Para pagar menos impostos, empresas de biodiesel do Mato Grosso podem ter pago propina à servidores estaduais. A revelação consta da delação premiada de Silval Barbosa, do ex-governador do MT pelo PMDB, implicado na Operação Sodoma na qual a Policia Civil investiga um esquema de corrupção no governo mato-grossense.
Para pagar menos impostos, empresas de biodiesel do Mato Grosso podem ter pago propina à servidores estaduais. A revelação consta da delação premiada de Silval Barbosa, do ex-governador do MT pelo PMDB, implicado na Operação Sodoma na qual a Policia Civil investiga um esquema de corrupção no governo mato-grossense.
Segundo o depoimento do delator, para pagarem menos impostos, empresas do setor de biodiesel do estado teriam concordado em pagar R$ 1,5 milhão por ano ao esquema. Os pagamentos teriam sido iniciados entre os anos de 2012 e 2013 – já durante o mandato de Silval – e eram feitos ao ex-secretário da Casa Civil, Pedro Nadaf.
Ainda de acordo com a delação, os valores seriam arrecadados junto aos fabricantes por Vagner dos Santos – irmão do senador Cidinho Santos (MT/PR).
Em troca das propinas regulares, o setor de biodiesel era mantido no chamado Regime Tributário de Estimativa Simplificada que aplica uma alíquota média para o pagamento do ICMS para todas as operações das empresas.
O conteúdo da delação do peemedebista foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal no dia 09 de agosto e foi liberada publicamente pelo relator do caso, o ministro do STF Luiz Fux, nessa última quinta-feira (24). As declarações constam na página 91 da delação.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Para pagar menos impostos, empresas de biodiesel do Mato Grosso podem ter pago propina à servidores estaduais. A revelação consta da delação premiada de Silval Barbosa, do ex-governador do MT pelo PMDB, implicado na Operação Sodoma na qual a Policia Civil investiga um esquema de corrupção no governo mato-grossense.
Segundo o depoimento do delator, para pagarem menos impostos, empresas do setor de biodiesel do estado teriam concordado em pagar R$ 1,5 milhão por ano ao esquema. Os pagamentos teriam sido iniciados entre os anos de 2012 e 2013 – já durante o mandato de Silval – e eram feitos ao ex-secretário da Casa Civil, Pedro Nadaf.
Ainda de acordo com a delação, os valores seriam arrecadados junto aos fabricantes por Vagner dos Santos – irmão do senador Cidinho Santos (MT/PR).
Em troca das propinas regulares, o setor de biodiesel era mantido no chamado Regime Tributário de Estimativa Simplificada que aplica uma alíquota média para o pagamento do ICMS para todas as operações das empresas.
O conteúdo da delação do peemedebista foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal no dia 09 de agosto e foi liberada publicamente pelo relator do caso, o ministro do STF Luiz Fux, nessa última quinta-feira (24). As declarações constam na página 91 da delação.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com