Prezados leitores do BiodieselBR, é com imenso prazer que encerro o ano como colunista deste tão renomado site. Durante os últimos meses falamos um pouco sobre o mercado de biodiesel e as perspectivas para 2008. E por meio da Subcomissão de Biocombustíveis do Senado Federal, observei muitas curiosidades durante as várias audiências públicas que realizamos ao longo de 2007.
Debatemos e discutimos, por exemplo, propostas para estimular e aprimorar a implementação do Programa do Biodiesel na região Nordeste. E levantamos cenários de possibilidades para o atendimento das metas governamentais para o cumprimento da adição de 2% de biodiesel ao diesel, que será obrigatória a partir de janeiro próximo.
Nestas conversas contamos com a participação de representantes de vários órgãos importantes para o setor, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Ministério de Minas e Energia, o Banco do Nordeste, a Petrobrás e a Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel (Abiodiesel), dentre outros.
E foi muito curioso observar ao longo dos últimos meses grandes contradições quando realizávamos estas audiências públicas. De um lado, o governo garantia que haverá suprimento suficiente para cumprir a meta dos 2%. De outro, os produtores reclamavam da falta de mercado e de subsídios para o setor avançar e o biodiesel brasileiro se tornar competitivo.
Muito se fala da grande capacidade instalada de produção, mas também da falta de incentivos. Ouvimos nas audiências que o setor terá um problema a partir do próximo mês em virtude de um mercado com preços inferiores aos custos. Representantes do governo, especificamente da Petrobrás, no entanto, garantem que existe biodiesel suficiente para suprir a nova demanda, a etapa B2 do programa.
Na realidade, só teremos certeza dos rumos deste mercado a partir de janeiro. Enquanto isso, independentemente de como estará o setor no futuro, devemos continuar lutando por mais incentivos e subsídios para que o biodiesel adquira massa crítica para poder “andar sozinho”. Se foi assim na época do Próalcool, por que o governo não pode subsidiar este novo e promissor ramo dos biocombustíveis? É esperar, torcer e cobrar dos governantes para que estas ações tomem logo espaço na agenda de necessidades do país para 2008. Tenham todos um excelente Natal e um ótimo Reveillon. No ano que vem voltaremos com mais novidades do setor.
Debatemos e discutimos, por exemplo, propostas para estimular e aprimorar a implementação do Programa do Biodiesel na região Nordeste. E levantamos cenários de possibilidades para o atendimento das metas governamentais para o cumprimento da adição de 2% de biodiesel ao diesel, que será obrigatória a partir de janeiro próximo.
Nestas conversas contamos com a participação de representantes de vários órgãos importantes para o setor, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Ministério de Minas e Energia, o Banco do Nordeste, a Petrobrás e a Associação Brasileira das Indústrias de Biodiesel (Abiodiesel), dentre outros.
E foi muito curioso observar ao longo dos últimos meses grandes contradições quando realizávamos estas audiências públicas. De um lado, o governo garantia que haverá suprimento suficiente para cumprir a meta dos 2%. De outro, os produtores reclamavam da falta de mercado e de subsídios para o setor avançar e o biodiesel brasileiro se tornar competitivo.
Muito se fala da grande capacidade instalada de produção, mas também da falta de incentivos. Ouvimos nas audiências que o setor terá um problema a partir do próximo mês em virtude de um mercado com preços inferiores aos custos. Representantes do governo, especificamente da Petrobrás, no entanto, garantem que existe biodiesel suficiente para suprir a nova demanda, a etapa B2 do programa.
Na realidade, só teremos certeza dos rumos deste mercado a partir de janeiro. Enquanto isso, independentemente de como estará o setor no futuro, devemos continuar lutando por mais incentivos e subsídios para que o biodiesel adquira massa crítica para poder “andar sozinho”. Se foi assim na época do Próalcool, por que o governo não pode subsidiar este novo e promissor ramo dos biocombustíveis? É esperar, torcer e cobrar dos governantes para que estas ações tomem logo espaço na agenda de necessidades do país para 2008. Tenham todos um excelente Natal e um ótimo Reveillon. No ano que vem voltaremos com mais novidades do setor.
Senador João Tenório (PSDB-AL) é engenheiro químico e preside a subcomissão dos Biocombustíveis do Senado Federal (Crabio).
E-mail: jtenorio@senador.gov.br