Uma proposta de José Carlos Aguilera, diretor presidente da Brasil
Ecodiesel, promete agitar o mercado de biodiesel nas próximas semanas.
Uma proposta de José Carlos Aguilera, diretor presidente da Brasil Ecodiesel, promete agitar o mercado de biodiesel nas próximas semanas. Em carta enviada a Rodrigo Rodrigues, coordenador da Comissão Executiva Interministerial do Biodiesel, e Ricardo Dornelles, diretor de combustíveis renováveis do MME, Aguilera sugere que o governo limite em 60% a oferta de biodiesel nos leilões da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente os leilões são limitados em 80% da oferta de cada usina.
Na visão de Aguilera, o mercado de biodiesel está saturado e muitas usinas não sobreviverão até a chegada de um novo marco legal. Se não for tomada nenhuma medida no curto prazo o setor terá a “sobrevivência das mega corporações que enxergam neste segmento um pequeno negócio ao seu portifólio de produtos com nenhum comprometimento com o crescimento da indústria”. O executivo aponta ainda que com essa medida o setor teria uma maior segurança no abastecimento e a manutenção de empregos.
Para o Diretor presidente da Ecodiesel a diminuição da possibilidade de oferta no leilão seria uma medida de curto prazo, que seria útil até a entrada em vigor de um novo marco regulatório. Ela evitaria que as empresas do setor se comportassem de maneira predatória.
Veja a carta completa clicando aqui (.pdf)
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
Uma proposta de José Carlos Aguilera, diretor presidente da Brasil Ecodiesel, promete agitar o mercado de biodiesel nas próximas semanas. Em carta enviada a Rodrigo Rodrigues, coordenador da Comissão Executiva Interministerial do Biodiesel, e Ricardo Dornelles, diretor de combustíveis renováveis do MME, Aguilera sugere que o governo limite em 60% a oferta de biodiesel nos leilões da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Atualmente os leilões são limitados em 80% da oferta de cada usina.
Na visão de Aguilera, o mercado de biodiesel está saturado e muitas usinas não sobreviverão até a chegada de um novo marco legal. Se não for tomada nenhuma medida no curto prazo o setor terá a “sobrevivência das mega corporações que enxergam neste segmento um pequeno negócio ao seu portifólio de produtos com nenhum comprometimento com o crescimento da indústria”. O executivo aponta ainda que com essa medida o setor teria uma maior segurança no abastecimento e a manutenção de empregos.
Para o Diretor presidente da Ecodiesel a diminuição da possibilidade de oferta no leilão seria uma medida de curto prazo, que seria útil até a entrada em vigor de um novo marco regulatório. Ela evitaria que as empresas do setor se comportassem de maneira predatória.
Veja a carta completa clicando aqui (.pdf)
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com