Após cinco meses fora do topo do ranking, país europeu voltou a ser o maior fornecedor de diesel para o Brasil com share de quase 60%
Nem as crescentes tensões – que viriam a desembocar na atual guerra – entre EUA e Irã conseguiram desacelerar as importações de diesel pelo Brasil. Em fevereiro, foram trazidos de fora do país um pouco mais de 1,36 milhão de m³ do derivado, volume cerca de 28,8% superior ao que havia sido computado no mesmo período do ano passado. É o que mostram os dados mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) a respeito da balança comercial brasileira.
Garantir que o mercado brasileiro continuasse rodando sem soluços custou US$ 772,1 milhões aos brasileiros. Esse valor equivale a pouco mais de R$ 4 bilhões quando convertido pelo câmbio médio apurado pelo Banco Central ao longo do mês passado.
Os gastos foram alavancados pelas turbulências geopolíticas que – então – já vinham afetando as cotações do petróleo.
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