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Indexador BiodieselBR avançou 5,7% desde o fechamento dos contratos do 1º bimestre

Na semana anterior ao prazo final para a apresentação dos contratos do 1B, o metro cúbico do biodiesel estava cerca de R$ 364 mais baixo

BiodieselBR.com 3 min de leitura

Hoje é a data limite para as usinas e distribuidoras registrarem os contratos de fornecimento de biodiesel que vão valer para o segundo bimestre. A tendência é que os preços do produto fiquem mais elevados se as mesmas margens forem mantidas. É o que indica o Indexador BiodieselBR.

Em dezembro passado – quando foram fechadas as aquisições de biodiesel para o 1º bimestre (1B) –, os contratos entre as usinas e as distribuidoras foram apresentados até o dia 20. Na média dos sete dias anteriores ao prazo final, o indexador ficou em R$ 6.363,15 por m³.

Agora, a média dos últimos sete dias (de 18 a 24 de fevereiro) está em R$ 6.712,95 por m³. São 5,5% a mais do que no período do fechamento anterior. Essa valorização do biodiesel começou depois do dia 08 de fevereiro – até então o indexador vinha andando de lado – e atingiu seu pico na quarta-feira da semana passada (16) quando o indexador bateu em R$ 6.858,63.

Hoje é a data limite para as usinas e distribuidoras registrarem os contratos de fornecimento de biodiesel que vão valer para o segundo bimestre. A tendência é que os preços do produto fiquem mais elevados se as mesmas margens forem mantidas. É o que indica o Indexador BiodieselBR.

Em dezembro passado – quando foram fechadas as aquisições de biodiesel para o 1º bimestre (1B) –, os contratos entre as usinas e as distribuidoras foram apresentados até o dia 20. Na média dos sete dias anteriores ao prazo final, o indexador ficou em R$ 6.363,15 por m³.

Agora, a média dos últimos sete dias (de 18 a 24 de fevereiro) está em R$ 6.712,95 por m³. São 5,5% a mais do que no período do fechamento anterior. Essa valorização do biodiesel começou depois do dia 08 de fevereiro – até então o indexador vinha andando de lado – e atingiu seu pico na quarta-feira da semana passada (16) quando o indexador bateu em R$ 6.858,63.

De lá pra cá, os preços desaceleraram e chegaram a R$ 6.682,96 por m³ nesta quarta-feira (23). Ontem (24) após o início da ofensiva russa contra a Ucrânia, os preços voltando a subir chegando a R$ 6.912,40.

Volumes

Pelas contas da ANP o regime de contração deverá movimentar pelo menos 832,2 mil m³ de biodiesel. Esse o volume equivale à quantidade de biodiesel necessária para garantir a mistura obrigatória de 80% das vendas de diesel registradas entre os meses de março e abril de 2021 de todas as distribuidoras que comercializaram mais de dois mil m³.

Das 163 distribuidoras listadas pela ANP, 97 têm metas de contração à cumprir sendo que a maior delas – a Vibra Energia – terá que comprar mais de 230,1 mil m³ de biodiesel puro para atingir sua cota. Do outro lado do balcão, temos 30 usinas de biodiesel com a obrigação de vender o equivalente a 80% do volume que negociaram no mesmo período do ano passado (para elas também vale o sarrafo de dois mil m³).

Isso obriga as usinas a venderem 759,6 mil m³ de biodiesel.

No 1B, eram 95 distribuidoras com metas a cumprir e obrigação de comprar pelo menos 703,8 mil m³ de biodiesel. No fim, o volume contratado foi de 958,4 mil m³.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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