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Olfar aposta no uso de OGRs em usina de biodiesel do Rio de Janeiro

O uso de óleos e gorduras reaproveitados (OGRs) fazem parte da estratégia da Olfar para sua nova planta de biodiesel em Porto Real (RJ).
BiodieselBR.com 2 min de leitura

O uso de óleos e gorduras reaproveitados (OGRs) – especialmente óleo de cozinha usado – fazem parte da estratégia da Olfar para sua nova planta de biodiesel em Porto Real (RJ). Nessa sexta-feira (26), a unidade recebeu as primeiras cargas de matéria-prima.

O uso de óleos e gorduras reaproveitados (OGRs) – especialmente óleo de cozinha usado – fazem parte da estratégia da Olfar para sua nova planta de biodiesel em Porto Real (RJ). Nessa sexta-feira (26), a unidade recebeu as primeiras cargas de matéria-prima.

Ao todo, foram quatro cargas totalizando de 129 toneladas fornecidas por cooperativas de coleta de materiais-recicláveis que desenvolveram iniciativas de conscientização ambiental junto a pessoas físicas e empresas na região do interior do estado do Rio de Janeiro – menos de 155 km da capital fluminense.

A estratégia de usar óleo reciclado já seguida há anos pela outra usina fluminense, a Cesbra.

A empresa de origem gaúcha adquiriu a planta há pouco mais de um ano e meio e vem se esforçando para recoloca-la no mercado. Há poucos dias ela completou obras de ampliação que aumentaram sua capacidade instalada de 88,9 para 162 milhões de litros.

Apesar disso ela acabou não conseguindo o registro especial da Receita Federal a tempo de participar do Leilão 53.

Acordo

Além de preparar o terreno para reiniciar as operações no RJ, a Olfar também anunciou um acordo com a Cooperativa Tritícola de Erechim (Cotrel) para assumir as operações de 19 unidades de recebimento de grãos.

Com isso, a empresa aumenta sua rede de filiais de 29 para 48 e passa a gerir uma capilaridade maior no Rio Grande do Sul.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
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