Uma das maiores centrais elétricas a carvão da Austrália irá instalar uma unidade de produção
de algas para um projeto de captura e armazenamento de
carbono.
Uma das maiores centrais elétricas a carvão da Austrália, a Tarong Energy, localizada em Queensland, irá instalar uma unidade de produção de algas ricas em óleo para um projeto de captura e armazenamento de carbono. Até o final deste ano está previsto o funcionamento da etapa de demonstração do projeto, que ocupará uma área de um hectare, onde serão utilizadas as emissões concentradas de CO2 da usina para o crescimento das algas. O óleo produzido poderá ser usado na fabricação de biocombustíveis para transporte, plásticos, bem como outras commodities.
A MBD Energy, empresa que implementa projetos de captura e reciclagem de carbono, assinou acordo de compra de tecnologia com a empresa americana OriginOil, desenvolvedora de um sistema de extração de óleo de algas. Segundo Riggs Eckelberry, CEO da OriginOil, está planejada ainda este ano a instalação de uma unidade de extração capaz de processar até 1.135 litros de cultura de algas por minuto.
Além da Tarong, a MBD pretende levar o projeto para outras duas grandes centrais elétricas a carvão da Austrália – Loy Yang Power e Eraring Energy. Com isso há potencial para as instalações iniciais de demonstração de um hectare se tornarem totalmente comerciais. "Esperamos que isso sirva como conceito de demonstração para um segundo estágio, uma instalação de até 80 hectares, e possivelmente um terceiro estágio do projeto muito maior depois disso", diz Andrew Lawson, diretor do MBD Energy. Cada unidade seria, então, capaz de consumir quantidades significativas de CO2 e produzir volumes comerciais de óleo para a produção de biocombustíveis e plásticos.
A MBD estima que cada unidade de produção em larga escala, no terceiro estágio, tenha potencial para crescer até 1.600 hectares e produzir cerca de 300 milhões de litros de óleo por ano, consumindo, em escala total, mais da metade das emissões de CO2 de cada estação de energia.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
Uma das maiores centrais elétricas a carvão da Austrália, a Tarong Energy, localizada em Queensland, irá instalar uma unidade de produção de algas ricas em óleo para um projeto de captura e armazenamento de carbono. Até o final deste ano está previsto o funcionamento da etapa de demonstração do projeto, que ocupará uma área de um hectare, onde serão utilizadas as emissões concentradas de CO2 da usina para o crescimento das algas. O óleo produzido poderá ser usado na fabricação de biocombustíveis para transporte, plásticos, bem como outras commodities.
A MBD Energy, empresa que implementa projetos de captura e reciclagem de carbono, assinou acordo de compra de tecnologia com a empresa americana OriginOil, desenvolvedora de um sistema de extração de óleo de algas. Segundo Riggs Eckelberry, CEO da OriginOil, está planejada ainda este ano a instalação de uma unidade de extração capaz de processar até 1.135 litros de cultura de algas por minuto.
Além da Tarong, a MBD pretende levar o projeto para outras duas grandes centrais elétricas a carvão da Austrália – Loy Yang Power e Eraring Energy. Com isso há potencial para as instalações iniciais de demonstração de um hectare se tornarem totalmente comerciais. "Esperamos que isso sirva como conceito de demonstração para um segundo estágio, uma instalação de até 80 hectares, e possivelmente um terceiro estágio do projeto muito maior depois disso", diz Andrew Lawson, diretor do MBD Energy. Cada unidade seria, então, capaz de consumir quantidades significativas de CO2 e produzir volumes comerciais de óleo para a produção de biocombustíveis e plásticos.
A MBD estima que cada unidade de produção em larga escala, no terceiro estágio, tenha potencial para crescer até 1.600 hectares e produzir cerca de 300 milhões de litros de óleo por ano, consumindo, em escala total, mais da metade das emissões de CO2 de cada estação de energia.
Alice Duarte – BiodieselBR.com