Conheça os detalhes da nova especificação e as principais mudanças |
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| quinta, 20 março 2008 . BiodieselBR.com | |||
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A ANP publicou hoje o novo padrão para o biodiesel brasileiro em substituição a especificação provisória, em vigor desde novembro de 2004. O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e seja assinante. Já é assinante? identifique-se no alto desta página.
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Herbert Heck
disse:
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| É sabido que a mamona é uma das poucas culturas que podem ser cultivadas em regiões áridas do nordeste brasileiro e com grande potencial de crescimento na sua produtividade com as pesquisas da EMBRAPA e outros órgãos de pesquisa. Ela não é concorrente com o Biodiesel de soja ou pinhão manso e pode tirar da miséria milhares de agricultores nordestino.A Resolução da ANP para padronizar o Biodiesel não levou em conta que é impossível o biodiesel de mamona predominar no programa nacional de adição ao diesel na proporção de B2, B3, B5 ou B20. Primeiro porque a beleza do biodiesel está na sua diversidade de matéria prima do processo fabril e a concorrencia de várias fontes de gordura já é uma realidade. Em segundo porque a área necessária para cultivar mamona para atender toda a demanda dessas etapas seria gigantesca e não disponível. A PETROBRAS como distribuidor deve fazer as misturas e adequar a um determinado padrão de viscosidade e peso específico, caso contrário a mamona será jogada para a lata do lixo do programa do Biodiesel junto com milhões de nordestinos. Alias mataram o programa do biodiesel social do Lula. 1
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