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Basf desenvolve processo para produção limpa de metanol

Novo processo consegue reaproveitar gases que seriam descartados por sistemas produtivos convencionais

BiodieselBR.com 2 min de leitura

Segunda matéria-prima mais importante no processo de fabricação do biodiesel, o metanol poderá se tornar substancialmente mais limpo. Engenheiros da Basf e da Linde estão trabalhando para aprimorar um novo processo que reduz as emissões de gás carbônico envolvidas na produção desse do insumo.

Segunda matéria-prima mais importante no processo de fabricação do biodiesel, o metanol poderá se tornar substancialmente mais limpo. Engenheiros da Basf e da Linde estão trabalhando para aprimorar um novo processo que reduz as emissões de gás carbônico envolvidas na produção desse do insumo.

O novo processo foi desenvolvido como parte do Programa em Gerenciamento de Carbono da multinacional alemã que busca reduzir as emissões de gases de efeito estufa relacionados à produção de químicos básicos.

Atualmente, a rota mais comum para a produção de metanol é a reforma do gás natural. Nesse processo, vapor é usado para quebrar as moléculas do gás natural transformando-o em gás de síntese que pode, na sequência, ser transformado em metanol. No novo processo, o gás de síntese é obtido pela oxidação parcial do gás natural reduzindo as emissões de gás carbônico.

Reciclagem

Uma vantagem do novo processo desenvolvido pela Basf é sua capacidade de reaproveitar as correntes de gases que seriam descartados pelos processos industriais convencionais.

Esses gases – que contêm traços de metano, monóxido de carbono e hidrogênio – são coletados, processados e reencaminhados de volta ao começo do sistema produtivo.

“Quase cem anos depois da primeira produção em escala industrial deste importante químico básico (...), nós estamos liderando um novo capítulo na história do metanol”, comemorou o gerente de projetos da divisão de intermediários da Basf, dr. Maximilian Vicari. “Estamos otimistas que nossa abordagem climaticamente amigável ajudará a adaptar a síntese do metanol ao século 21”, prossegue.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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