Há 30 anos, na última vez que o mundo enfrentou uma crise do petróleo,
o Departamento de Energia dos EUA (DoE) lançou um programa para
analisar o potencial de algas. Em
pouco tempo se concluiu que as algas eram uma verdadeira dádiva da
natureza – ainda que usufruir dessa dádiva fosse uma questão bem mais
complicada.
Nesta quinta e sexta-feira (10 e 11) os leilões da ANP definirão o
mercado para o início do segundo semestre e embora a capacidade
produtiva das usinas ultrapasse 2,7 bilhões, estas devem sair
satisfeitas do pregão, saiba porquê.
A confluência de desenvolvimentos em botânica e biotecnologia, em
captura de carbono, técnicas de armazenamento e em métodos inovadores
de bioconversão torna possível começar a imaginar uma “quarta geração”
de biocombustíveis e sistemas de bioenergia. Os primeiros passos para
tais combustíveis já estão sendo dados.
Os próximos leilões promovidos pela ANP definirão o caminho pelo qual seguirá o setor de
biodiesel. Por isso aproveitamos para
apresentar diversos pontos importantes sobre os leilões de novembro e a quantidade máxima que cada usina poderá vender.
Empresas nacionais e multinacionais que investiram na produção de
biodiesel no país aguardam decisão do governo e definição dos leilões
para anunciar próximos passos para a produção no país. Preço da soja
também está interferindo nos novos rumos para o setor.