A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) apresentou ontem
(28) na Conferência BiodieselBR sua visão sobre o aumento do percentual
de mistura de biodiesel no diesel.
A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) apresentou ontem
(28) na Conferência BiodieselBR sua visão sobre o aumento do percentual
de mistura de biodiesel no diesel.
A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) apresentou ontem (28) na Conferência BiodieselBR sua visão sobre o aumento do percentual de mistura de biodiesel no diesel.
Segundo Vicente Pimenta, coordenador da Comissão Técnica de Biodiesel da AEA, para aumentar a adição de biodiesel é importante que se crie uma especificação para a mistura diesel/biodiesel. Além disso, ele ressalta que é necessário que haja um padrão em relação à estabilidade à oxidação. Ele alerta que um biodiesel degradado se comporta de maneira distinta e modifica as propriedades do diesel. “Ninguém é contra o biodiesel. A gente é favor da cautela. Na medida em que forem melhoradas as especificações e o conhecimento desse combustível estou convencido de que a proporção de mistura será maior”.
Segundo o coordenador, as vantagens de se aumentar o percentual de biodiesel são várias: diminui a quantidade de enxofre do diesel, contribui para o aumento da lubricidade do diesel, traz um balanço energético positivo, aumenta a renda do produtor rural (agrícola e pecuária), reduz a emissão de gases de efeito estufa e, por fim, reduz a necessidade de importação de diesel.
Garantias
Para Pimenta os principais fabricantes de sistemas de injeção do mundo concordaram em dar garantia para o uso do B7, desde que o biodiesel esteja dentro da especificação européia (EN 14214). “Os sistemistas resistirão em dar garantia a misturas com teores superiores a 7% neste momento”, alerta. No entanto, apesar da posição dos sistemistas, muitos fabricantes de motores têm garantido seus produtos para frações maiores de biodiesel, inclusive para o B100. “Eles decidiram sozinhos, por conta e risco deles, possivelmente para associar suas marcas a um combustível renovável, que gera menos emissões”, observa Pimenta.
Trabalho apresentado pela Cummins, fabricante de motores diesel para caminhões e ônibus, mostrou que o motor se comportou bem usando até 20% de biodiesel e não foram notadas diferenças em relação à potência, torque ou consumo de combustível.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
A Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) apresentou ontem (28) na Conferência BiodieselBR sua visão sobre o aumento do percentual de mistura de biodiesel no diesel.
Segundo Vicente Pimenta, coordenador da Comissão Técnica de Biodiesel da AEA, para aumentar a adição de biodiesel é importante que se crie uma especificação para a mistura diesel/biodiesel. Além disso, ele ressalta que é necessário que haja um padrão em relação à estabilidade à oxidação. Ele alerta que um biodiesel degradado se comporta de maneira distinta e modifica as propriedades do diesel. “Ninguém é contra o biodiesel. A gente é favor da cautela. Na medida em que forem melhoradas as especificações e o conhecimento desse combustível estou convencido de que a proporção de mistura será maior”.
Segundo o coordenador, as vantagens de se aumentar o percentual de biodiesel são várias: diminui a quantidade de enxofre do diesel, contribui para o aumento da lubricidade do diesel, traz um balanço energético positivo, aumenta a renda do produtor rural (agrícola e pecuária), reduz a emissão de gases de efeito estufa e, por fim, reduz a necessidade de importação de diesel.
Garantias
Para Pimenta os principais fabricantes de sistemas de injeção do mundo concordaram em dar garantia para o uso do B7, desde que o biodiesel esteja dentro da especificação européia (EN 14214). “Os sistemistas resistirão em dar garantia a misturas com teores superiores a 7% neste momento”, alerta. No entanto, apesar da posição dos sistemistas, muitos fabricantes de motores têm garantido seus produtos para frações maiores de biodiesel, inclusive para o B100. “Eles decidiram sozinhos, por conta e risco deles, possivelmente para associar suas marcas a um combustível renovável, que gera menos emissões”, observa Pimenta.
Trabalho apresentado pela Cummins, fabricante de motores diesel para caminhões e ônibus, mostrou que o motor se comportou bem usando até 20% de biodiesel e não foram notadas diferenças em relação à potência, torque ou consumo de combustível.
Alice Duarte – BiodieselBR.com