
Está encarrado o impasse em torno leilão que vendeu parte do maquinário industrial pertencente à usina de biodiesel da Bionasa para a quitação de dívidas trabalhistas. A juíza da Vara de Trabalho de Porangatu (GO), Nara Borges Kaadi Moreira, rejeitou o pedido de embargo da venda feito pela usina goiana.
Está encarrado o impasse em torno leilão que vendeu parte do maquinário industrial pertencente à usina de biodiesel da Bionasa para a quitação de dívidas trabalhista. A juíza da Vara de Trabalho de Porangatu (GO), Nara Borges Kaadi Moreira, rejeitou o pedido de embargo da venda feito pela usina goiana.
Em agosto, a Bionasa havia entrado com ação para tentar reverter a venda de duas centrífugas. Segundo a argumentação dos advogados da empresa, a perda desses equipamentos “impossibilitará a retomada das atividades” e também que haveria “vários grupos interessados na compra” da usina. No entanto, documento obtido por BiodieselBR.com não nomeia quem seriam os potenciais compradores.
A juíza, no entanto, justificou sua decisão alegando que a Bionasa “apenas tenta protelar a execução, uma vez que fizeram inúmeros acordos [...] e nenhum foi cumprido”. “Se a Embargante sequer consegue pagar as verbas rescisórias que totalizam quase R$ 3.000.000,00 (três milhões), é pouco provável que consiga voltar a funcionar”, disse a magistrada em sua decisão.
As duas centrífugas foram arrematadas no final de julho pela Granol que pagou a quantia de R$ 1,7 milhão.
Nominalmente, a Bionasa é a 8ª maior usina de biodiesel do Brasil com uma capacidade autorizada superior a 235 milhões de litros por ano. Contudo, segundo dados da ANP, a última vez em que a empresa produziu biodiesel foi em dezembro de 2012. De lá para cá, a empresa permanece inativa.
A íntegra da decisão judicial pode ser conferida clicando aqui.
Cátia Franco – BiodieselBR.com
Está encarrado o impasse em torno leilão que vendeu parte do maquinário industrial pertencente à usina de biodiesel da Bionasa para a quitação de dívidas trabalhista. A juíza da Vara de Trabalho de Porangatu (GO), Nara Borges Kaadi Moreira, rejeitou o pedido de embargo da venda feito pela usina goiana.
Em agosto, a Bionasa havia entrado com ação para tentar reverter a venda de duas centrífugas. Segundo a argumentação dos advogados da empresa, a perda desses equipamentos “impossibilitará a retomada das atividades” e também que haveria “vários grupos interessados na compra” da usina. No entanto, documento obtido por BiodieselBR.com não nomeia quem seriam os potenciais compradores.
A juíza, no entanto, justificou sua decisão alegando que a Bionasa “apenas tenta protelar a execução, uma vez que fizeram inúmeros acordos [...] e nenhum foi cumprido”. “Se a Embargante sequer consegue pagar as verbas rescisórias que totalizam quase R$ 3.000.000,00 (três milhões), é pouco provável que consiga voltar a funcionar”, disse a magistrada em sua decisão.
As duas centrífugas foram arrematadas no final de julho pela Granol que pagou a quantia de R$ 1,7 milhão.
Nominalmente, a Bionasa é a 8ª maior usina de biodiesel do Brasil com uma capacidade autorizada superior a 235 milhões de litros por ano. Contudo, segundo dados da ANP, a última vez em que a empresa produziu biodiesel foi em dezembro de 2012. De lá para cá, a empresa permanece inativa.
A íntegra da decisão judicial pode ser conferida clicando aqui.
Cátia Franco – BiodieselBR.com