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Preços do biodiesel retomam trajetória de alta e sobem mais de 1%

Na semana anterior preços haviam apresentado queda discreta menor de 0,2%

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Depois de um breve soluço na semana anterior, os preços do biodiesel retomaram a trajetória de alta que haviam iniciado a partir da 24 semana (24S) do ano. Segundo o levantamento mais recente da ANP, no ciclo entre os 31 de julho e 06 de agosto – equivalente à 31ª semana de 2023 – cada metro cúbico de biodiesel foi negociado, em média, por R$ 4.189,36.

Esse novo valor representa uma alta um pouco maior que 1% em relação ao valor anterior. Com isso, o biodiesel já subiu um pouco mais 8,1% desde que o mercado inverteu a longa trajetória anterior que levou o mercado à mínima de R$ 3.874,04 na 23S.

Os preços atuais são os maiores registrados desde a segunda quinzena de abril. Na 16S, o biodiesel era negociado por $ 4.221,00 entre as usinas e os distribuidores.

Depois de um breve soluço na semana anterior, os preços do biodiesel retomaram a trajetória de alta que haviam iniciado a partir da 24 semana (24S) do ano. Segundo o levantamento mais recente da ANP, no ciclo entre os 31 de julho e 06 de agosto – equivalente à 31ª semana de 2023 – cada metro cúbico de biodiesel foi negociado, em média, por R$ 4.189,36.

Esse novo valor representa uma alta um pouco maior que 1% em relação ao valor anterior. Com isso, o biodiesel já subiu um pouco mais 8,1% desde que o mercado inverteu a longa trajetória anterior que levou o mercado à mínima de R$ 3.874,04 na 23S.

Os preços atuais são os maiores registrados desde a segunda quinzena de abril. Na 16S, o biodiesel era negociado por $ 4.221,00 entre as usinas e os distribuidores.

Nos mercados regionais, os preços da última semana vão de R$ 4.380,98 por m³ no Nordeste até R$ 4.104,28 no Sul. E o movimento de alta não foi unânime. Na região Norte, por exemplo, houve queda de mais de 2,5% na 31S, com os valores cobrados indo para R$ 4.149,95. Também houve uma baixa – bem menor – no Centro-Oeste onde a queda passou um pouco de 0,3%.

Nordeste (0,6%), Sul (1,5%) e Sudeste (1,9%) fecharam a semana com altas.

No azul

As margens do setor em relação ao Indexador BiodieselBR – que haviam se estreitado para apenas 2% na 30S – voltaram a se alargar um pouco. Os números da ANP estão 7,3% acima do indicador que foi formulado para acompanhar as variações nos custos das principais matérias-primas usadas pelas usinas de biodiesel e dos ganhos obtidos no mercado de glicerina.

Na média nacional, cada m³ de biodiesel vendido rendeu R$ 284,13. Essa foi a melhor marca para o produto nas últimas 9 semanas. Entre a 24S e a 28S, o setor amargou um período de margens bastante ruins.

Em relação ao custo do óleo diesel para as distribuidoras, o preço do biodiesel ficou 34,8% mais alto. O delta entre os dois produtos vem se sustentando mais ou menos nessa faixa desde meados de maio que a Petrobras mudou sua política de preços e renunciou aos chamados preços de paridade de importação (PPI).

Nas últimas 12 semanas, a desvantagem do biodiesel em relação ao diesel mineral puro variou numa faixa entre 26,9% e 35,4%.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
 

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