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RN: Agricultores locais amargam fracasso no plantio de girassol

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segunda, 22 setembro 2008 . Tribuna do Norte   
Quando foi lançado em fevereiro deste ano, o Programa Estadual de Agroenergia (PARN) tinha o intuito, segundo o governo estadual, de estabelecer um ciclo produtivo de biodiesel e garantir a sustentabilidade financeira dos agricultores familiares, assegurando-lhe o preço mínimo na hora da venda do produto, no caso a semente de girassol. Porém, a redenção econômica e social desses agricultores deve levar mais algum tempo, porque a previsão inicial de se produzir 13 mil quilos de girassol caiu por terra, literalmente: a produção da oleaginosa mal vai chegar a 2.500 quilos e o que poderia ser uma nova fonte de renda no campo, pode se tornar mais uma dor de cabeça para 1.216 agricultores do Rio Grande do Norte.

O planejamento inicial do governo previa ocupar uma mão-de-obra de mais de cinco mil agricultores familiares, somente com a cultura do girassol, sem contar o plantio de algodão, a outra cultura incluída no PARN, que geraria ocupação para mais de sete mil agricultores. Por diversas razões, não se conseguiu plantar os 17.500 hectares zoneados para a cultura do girassol, que só alcançou 32 municípios dos 69 escolhidos para a execução do programa.

Gerente estadual do PARN, Emmanuel Alves da Costa aponta como uma das razões para a quebra de safra do girassol, “o desconhecimento” dos agricultores norte-rio-grandenses em relação ao cultivo da oleaginosa, “por se tratar de uma cultura nova para eles”.

As colocações de Emmanuel da Costa se confirmam no campo, como no assentamento rural Espírito Santo, em Ceará-Mirim, município onde se distribuiu 220 quilos de sementes e se plantou girassol numa área de 35 hectares. Lá, a colheita esperada é de 7.490 quilos da oleaginosa.

Em Ceará-Mirim, o Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater-RN) chegou a fornecer sementes doadas pela Petrobrás para 11 agricultores. Mas até essa data, nenhum projeto foi elaborado e contratado, nem os agricultores receberam capacitação técnica.

O assentamento Espírito Santo está localizado à margem da BR-406, uns cinco quilômetros depois da saída de Ceará-Mirim para a região do Mato Grande. Francisca Rocha de Araújo, 52 anos, toma conta de um loteamento de um filho, que não pode mais trabalhar porque sofre de uma doença rara, um tipo de hipertrofia muscular que não tem cura e pode levá-lo à morte prematuramente. “Estamos muito perto da colheita e não chegou sacaria nenhuma”, disse ela, que plantou 18 hectares de girassol e apontou outra falha para o projeto:; “Não foi feita a correção do solo”.

Dona Francisca Araújo é uma das líderes do assentamento rural Espírito Santo e também é candidata a vereadora em Ceará-Mirim, mas teme pelo fracasso da cultura de girassol, porque a informação que ela diz é que aqui “não tem usina para processar o óleo”.

Na área de plantação de girassol de dona Francisca Araújo, pode se ver a olho nu que o cultivo do girassol se desenvolveu de forma diferenciada. Ela mostrou que em alguns pontos, onde tinha gado pastando e se criou um adubo natural com o esterco dos animais, a planta cresceu, chegando alguma flor ao tamanho de uma calota de automóvel. Na maior parte da área cultivada, de tão pequena, a flor nem chegou a ter a circunferência de um DVD.

Para o marido dela, Nazareno Elpídio de Araújo, 60 anos, o ideal era que continuasse criando as poucas cabeças de gado que tinha ou plantando cana-de-açúcar, a cultura típica da região do Vale do Ceará-Mirim, “porque tinha garantia de safra e de compra”. Em outra área do assentamento, ele diz que tem um plantio de cajueiro, onde diz ter uma melhor esperança de safra no fim do ano.

Nazareno de Araújo conta que está no assentamento Espírito Santo desde julho de 1998 e que lá a maioria dos assentados não tem como pagar os empréstimos obtidos junto a bancos oficiais. Com relação ao girassol, ele disse que gastou R$ 2.450,00, mas que até agora só tinha recebido as sementes. “Era para receber R$ 120,00 por hectare plantado, mas só recebi R$ 30,00 para a colheita”, reforçou ele.

Aposentadoria é o principal meio de sobrevivência
A aposentadoria rural ainda  é o principal  meio de sobrevivência dos agricultores, inclusive nos assentamentos de reforma agrária como o de Espirito Santo, em Ceará-Mirim. O agricultor Rui Barbosa, 55 anos, disse que ainda recebeu sementes de girassol, mas não chegou a plantar porque achou pouco a área destinada ao plantio: 1 hectare.

Como sobrevive da aposentadoria de um salário mínimo (R$ 415,00), seu Barbosa disse que espera ganhar alguma coisa este ano com o plantio de cajueiro. “Tenho mil pés e a promessa é boa”, otimiza ele, que no ano passado chegou a colher 60 sacas de castanha, em torno de 300 quilos, e que foi vendida a R$ 1,00 o quilo.

Um dos líderes do assentamento Espírito Santo, Manoel da Rocha Sobrinho, não estava em casa na tarde de quarta-feira, dia 17, segundo a sua família, porque tinha ido a Ceará-Mirim “dar entrada na aposentadoria”.

Na casa de seu Manoel Sobrinho estava a mulher e um casal de filhos: Alysson da Rocha Sobrinho disse que antes de plantar girassol, cuja semente ele disse que “chegou atrasado (sic)”, o pai plantava feijão, milho e roça de mandioca. Como era a primeira vez que a família plantava girassol, Alysson disse não saber se ia dar certo a colheita das três mil covas que foram plantadas.

Ao contrário do plantio do assentamento Espírito Santo, o agricultor Antônio Pedro de Lima Júnior cultivou a semente de girassol em uma área cedida pelo seu patrão na fazenda Girassol, no município de Jandaíra, região do Mato Grande. “Tem futuro, se bem tratado é melhor do que milho e feijão”, disse ele, esperançoso por dias melhores.

Antônio Lima disse que iria plantar 12 hectares de girassol, mas como “não houve a limpa” do terreno a tempo, ele só plantou oito hectares. Se tudo for feito  como manda o figurino, ele acredita que “dá para tirar uns 700 quilos de girassol por hectare”.

Cessionário da área da Fazenda Girassol, o juiz aposentado José Carneiro dos Santos Filho, disse que a terra por lá é muito boa e acha que o governo devia estender o programa de agro-energia também para fazendeiros: “O Brasil precisa de biodiesel”.

Programa apresentou problemas
O Programa Estadual de Agro-energia (PARN) é fruto de uma parceria entre a Petrobras, que assegurou a doação das sementes,  e o governo Rio Grande do Norte que disponibilizou  R$ 10 milhões para assegurar a assistência técnica, através da Emater e Emparn, além de garantir o preço mínimo de R$ 1,30 para o algodão e de R$ 0,81 para o girassol. Pelo programa, os agricultores familiares também poderiam dispor de financiamento através do Pronaf para a realização do custeio de suas culturas, que é operacionalizado pelos bancos do Brasil e do Nordeste, bastando que os produtores procurem os escritórios da Emater.

O gerente do PARN, Emmanoel Alves da Costa, disse que “com relação aos gargalos na sua implantação”, deveu-se a alguns fatores, como adversidade climática, desconhecimento da cultura do girassol por parte dos agricultores, além da falta de insumos requeridos pela cultura.

Costa também citou a inexistência no mercado estadual de máquinas e implementos agrícolas “para viabilizar as operações demandadas”, bem como a inadimplência dos agricultores familiares junto aos agentes financeiros e ainda o atraso no lançamento do programa.

No entanto, Costa disse que o programa apresentou “alguns aspectos favoráveis”, como a assistência técnica gratuita prestada pela Emater, a doação de sementes por parte da Petrobras e a garantia de compra da produção, com preço de referência compatível com os custos de produção das culturas de algodão e girassol, que tem um ciclo de germinação de 120 dias entre o plantio e a colheita.

Afora isso tudo, ele acredita que “a boa adaptação”, da cultura das oleaginosas ao solo e clima norte-rio-grandense é alvissareira para o futuro do PARN, já que a média de chuva anual de 500 milímetros na maior parte das regiões do Estado também é favorável a esse tipo de cultura.

O biodiesel é uma denominação genérica para combustíveis derivados de oleaginosas, tais como: mamona, dendê, babaçu, soja, gordura animal etc. A adição e/ou substituição de biodiesel ao diesel de origem fóssil é uma boa alternativa de combustível para o transporte e geração de energia elétrica. Países como a Alemanha, França e Itália já possuem programas bem desenvolvidos para a produção e uso do biodiesel.

No Rio Grande do Norte a Petrobras implantou duas usinas experimentais de biodiesel no pólo petroquímico de Guamaré, com investimentos de 20 milhões.

As duas unidades estão sendo ampliadas para produzirem 20,4 milhões de litros/ano, tendo como insumos a mamona (agricultura familiar) e soja (agronegócio).

Valdir Julião

Revista BiodieselBR
Comentarios (17)add comment

Telmo Heinen :

Risível:
Quando eu digo que no Brasil o fracasso nem sempre é obra do acaso mas sim "fruto" de meses e, até ANOS de planejamento eu sou criticado.

Eis aí mais uma prova disso. Girassol, uma planta de clima temperado, a mais exigente em termos de fertilidade, uma legitima cultura mecanizada, "jogada" pelos poetas oficiais para o sertão do Rio Grande do Norte, na mão de "Ah!sentados" do MDA e agora dito, em terras sem correção do solo.

Simplesmente risível!
 
22.09.2008 - 08:07
Votos: +0

Felipe M. Gallo :

hora extras
É Telmo os poetas estão de plantão, inclusive fazendo horas extras sem cobrar.
 
22.09.2008 - 19:51
Votos: +0

Jairo Martins :

Felicidade de poucos
Amigos, não foi surpresa os resultados indicados na reportagem sobre o plantio de girassol lá no Rio Grande do Norte. Trabalhadores sem conhecimento da cultura e falta de assistência técnica para orientar os trabalhos.
Este papo de agricultura familiar para produção de biodiesel é uma baita de uma enganação, tanto com os pequenos agricultores como para com a sociedade em geral. A Petrobrás sabe que o abastecimento de suas plantas de biodiesel sera feita com a compra de oleo de soja no mercado.
Por exigência do Presidente Lula e da Turminha do PT foi criado este tal de selo social, que é a porta de entrada das negociatas dos PTistas. Uma das maiores negociatas deste tipo foi realizada exatamente no Rio Grande do Norte, através da compra de 50 toneladas de sementes de girassol da empresa Helianthus, pela Petrobrás Biocombustivel de Quixada, pela bagatela de R$ 1.500.000,00 ( um milhão e quinhentos mil reais). A semente saiu a preço de ouro ( R$ 30,00 por quilo) e deu no que deu. Parece que apenas os agricultores não ganharam neste negocio, pois acredito que quem vendeu por este preço ganhou e quem comprou também levou. Aqui na Bahia tem cooperativas faturando alto na venda de sementes de mamona e prestando serviços de coleta de grãos para a usina de Candeias, a preços exorbitantes. Quero saber se esta conta do biodiesel vai fechar no azul ou se a sociedade vai pagar estes custos com a alta do diesel nas bombas.
 
23.09.2008 - 01:59
Votos: +0

almir monteiro :

Falta de Planejamento Estratégico
Essa coisa de falta planejamento estratégico no Brasil vem se arrastando de longas datas, dinheiro existe, boas intenções existem e o inferno está cheio de gente com boas intenções, porém a desorganização do setor público a falta de compromisso e a irracionalidade provocam feridas profundas no agronegócio com o descredito do produtor rural nas nos programas públicos, principalmente os da agricultura familiar, eis o exemplo no Rio Grande do Norte e tantos outros, outros e outros.
O Agronegócio deve ser organizado e gerenciado pelo setor público, o governo dar apoio tecnologico.
 
23.09.2008 - 09:59
Votos: +0

otilio lorenzo :

E OS ALIBABAS CONTINUAM......
NAO TEMOS SO LADRÕES, TEMOS TBEM UM BANDO DE BURROS , SERA NO RGN NAO TEM ENGENHEIROS AGRONOMOS OU TECNICOS AGRICOLAS, OU ESTES TBEM SAO CONIVENTES COM A ROUBALHEIRA BURRA PRATICADA POR FUNCIONARIOS PUBLICOS EN TODO O PAIS . SAO LADRÕES BURROS DEMAIS PQ DEPOIS DE UM TEMPO TUDO APARECE E SE ESCLARECE , SAO INCOMPETENTES ATE PARA FAZER FALCATRUAS ESSES IMBECIS TEM QUE SEREM DEMITIDOS SUMARIAMENTE POR JUSTA E INSANA BURRICE

MPF E PF NELES COM ALGEMAS AI PODE SER QUE DIMINUA UM POUCO ESSA PALHAÇADA

ABRAÇOS
 
23.09.2008 - 15:15
Votos: +0

JOÃO JOSÉ RODRIGUES BONFIM - EX-GERENTE DA CRATEÚS ALGODOEIRA S/A-CRATEÚS-CE. :

BONFIM CRATEÚS,DIZ O GIRASSOL É UMA PLANTA VERSÁTIL
BONFIM CRATEÚS,diz o GIRASSOL é uma planta versátil é uma boa opção fora a mamona é a segunda
opção girassol recomendado se consultar um engenheiro agrônomo para que ele oriente na avaliação das
vantagens e desvantagens de cada uma das alternativas de utilização da cultura,para o caso especifico de
de cada agricultor,que pode ser usada sob diferentes condições técnica e econômicas,devido a sua grande
rusticidade e ao baixo custo das sementes além dessa,já existem em testes novas variedades ainda melhores mais adequados a região sul,rio e outros,vocês do Rio Grande Norte procurem um ENGENHEIRO
AGRÔNOMO mais próximo de sua Cidade para estudar as melhores técnicas para o cultivo e a melhor e real alternativa para o seu casoespecifico e para providenciar as sementes da variedade,o primeiro erro de
vcs forem ter comprado sementes de péssima qualidade não especifica e o preço altissimo de R$.30,00 o
quilo,vcs foram assaltados não existe esse preço e o erro depois é ter distribuidas aos assentados esses
são os piores produtor.

BONFIM CRATEÚS
CRATEÚS - CE.
 
24.09.2008 - 13:44
Votos: +1

Antonio Soares :

O NOME do SANTO
Concordo com o Otilio Lorenzo, são um bando de burros e acham que a verdade nao vem à tona. Aqui no Rio Grande do Norte todos sabem que não é dificil descobrir o NOME do sujeito que intermediou a compra destas sementes a preço de ouro. Dificil mesmo é descobrir o corpo do ULISSES Guimaraes que ainda hoje repousa no fundo do mar. Entendenram: o corpo do Dr. ULISSES não veio à tona mas, o NOME sim.
 
24.09.2008 - 18:22
Votos: +0

SANDRO BONOMO :

UMA VELHA ISTORIA
A 21ANOS NO bRASIL TECNICO AGRICOLA TEVE QUE VOLTAR NA MINHA TERRA PELA INCOMPETENCIA E ROUBALHERA,QUE VAI DOS PRODUTORES DE SEMENTE AOS MUITOS FUNCIONARIOS PUBLICOS SENTADOS,PRONTOS SEMPRE A CRITICAR COLEGAS QUE TRABALHAM.NO MATO GRANDE MUITA TERRA BOA E ALGUMA FAIXA ONDE ES POSSIVEL PRODUZIR GIRASSOL SORGO DE SEQUEIRO, MAS INFELIZMENTE AGRICULTORES IMPREPARADOS MAS AVIDOS DE TECNICA ... MA SEM AJUDA
 
25.09.2008 - 05:41
Votos: +0

Antonio Porto :

Roubalheira
Amigo Bonfim Crateús, No rio Grande do Norte temos muitos Agronomos e Tecnicos competentes, prova é a nossa FRUTICULTURA IRRIGADA forte e exportadora. O problema do biodiesel no estado é que esta sendo conduzido por pessoas com interesses escusos, como pode ser atestado por esta compra de sementes de girassol a R$ 30,00 o quilo. Você disse muito bem : nos fomos assaltados ( o povo, os agricultores, os contribuintes ) e fica por isso mesmo.
Pelo que me consta tem mais de dez agronomos e mais de 40 tecnicos envolvidos nestes projetos de plantio de girassol no estado do Rio Grande do Norte. Tem gente da Petrobrás, EMATER, EMPARN e muitos outros. O problema é que estas pessoas não estao nem ai para a produção e produtividade. Uns querem receber salario no final do mes e outros querem fazer negociatas como a compra de girassol e mamona superfaturada.
No final todos colocam a culpa nos pequenos agricultores e na falta de chuva, ou excesso neste ano, prometendo melhorar ano que vem e ano que vem e ano que vem...vemmmmmmm.
 
25.09.2008 - 19:01
Votos: +0

Edson Yoschino :

Bem Feito
Bem feito. A reportagem mostra o fracasso deste pseudos agronomos que estao conduzindo o programa de biodiesel do Rio Grande do Norte. Temos aqui produtores de sementes de girassol da mais alta capacidade e qualidade técnica e a preços de mercado. Entretanto, preferiram comprar SEMENTES DE OURO de empresa de gringos, SUPERFATURADAS, alegando falsas vantagens de produção. Duvido que toda a produção destes assentados pague ao menos os R$ 1.500.000,00 desta compra cabeluda. E agora? ainda vão continuar com estas maracutaias? Policia Federal neles.
 
25.09.2008 - 21:44
Votos: +0

Julio Cezar Sobrinho :

Contradições
Não estou entendo mais nada. A duas semanas atrás o Gerente do PARN, Emanuel Alves da Costa, concedeu entrevista ao Jornal Tribuna do Norte afirmando que o Programa de Plantio do Girassol no Rio Grande do Norte era um sucesso total.
Na ocasião afirmou que muitos produtores teriam produção de até duas toneladas por hectare. Suas afirmações foram feitas apos a visita do Diretor da Petrobrás Combustivel, Miguel Rosseto, ao nosso estado, com o objetivo de fiscalizar as plantações de girassol conduzidas pela Petrobrás e EMATER.
Onde está a verdade? O que esta acontecendo com todas estas informações desencontradas? O que fizeram com esta SEMENTE de OURO pois segundo a reportagem foram plantados apenas 2500 Hectares ? Porque compraram esta quantidade absurda de sementes? Faz se necessario que estas indagações sejam respondidas e tenhamos uma apuração séria destes fatos.
A Petrobras é a responsavel em ultima instancia por todos estes acontecimentos, pois ela conduz este Projeto de Biodiesel em Guamare. Com a palavra a PETROBRAS.
 
26.09.2008 - 02:26
Votos: +1

sandro bonomo :

semente caseira
carissimo edson,a semente dos produtores locais na maioria das vezes fica para outros estados aos potiguar assentados fica a semente "grao" tanto ninguem vai pagar por isso .

abraços
 
26.09.2008 - 04:58
Votos: +0

Luiz Carlos Autuori :

Cultura Exigente
Pessoal do Rio Grande do Norte, a cultura do girassol é muito exigente em adubos e terra fertil. Tambem exige muita mecanização e pessoal qualificado. Não pode simplesmente jogar nas mãos dos assentados e esperar ter bons resultados.
A utilização de sementes hibridas também é recomendada, pois a produtividade é melhor assim como o teor de oleo e a padronizacao do plantel. Entretanto, este preco de semente que voces pagaram é na realidade um verdadeiro assalto. Isto não existe. A Petrobras é uma empresa seria e deveria tomar providencias com relação a esta compra, para que o programa do biodiesel não entre em descredito junto aos tecnicos e agricultores.
 
26.09.2008 - 17:04
Votos: +0

Telma lizandra de souza :

Pervesidade e corrupção
Santo Cristo, quanta maldade. Como pode. Pessoas inescrupulosas estão colocando em risco um programa tão bonito que é este do BIODIESEL. O presidente LULA esta fazendo de tudo para ajudar aos pequenos agricultores do nordeste, a partir do Biodiesel, e chega uma noticia destas de que pessoas sem o menor escrupulo estão ganhando em cima dos assentados. Sim, em cima dos pequenos agricultores, pois esta compra de semente de girassol a preço de ouro foi feita com verbas da PETROBRAS que poderiam ser utilizadas para melhorar a situação do pessoal do campo. Por favor investiguem este sujeito que teve a coragem de fazer esta compra. Não esqueçam de denuciar tambem a empresa que vendeu estas sementes de girassol.
 
26.09.2008 - 17:28
Votos: +0

Carlos Urquiza :

LADROES
CORRUPTOS, LADRÕES. Como podem pagar R$ 30,00 / Kg de semente de girassol. Pagaram 10 X MAIS e fica por isso mesmo? CADEIA nesta Turma de LADRÕES. Eita Brasil ??????? é dinheiro do povo jogado fora. Alias, jogado no bolso de uns poucos sabidinhos.
 
26.09.2008 - 18:11
Votos: +0

Antonio Vidigal Souza :

Lambari
Este Dr. Ulisses deve ser apenas um Lambari e R$ 1.500.000,00 é troco para a PETROBRAS. Vamos atrás dos tubarões e das grandes negociatas. Porque a PETROBRAS até hoje não divulgou em detalhes o LEILÃO de BIODIESEL que ela realizou? quem ganhou, qual o volume e o preço de cada fornecedor? quem entregou o biodiesel? A BRASIL ECODIESEL entregou o produto? entregou dentro da especificação?
Leitores, tudo o que eu escrevi acima é a pura realidade do negocio biodiesel no Brasil. A Petrobras esta se metendo onde não foi chamada e esta dando maus exemplos.O exemplo vem de cima, épor isto que a turma de baixo ve a robalheira dos tubaroes e dana-se a imitar seus atos. O buraco é mais embaixo.
 
26.09.2008 - 21:50
Votos: +0

Carlos Monteiro Carvalho :

SEMENTES DE OURO
Atenção chargistas do BIODIESELBR : sugestão para a proxima charge.

SEMENTES DE OURO VENDIDAS NO RIO GRANDE DO NORTE TRAZEM A TONA O NOME DO Dr. ULISSES
 
28.09.2008 - 14:11
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