Embora tenha perdido representantes no ranking Maiores & Melhores, as vendas das emrpesas do setor de biodiesel avançaram mais de 15,5%.
O setor de biodiesel perdeu representantes na edição deste ano do ranking Maiores & Melhores – no qual a revista Exame destaca as 1.000 maiores empresas do Brasil em faturamento em 2016. No ano passado, 19 companhias que incluem a produção de biodiesel entre suas atividades apareciam na lista enquanto, agora, foram apenas 16.
O setor de biodiesel perdeu representantes na edição deste ano do ranking Maiores & Melhores – no qual a revista Exame destaca as 1.000 maiores empresas do Brasil em faturamento em 2016. No ano passado, 19 companhias que incluem a produção de biodiesel entre suas atividades apareciam na lista enquanto, agora, foram apenas 16.
A última vez que o setor emplacou um número tão baixo foi em 2013 quando 15 empresas do ramo entraram na lista.
Barralcool, BSBios e Potencial Biodiesel foram as empresas que saíram da lista do ano passado para este. No caso da Potencial, sua matriz – a Potencial Petróleo – continua listada.
Faturamento cresce
Embora soe um pouco desanimador, o resultado não foi de todo ruim. Mesmo com menos representantes e precisando remar contra a corrente da crise generalizada na economia brasileira, o valor das vendas das empresas do grupo cresceu substanciais 15,7% no ano atingindo a marca de US$ 41,8 bilhões em faturamento total.
Esse avanço fica mais evidente quando se considera que o número de empresas com faturamento superior a US$ 1 bilhão aumentou de 7 para 8. Além disso, pela primeira vez, o grupo passa a incluir, pela primeira vez, uma companhia com mais de US$ 10 bilhões de faturamento.
Caramuru e a Bianchini superaram, pela primeira vez, a marca e entraram no rol das bilionárias – respectivamente US$ 1,1 e US$ 1 bilhão.
Já a Granol fez o caminho inverso. Única empresa do setor a ter desempenho negativo entre 2015 e 2016, as vendas da Granol encolheram cerca de 10,5% em 2016 indo para 927,3 milhões.
Topo
A melhor colocada do grupo – pelo segundo ano consecutivo – foi a Cargill que levou o 7º lugar no ranking geral da Exame com vendas superiores a US$ 10,1 bilhões. Um crescimento de 18,3% sobre sua marca anterior. Com isso, ela ampliou sua liderança em relação à segunda colocada – a Bunge – que cresceu 15,7% atingindo a marca de US$ 9 bilhões em faturamento.
Em 2013, a Bunge chegou ultrapassar a Cargill e assumiu a primeira colocação do ranking do biodiesel. Mas uma sequência de dois resultados negativos do grupo holandês – em 2014 e 2015 – acabaram lhe custando a liderança.
A JBS completa o pódio. O conglomerado brasileiro de proteína animal faturou US$ 8,7 bilhões no ano passado. Um avanço de 12,2% em relação ao período anterior. Desde 2012, ela vem se mantendo nessa mesma posição sendo o representante brasileiro mais bem situado.
Mas os maiores destaques dessa edição foram a Olfar e Cofco que puxaram o crescimento com saltos de impressionantes 41% cada uma. A chinesa Cofco – que, em maio de 2016, assumiu os negócios da Noble – faturou US$ 1,87 bilhão enquanto o grupo brasileiro registrou vendas de US$ 391,5 milhões.
Menos brasileiras
O setor de biodiesel também se tornou um pouco menos nacional. Este ano são 11 grupos nacionais listados contra 15 no ano anterior.
Além das três empresas que não entraram no ranking Maiores & Melhores deste ano, a Fiagril trocou de nacionalidade. Em maio do ano passado, o grupo industrial mato-grossense teve seu controle adquirido pela chinesa Shanghai Pengxin Group.
Do faturamento total do segmento, apenas US$ 15,7 foram apurados por empresas brasileiras. Isso representa 37,6% do faturamento combinado das empresas do ramo, no ano passado essa relação era de 40%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O setor de biodiesel perdeu representantes na edição deste ano do ranking Maiores & Melhores – no qual a revista Exame destaca as 1.000 maiores empresas do Brasil em faturamento em 2016. No ano passado, 19 companhias que incluem a produção de biodiesel entre suas atividades apareciam na lista enquanto, agora, foram apenas 16.
A última vez que o setor emplacou um número tão baixo foi em 2013 quando 15 empresas do ramo entraram na lista.
Barralcool, BSBios e Potencial Biodiesel foram as empresas que saíram da lista do ano passado para este. No caso da Potencial, sua matriz – a Potencial Petróleo – continua listada.
Faturamento cresce
Embora soe um pouco desanimador, o resultado não foi de todo ruim. Mesmo com menos representantes e precisando remar contra a corrente da crise generalizada na economia brasileira, o valor das vendas das empresas do grupo cresceu substanciais 15,7% no ano atingindo a marca de US$ 41,8 bilhões em faturamento total.
Esse avanço fica mais evidente quando se considera que o número de empresas com faturamento superior a US$ 1 bilhão aumentou de 7 para 8. Além disso, pela primeira vez, o grupo passa a incluir, pela primeira vez, uma companhia com mais de US$ 10 bilhões de faturamento.
Caramuru e a Bianchini superaram, pela primeira vez, a marca e entraram no rol das bilionárias – respectivamente US$ 1,1 e US$ 1 bilhão.
Já a Granol fez o caminho inverso. Única empresa do setor a ter desempenho negativo entre 2015 e 2016, as vendas da Granol encolheram cerca de 10,5% em 2016 indo para 927,3 milhões.
Topo
A melhor colocada do grupo – pelo segundo ano consecutivo – foi a Cargill que levou o 7º lugar no ranking geral da Exame com vendas superiores a US$ 10,1 bilhões. Um crescimento de 18,3% sobre sua marca anterior. Com isso, ela ampliou sua liderança em relação à segunda colocada – a Bunge – que cresceu 15,7% atingindo a marca de US$ 9 bilhões em faturamento.
Em 2013, a Bunge chegou ultrapassar a Cargill e assumiu a primeira colocação do ranking do biodiesel. Mas uma sequência de dois resultados negativos do grupo holandês – em 2014 e 2015 – acabaram lhe custando a liderança.
A JBS completa o pódio. O conglomerado brasileiro de proteína animal faturou US$ 8,7 bilhões no ano passado. Um avanço de 12,2% em relação ao período anterior. Desde 2012, ela vem se mantendo nessa mesma posição sendo o representante brasileiro mais bem situado.
Mas os maiores destaques dessa edição foram a Olfar e Cofco que puxaram o crescimento com saltos de impressionantes 41% cada uma. A chinesa Cofco – que, em maio de 2016, assumiu os negócios da Noble – faturou US$ 1,87 bilhão enquanto o grupo brasileiro registrou vendas de US$ 391,5 milhões.
Menos brasileiras
O setor de biodiesel também se tornou um pouco menos nacional. Este ano são 11 grupos nacionais listados contra 15 no ano anterior.
Além das três empresas que não entraram no ranking Maiores & Melhores deste ano, a Fiagril trocou de nacionalidade. Em maio do ano passado, o grupo industrial mato-grossense teve seu controle adquirido pela chinesa Shanghai Pengxin Group.
Do faturamento total do segmento, apenas US$ 15,7 foram apurados por empresas brasileiras. Isso representa 37,6% do faturamento combinado das empresas do ramo, no ano passado essa relação era de 40%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com