunga, em Cavalcante, também tem participação nas pesquisas realizadas pela Engebra. A empresa atua em parceria com a UniAnhangüera em um estudo que envolve os membros da comunidade desde a plantação das oleaginosas, passando pela colheita e esmagamento de grãos e o manuseio dos equipamentos utilizados para a extração dos óleos.
“A partir daí, levamos a matéria-prima para o nosso centro de processamento”, explica José Alves Neto. A empresa está em negociação com a Universidade Federal de Goiás para que outra parte da pesquisa seja realizada em seu laboratório de química. O objetivo é a otimização do biocombustível com utilização de mão-de-obra calunga, com aplicação da tecnologia do craqueamento, que consiste na quebra de moléculas para a obtenção de hidrocarboneto. O montante destinado para a pesquisa gira em torno de R$ 1 milhão.
Aline Tomaz
Diário da Manha - GO
Uma das alternativas que a Engebra estuda para Goiás é uma mistura de biocombustível com combustível mineral para a aplicação em usinas termoelétricas. O projeto, explica José Alves Neto, busca aliar os produtores rurais goianos com os produtores de energia. “Se pegarmos a ponta da cadeia, teremos o produtor, que, orientado por agrônomos do projeto de pesquisa, produz as oleaginosas, de onde se extrai o óleo”, diz o presidente da Engebra. A continuidade da produção pode se dar em uma cooperativa, que esmagaria o grão e retiraria o óleo, que, por sua vez, passaria pelo centro de processamento da empresa, que produz o biocombustível.
O produto final pode ser misturado em até 50% com o combustível mineral e gerar energia térmica. “Com esse processo, a gente chega à geração de uma energia bem mais limpa, envolvendo toda uma cadeia de produção, onde se distribui renda, leva desenvolvimento e melhora o meio ambiente”, defende José Alves. A matéria-prima para esse projeto seria o pinhão manso.
Na região sudoeste de Goiás, a empresa iniciou projetos com as comunidades assentadas para a produção de pinho manso, um tipo de oleaginosa comum no Centro-Oeste, utilizada para a extração de óleo vegetal, para a produção de biodiesel. A iniciativa tem o objetivo de viabilizar a obtenção do Selo Verde – atestado de que a produção foi feita em conformidade com a preservação do meio ambiente, com investimentos sociais. A empresa aplica, hoje, cerca de R$ 300 mil para envolver a comunidade no processo produtivo.
A comunidade calunga, em Cavalcante, também tem participação nas pesquisas realizadas pela Engebra. A empresa atua em parceria com a UniAnhangüera em um estudo que envolve os membros da comunidade desde a plantação das oleaginosas, passando pela colheita e esmagamento de grãos e o manuseio dos equipamentos utilizados para a extração dos óleos.
“A partir daí, levamos a matéria-prima para o nosso centro de processamento”, explica José Alves Neto. A empresa está em negociação com a Universidade Federal de Goiás para que outra parte da pesquisa seja realizada em seu laboratório de química. O objetivo é a otimização do biocombustível com utilização de mão-de-obra calunga, com aplicação da tecnologia do craqueamento, que consiste na quebra de moléculas para a obtenção de hidrocarboneto. O montante destinado para a pesquisa gira em torno de R$ 1 milhão.
Aline Tomaz
Diário da Manha - GO