Não tem muito tempo, o futuro da indústria de mundial de metanol parecia estar nos Estados Unidos. O boom na exploração de gás de xisto provocou uma acentuada queda nos preços do principal insumo da indústria o que, por sua vez, levou a diversos fabricantes a anunciarem investimentos em capacidade produtiva no mercado norte-americano.
Não tem muito tempo, o futuro da indústria de mundial de metanol parecia estar nos Estados Unidos. O boom na exploração de gás de xisto provocou uma acentuada queda nos preços do principal insumo da indústria [veja gráfico] o que, por sua vez, levou a diversos fabricantes a anunciarem investimentos em capacidade produtiva no mercado norte-americano.
Pelos menos quatro projetos foram anunciados ao longo dos últimos dois anos totalizando 10,3 milhões de toneladas anuais em capacidade produtiva. Destes, o mais simbólico sobre nova conformação da indústria global foi a realocação de duas plantas – com um milhão toneladas em capacidade cada uma –pertencentes ao conglomerado canadense Methanex que, antes, estavam no Chile.
No entanto, o sonho americano da indústria de metanol parece estar mais difícil de se tornar realidade. Isso porque os preços do metanol vêm apresentando queda consistente, o que vem erodindo as margens para os fabricantes.
China
Além desse golpe, parte dos projetos foram pensados para abastecer a demanda do mercado Chinês por olefinas – compostos usados principalmente na fabricação de plásticos e químicos industriais.
Nesse mercado, no entanto, o metanol vem enfrentando crescente competição do petróleo. Entre meados de 2014 e o começo de 2016, os preços internacionais do barril perderam mais de 70% do valor indo – no caso do óleo tipo Brent – de uma máxima de US$ 111,80 em junho de 2014 para uma mínima de US$ 30,70 em janeiro passado.
Olhando pelo prisma positivo, a queda livre nas cotações parece ter se encerrado. Nos últimos seis meses, o petróleo recuperou parte de seu valor. Em junho a cotação média do barril foi de US$ 48,25 o que pode renovar um pouco do fôlego dos fabricantes de metanol.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Platts
Não tem muito tempo, o futuro da indústria de mundial de metanol parecia estar nos Estados Unidos. O boom na exploração de gás de xisto provocou uma acentuada queda nos preços do principal insumo da indústria [veja gráfico] o que, por sua vez, levou a diversos fabricantes a anunciarem investimentos em capacidade produtiva no mercado norte-americano.
Pelos menos quatro projetos foram anunciados ao longo dos últimos dois anos totalizando 10,3 milhões de toneladas anuais em capacidade produtiva. Destes, o mais simbólico sobre nova conformação da indústria global foi a realocação de duas plantas – com um milhão toneladas em capacidade cada uma –pertencentes ao conglomerado canadense Methanex que, antes, estavam no Chile.
No entanto, o sonho americano da indústria de metanol parece estar mais difícil de se tornar realidade. Isso porque os preços do metanol vêm apresentando queda consistente, o que vem erodindo as margens para os fabricantes.
China
Além desse golpe, parte dos projetos foram pensados para abastecer a demanda do mercado Chinês por olefinas – compostos usados principalmente na fabricação de plásticos e químicos industriais.
Nesse mercado, no entanto, o metanol vem enfrentando crescente competição do petróleo. Entre meados de 2014 e o começo de 2016, os preços internacionais do barril perderam mais de 70% do valor indo – no caso do óleo tipo Brent – de uma máxima de US$ 111,80 em junho de 2014 para uma mínima de US$ 30,70 em janeiro passado.
Olhando pelo prisma positivo, a queda livre nas cotações parece ter se encerrado. Nos últimos seis meses, o petróleo recuperou parte de seu valor. Em junho a cotação média do barril foi de US$ 48,25 o que pode renovar um pouco do fôlego dos fabricantes de metanol.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Platts