A explosão em uma usina de biodiesel nesse final de semana, que
destruiu a unidade de neutralização de óleo, mostra o grau de perigo que
a atividade está exposta. Por ser uma indústria química, a de biodiesel
tem riscos inerentes, especialmente em relação a segurança.
A explosão na usina de biodiesel da SPBio nesse final de semana, que destruiu a unidade de neutralização de óleo, mostra o grau de perigo que a atividade está exposta. Por ser uma indústria química, a de biodiesel tem riscos inerentes, especialmente em relação a segurança.
Desde o começo da atividade no Brasil, o acidente mais grave aconteceu na unidade da Binatural, em Formosa (GO), com três mortes. Em março de 2009 operários faziam manutenção em um tanque contendo glicerina, quando uma faísca causou a combustão do solvente que ainda estava no produto, provocando uma forte explosão.
Outro acidente grave registrado no país foi na Cooperbio, em Cuiabá (MT). {sidebar id=159} Em agosto de 2009 um curto circuito foi apontado como a causa da explosão na unidade destinada ao preparo de catalisador. Um funcionário morreu e outros dois tiveram queimaduras.
No Brasil, as usinas são obrigadas a comunicar qualquer incidente à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em até 48 horas.
A BiodieselBR procurou ontem a ANP para saber qual o procedimento adotado pela agência a partir de agora e o que é feito para evitar novos acidentes, mas ainda não recebeu nenhuma posição.
Alice Duarte – BiodieselBR.com
A explosão na usina de biodiesel da SPBio nesse final de semana, que destruiu a unidade de neutralização de óleo, mostra o grau de perigo que a atividade está exposta. Por ser uma indústria química, a de biodiesel tem riscos inerentes, especialmente em relação a segurança.
Desde o começo da atividade no Brasil, o acidente mais grave aconteceu na unidade da Binatural, em Formosa (GO), com três mortes. Em março de 2009 operários faziam manutenção em um tanque contendo glicerina, quando uma faísca causou a combustão do solvente que ainda estava no produto, provocando uma forte explosão.
Outro acidente grave registrado no país foi na Cooperbio, em Cuiabá (MT). {sidebar id=159} Em agosto de 2009 um curto circuito foi apontado como a causa da explosão na unidade destinada ao preparo de catalisador. Um funcionário morreu e outros dois tiveram queimaduras.
No Brasil, as usinas são obrigadas a comunicar qualquer incidente à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em até 48 horas.
A BiodieselBR procurou ontem a ANP para saber qual o procedimento adotado pela agência a partir de agora e o que é feito para evitar novos acidentes, mas ainda não recebeu nenhuma posição.
Alice Duarte – BiodieselBR.com