Setor de biodiesel teve mais um bimestre com performance relativamente fraca nas entregas
As entregas de biodiesel estão começando 2021 melhores que que encerraram 2020. Mesmo que só um pouco. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre janeiro e fevereiro os fabricantes de biodiesel entregaram aos distribuidores um total de 1.087,7 milhares de m³ de biocombustível. Este resultado qualifica o 77º Leilão de Biodiesel como o quarto maior da história em termos de movimentação do produto. Ele é superado – do maior para o menor – pelo o L73, o L75 e o L68.
Esse volume de biodiesel é suficiente para garantir a venda de 9.064,6 mil m³ de óleo diesel B. Esse volume é 1,3% superior aos 8.947,2 milhares de m³ que foram consumidos no mesmo período do ano passado.
As entregas de biodiesel estão começando 2021 melhores que que encerraram 2020. Mesmo que só um pouco. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre janeiro e fevereiro os fabricantes de biodiesel entregaram aos distribuidores um total de 1.087,7 milhares de m³ de biocombustível. Este resultado qualifica o 77º Leilão de Biodiesel como o quarto maior da história em termos de movimentação do produto. Ele é superado – do maior para o menor – pelo o L73, o L75 e o L68.
Esse volume de biodiesel é suficiente para garantir a venda de 9.064,6 mil m³ de óleo diesel B. Esse volume é 1,3% superior aos 8.947,2 milhares de m³ que foram consumidos no mesmo período do ano passado.
Em janeiro, as distribuidoras reportaram para a ANP a venda 4.471,5 mil m³ de diesel. Alta de 0,9% sobre a quantidade de combustível movimentada em 2020.
Performance
Quando comparado aos 1.176,9 milhares de m³ que foram arrematados durante o L77, a performance geral de entregas do setor fica em 92,4%. É um pouco acima dos 91,3% apurados ao longo do período de entregas do L76.
Não é um resultado que possa ser descrito como dos mais robustos. As distribuidoras são obrigadas a retirar 95% do biodiesel adquirido nos leilões. Isso quer dizer que, em muitos casos, foi mais vantajoso para o comprador pagar a multa contratual do que se dar ao trabalho de ir buscar o produto.
Recuperação
Mesmo que o resultado final tenha sido pouco empolgante, vale a pena ressaltar a melhora ocorrida entre janeiro e fevereiro.
No primeiro mês do ano, a performance de entregas do setor ficou em 87,5%. Para compensar, em fevereiro as retiradas beiraram os 97,6%.
Na ponta do lápis, as retiradas para o mercado obrigatório foram de 525 mil m³ em janeiro e 562,7 mil m³ em fevereiro. Essa movimentação garante a faturamento de R$ 5,12 bilhões para as usinas.
De todas as 40 unidades produtivas de biodiesel que fizeram entregas para o mercado da mistura obrigatória no primeiro bimestre, apenas a Aliança e a Fiagril entregaram até a última gota – ou mais – do biodiesel vendido no L77. Além dessas a Bio Vida de Várzea Grande (MT) bateu na trave com uma performance de 99,8%.
Já 10 usinas registraram entregas abaixo de 90% e terão que apresentar explicações à ANP se quiserem garantir sua participação no L80. No total, esses fabricantes deixaram de entregas 45,4 mil m³ de biodiesel. As situações mais complicadas são da Unibras (73,6%) e da Caramuru de Sorriso (68,7%)
As outras 27 usinas ficaram no grupo intermediário entre 99% e 90%.
Veja na tabela abaixo as entregas de cada usina:
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
