A Methanex divulgou recentemente novos preços para o metanol vendido nos mercados da América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico.
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Maior fabricante de metanol do mundo, a Methanex divulgou recentemente os preços atualizados de seus contratos regionais nos três principais mercados de atuação da empresa: América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico. As informações encontram-se disponíveis no site da companhia.
O preço mais caro é o do mercado norte-americano.
Maior fabricante de metanol do mundo, a Methanex divulgou recentemente os preços atualizados de seus contratos regionais nos três principais mercados de atuação da empresa: América do Norte, Europa e Ásia-Pacífico. As informações encontram-se disponíveis no site da companhia.
No continente europeu a tonelada do metanol está sendo negociada pela empresa a € 450 – 22% a mais do que era cobrado no mesmo período em 2013 [veja tabela]. Na conversão para o dólar, o insumo da Methanex sai, pela taxa cambial desta segunda (03), a um custo de US$ 606,87 a tonelada.
Embora um pouco mais baixo que o cobrado na América do Norte – o preço fixado pela fabricante para esse mercado é de US$ 632 a tonelada –, o valor negociado na Europa não consegue concorrer com o da Ásia-Pacífico. Nessa região, a tonelada custa US$ 590 – cerca de US$ 25 mais barato que o preço praticado no mercado europeu e US$ 42 mais em conta que na América do Norte.
Os valores fixados pela empresa vigoram até o fim de fevereiro, no caso dos mercados da América do Norte e da Ásia-Pacífico. Em relação à praça europeia, o prazo de vigência é um pouco maior, estendendo-se até o final do próximo mês, quando podem ser reajustados.
Competitivo? Em 2013, a América do Norte foi o mercado que apresentou a maior alta no preço do metanol. Entre janeiro e dezembro do ano passado, a cotação do insumo comercializado pela Methanex subiu 31%, contra 26% na Ásia-Pacífico e 10% na Europa.
O curioso disso é que isso acontece ao mesmo tempo em que os Estados Unidos vive uma revolução do gás natural – principal matéria-prima para a produção de biodiesel – por conta da popularização da tecnologia de fraturamento hidráulico que vem permitindo a exploração do chamado gás de folhelho. No ano passado, inclusive, o conglomerado canadense decidiu desmantelar parte da planta de metanol que tem no Chile e realocar o maquinário para o novo complexo industrial que está construindo em Geismar, no estado norte-americano da Lousiana, para poder explorar os preços do insumo nos EUA mais competitivos.
Cátia Franco – BiodieselBR.com Com informações Methanex