O empresário Antonio Rosso ouviu falar de biodiesel pela primeira vez em 2004. Dentro de um mês, vai ver sua usina entrar em operação.
Proprietário da Metasa, uma das maiores metalúrgicas do país, localizada em Marau, Rosso foi conquistado pelo empreendimento apresentado por Erasmo Batistella, que idealizou o projeto. Uniu-se ainda à Paludo Participações, holding do grupo Vipal, e à Wagner Montanher para fundar a BSBios em Passo Fundo.
- Queremos entrar em operação entre final de abril e meados de maio. Estamos em fase final de implantação - explica Rosso.
Formado em Direito, Rosso tem a ousadia e a diversificação na origem de sua carreira empresarial. Nunca exerceu a profissão de advogado e era dono de uma lancheria quando procurou sócios para fundar a Metasa, em 1965. Mas, afinal, o que leva um dono de metalúrgica muito bem-sucedida, aos 60 anos, a investir numa usina de biodiesel?
- Sou uma pessoa movida a trabalho, adoro trabalhar. No momento em que fizemos na Metasa um trabalho de profissionalização e eu passei para o conselho de administração, tive a oportunidade de buscar novos negócios - diz o empresário, que não costuma fazer jornadas inferiores a 15 horas diárias.
Resultado de um investimento de R$ 40 milhões - o primeiro no país com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) -, a BSBios vai produzir 100 milhões de litros ao ano, a partir de soja.
- Achei que o biodiesel teria futuro porque seria uma energia limpa, renovável e inesgotável. É só plantar e viabilizar o negócio. Como agora todos falam no efeito estufa, há necessidade de poluir menos - afirma.
Embora lembre que qualquer investimento embute risco, Rosso diz que nunca teve dúvidas em aderir ao projeto, motivado principalmente pelo lei que estabeleceu a obrigatoriedade da adição de 2% de biodiesel a todo o diesel vendido no país a partir de 2008.
Em 2013, a mistura obrigatória passa a ser de 5%, mas a expectativa geral do mercado é de que esse prazo seja encurtado para 2010. A BSBios está pronta para crescer.
- Já deixamos toda a previsão para duplicar a planta. Antes, é preciso conhecer bem esse mercado - conta.
Zero Hora
Proprietário da Metasa, uma das maiores metalúrgicas do país, localizada em Marau, Rosso foi conquistado pelo empreendimento apresentado por Erasmo Batistella, que idealizou o projeto. Uniu-se ainda à Paludo Participações, holding do grupo Vipal, e à Wagner Montanher para fundar a BSBios em Passo Fundo.
- Queremos entrar em operação entre final de abril e meados de maio. Estamos em fase final de implantação - explica Rosso.
Formado em Direito, Rosso tem a ousadia e a diversificação na origem de sua carreira empresarial. Nunca exerceu a profissão de advogado e era dono de uma lancheria quando procurou sócios para fundar a Metasa, em 1965. Mas, afinal, o que leva um dono de metalúrgica muito bem-sucedida, aos 60 anos, a investir numa usina de biodiesel?
- Sou uma pessoa movida a trabalho, adoro trabalhar. No momento em que fizemos na Metasa um trabalho de profissionalização e eu passei para o conselho de administração, tive a oportunidade de buscar novos negócios - diz o empresário, que não costuma fazer jornadas inferiores a 15 horas diárias.
Resultado de um investimento de R$ 40 milhões - o primeiro no país com financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) -, a BSBios vai produzir 100 milhões de litros ao ano, a partir de soja.
- Achei que o biodiesel teria futuro porque seria uma energia limpa, renovável e inesgotável. É só plantar e viabilizar o negócio. Como agora todos falam no efeito estufa, há necessidade de poluir menos - afirma.
Embora lembre que qualquer investimento embute risco, Rosso diz que nunca teve dúvidas em aderir ao projeto, motivado principalmente pelo lei que estabeleceu a obrigatoriedade da adição de 2% de biodiesel a todo o diesel vendido no país a partir de 2008.
Em 2013, a mistura obrigatória passa a ser de 5%, mas a expectativa geral do mercado é de que esse prazo seja encurtado para 2010. A BSBios está pronta para crescer.
- Já deixamos toda a previsão para duplicar a planta. Antes, é preciso conhecer bem esse mercado - conta.
Zero Hora
Os pioneiros do biodiesel gaúcho:
- Brasil Ecodiesel, Nelson Silveira, Solução vira oportunidade
- Oleoplan, Irineu Boff: Radicalização na lavoura