A Câmara de Comércio Exterior (Camex) tornou definitiva a retirada da alíquota do Imposto de Importação do metanol. A decisão consta da Resolução 82/2016 que foi publicada nesta ontem (28).
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) tornou definitiva a retirada da alíquota do Imposto de Importação do metanol. A decisão consta da Resolução 82/2016 que foi publicada nesta ontem (28).
O texto consiste numa alteração na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec) e isenta da cobrança de tarifas o item 2905.11.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) – código que corresponde ao metanol.
A isenção está em vigor desde abril de 2013 quando foi instituída com um prazo de seis meses e um limite máximo de 580 mil toneladas. Desde então, a medida vem sendo renovada sucessivas vezes. A mais recente foi delas havia acontecido no final de março e deveria expirar na próxima segunda-feira (03).
Dessa vez, no entanto, a isenção não tem “restrições de prazo e quota”. Isso libera as importações da substância que é a segunda matéria-prima mais importante para a fabricação de biodiesel.
Nos primeiros seis meses do ano, as importações do insumo chegaram a 504 mil toneladas e custaram quase US$ 102 milhões.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) tornou definitiva a retirada da alíquota do Imposto de Importação do metanol. A decisão consta da Resolução 82/2016 que foi publicada nesta ontem (28).
O texto consiste numa alteração na Lista Brasileira de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec) e isenta da cobrança de tarifas o item 2905.11.00 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) – código que corresponde ao metanol.
A isenção está em vigor desde abril de 2013 quando foi instituída com um prazo de seis meses e um limite máximo de 580 mil toneladas. Desde então, a medida vem sendo renovada sucessivas vezes. A mais recente foi delas havia acontecido no final de março e deveria expirar na próxima segunda-feira (03).
Dessa vez, no entanto, a isenção não tem “restrições de prazo e quota”. Isso libera as importações da substância que é a segunda matéria-prima mais importante para a fabricação de biodiesel.
Nos primeiros seis meses do ano, as importações do insumo chegaram a 504 mil toneladas e custaram quase US$ 102 milhões.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com