Para garantir que o abastecimento de biodiesel transcorresse sem contratempos, a Petrobras executou 84,1% dos contratos de opção.
Foi menos apertado do que no bimestre anterior – quando a execução chegou a 93,2%. Segundo dados da Petrobras, entre setembro e outubro as distribuidoras consumiram 84,1% do volume de biodiesel contratado como parte do Leilão de Estoque 56 (LE56).
Foi menos apertado do que no bimestre anterior – quando a execução chegou a 93,2%. Segundo dados da Petrobras, entre setembro e outubro as distribuidoras consumiram 84,1% do volume de biodiesel contratado como parte do Leilão de Estoque 56 (LE56).
O volume negociado no leilão de estoque não foi dos maiores. O certame conseguiu arrematar apenas 29 milhões de litros dos 46 que a estatal havia imaginado. Isso já ajuda a explicar o nível relativamente elevado de conversão dos contratos.
Além disso, as distribuidoras parecem ter tido um apetite particularmente grande por biodiesel no bimestre passado. Além das usinas terem mantido uma média de entregas consideravelmente robusta – 97,9% – ainda foi preciso retirar pouco menos de 23,4 milhões de litros dos estoques.
Em termos absolutos, essa foi a terceira maior demanda dos estoques desde que o atual sistema foi implantado do L31. O LE56 perde apenas para o LE53 que movimentou perto de 64,6 milhões de litros e do LE47 com 30,4 milhões de litros.
Ganhos em alta
Com as distribuidoras demandando mais biodiesel, o ganho das usinas vencedoras subiu. As vendas geradas pela execução dos estaques renderam pouco mais de R$ 57,3 milhões para as oito empresas que arremataram contratos de fornecimento em agosto passado.
Acrescentando nisso os R$ 1,97 milhão que já haviam sido pagos na forma de prêmios, o LE56 movimentou R$ 59 milhões. São quase R$ 10 milhões mais que no quarto bimestre.
A Biopar foi a usina que se deu melhor com o negócio. Com 10 milhões de litros contratados, a empresa mato-grossense conseguiu vender 7 milhões de litros de biodiesel que vão lhe render mais R$ 16,6 milhões. Outros R$ 600 mil já foram pagos na forma de prêmios.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Foi menos apertado do que no bimestre anterior – quando a execução chegou a 93,2%. Segundo dados da Petrobras, entre setembro e outubro as distribuidoras consumiram 84,1% do volume de biodiesel contratado como parte do Leilão de Estoque 56 (LE56).
O volume negociado no leilão de estoque não foi dos maiores. O certame conseguiu arrematar apenas 29 milhões de litros dos 46 que a estatal havia imaginado. Isso já ajuda a explicar o nível relativamente elevado de conversão dos contratos.
Além disso, as distribuidoras parecem ter tido um apetite particularmente grande por biodiesel no bimestre passado. Além das usinas terem mantido uma média de entregas consideravelmente robusta – 97,9% – ainda foi preciso retirar pouco menos de 23,4 milhões de litros dos estoques.
Em termos absolutos, essa foi a terceira maior demanda dos estoques desde que o atual sistema foi implantado do L31. O LE56 perde apenas para o LE53 que movimentou perto de 64,6 milhões de litros e do LE47 com 30,4 milhões de litros.
Ganhos em alta
Com as distribuidoras demandando mais biodiesel, o ganho das usinas vencedoras subiu. As vendas geradas pela execução dos estaques renderam pouco mais de R$ 57,3 milhões para as oito empresas que arremataram contratos de fornecimento em agosto passado.
Acrescentando nisso os R$ 1,97 milhão que já haviam sido pagos na forma de prêmios, o LE56 movimentou R$ 59 milhões. São quase R$ 10 milhões mais que no quarto bimestre.
A Biopar foi a usina que se deu melhor com o negócio. Com 10 milhões de litros contratados, a empresa mato-grossense conseguiu vender 7 milhões de litros de biodiesel que vão lhe render mais R$ 16,6 milhões. Outros R$ 600 mil já foram pagos na forma de prêmios.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com